Boa noite, leitor(a)! O Observatório da Escrita está no ar com uma nova resenha. O que você faria se tivesse dois filhos gêmeos, mas um fosse roubado?


Desde que novela é novela, um enredo tem conquistado muito a atenção de quem lê ou assiste. Trata-se da história de gêmeos separados na maternidade (ou não) e que trocam de lugar diversas vezes no decorrer da narrativa. Foi assim em Mulheres de Areia, Cara & Coroa, A Usurpadora, Paraíso Tropical e, na webdramaturgia, na atual atração de Débora Costa e Tai Andaluz, Falso Amor.
Tudo começa quando Régis rejeita a “falsiane” Janete para se casar com a doce e bondosa Cristina, irmã da jararaca. Cristina engravida, e Janete planeja sumir com o bebê só pra destruir a relação do casal. Para isso, conta com a ajuda de Gilberto, também inconformado por ter perdido a namorada. O inesperado acontece quando nascem dois bebês quase idênticos, a não ser por uma marca de nascença nas costas de Felipe (rebatizado como Henrique), o menino “adotado” e levado pra favela por Gilberto. O outro vive na riqueza e no luxo do império Werneck, liderado pela megera Silvia, a pior sogra que Cristina poderia ter. Imaginem Susana Vieira neste papel.
Os anos passam. Cristina é dona de uma fundação de assistência a crianças e adolescentes. Régis continua o legado do pai Frederico e quer que Flávio siga o mesmo caminho, mas o rapaz pensa mesmo em se tornar músico. Henrique, por sua vez, é o chefe do morro e trata a todos com crueldade, assim incentivado por Gilberto. Este alimenta o ódio que Henrique sempre sentiu pela mãe e planeja, junto com Janete, a troca dos gêmeos no momento mais oportuno, através do sequestro do “playboy” Flávio.
Feita a armação, Henrique entra na vida de sua família verdadeira e passa a tratar Cristina, sempre tão amada por Flávio, com desprezo; ajuda Sílvia e Janete a tramarem a separação dos pais; age de modo estranho com a noiva apaixonada, Roberta. Por sua vez, Flávio é obrigado a colocar pra fora o jeito maldito do irmão gêmeo, enquanto ajuda a dedicada Daniela a resolver uma questão das mais escabrosas da trama — a origem do menino Tico, supostamente abandonado e sob tutela da moça. Na verdade, ele é fruto de uma relação extraconjugal de Frederico com Sueli. Após descobrir a traição, Silvia deu um jeito de desaparecer com o garoto, com a mesma crueldade com que tentou matar a nora derrubando-a da escada e humilhando Cristina e Roberta por suas origens. Outra personagem de destaque é Ágata, a sirigaita que também cruza o caminho de Régis e o seduz, apenas para competir com a mãe (desnaturada), Janete.

Falso Amor já foi exibida outras vezes pelo Mundo Virtual agora, mas está de volta com um novo frescor. Não à toa, tem alcançado índices crescentes de audiência a cada semana. Com situações relativamente simples (mais do que Insensatez e Excelsior), mas muito bem amarradas no melhor estilo “mexicano” do qual a autora e a colaboradora são especialistas, a novela prova que o feijão com arroz tem e sempre vai ter leitores ávidos pelo final feliz dos adoráveis mocinhos e pelo fim trágico dos maldosos vilões — a redundância foi intencional!. Falso Amor é como Chaves e Pica-pau: pode passar mil vezes, que jamais vai perder a graça.
É claro que existem alguns elementos no texto que comprovam que Débora esteve em suas primeiras experiências com postagem de webnovelas, o que se aprimorou ao longo do tempo. Marcas de roteiro, por exemplo. Se olhar um capítulo de Excelsior, escrito em 2019, o desenvolvimento é evidente. Mas o conteúdo, o estilo, a intenção de emocionar a cada cena e de tornar cada sequência importante para o desenrolar da trama já estavam em Débora e Tai desde Falso Amor.
Já foram exibidos 12 dos 40 capítulos da história. Muitas emoções ainda esperam por você. Por isso continue acompanhando às segundas, quartas e sextas às 20h. Leia e coloque suas impressões no campo de comentários, abaixo de cada capítulo — isso vale também pras demais produções aqui da Cyber. Seu feedback é muito importante.

Por questões legais, a Cyber TV não publica imagens de artistas nas obras de dramaturgia, mas é comum os escritores se inspirarem em astros famosos quando elaboram suas obras. Outros preferem se guiar por rostos imaginários, por personagens de videogame ou até por pessoas do dia a dia. Vamos focar no primeiro grupo.
Débora Costa, por exemplo, deixou os nomes de alguns atores que imagina para a novela que está no ar: Klebber Toledo (Flávio e Henrique), Camila Queiroz (Roberta), Patrícia Pillar (Cristina), Camila Morgado (Janete), Alexandre Borges (Régis), Susana Vieira (Silvia), Antônio Fagundes (Frederico), Ângelo Antônio (Gilberto) e Carmo Dalla Vecchia (Glauco), entre outros. Agora você já pode imaginar Falso Amor passando na telinha, não?
Quer mais? Lá vai!
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Tales Dias escreve Divas pensando em Grazzi Massafera (Giselle) e Nanda Costa (Camila); Dalton Vigh, após o William de Excelsior, se tornou o Laerte da trama.
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No primeiro capítulo de Escândalo, Raúla cita Lívia Andrade; ou seja, ela falando dela mesma. Fernanda Rodrigues, Leopoldo Pacheco e Day Mesquita são Lilian, Miguel e Mônica.
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Francisco Siqueira criou o famoso Kadu e também o jovem Nicholas de Um Homem Singular com o rosto de Thimotée Chalamet.
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Apollo Souza também tem seu favorito: o brasileiro Sérgio Malheiros, que “atuou” em obras como O Vazio que Habita em Mim.
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Malu Galli e Jonathan Haagensen estão no time seleto de Édy Dutra.
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Marjorie Estiano foi a pérfida Betina de Juízo Final, de Weslley Vitoritti.
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Isa Miranda imaginou o padre de A Dama Negra no corpo de Henry Cavill. Hoje ele aparece em 9 entre 10 romances hot do Wattpad.
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Alessandra Negrini é a musa de Marcelo Maia e “esteve” em Dois Destinos como a lendária vilã Marion.
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Débora Costa mescla astros nacionais e internacionais quando escreve suas novelas. Não estranhe se vir alguma chamada com Manuel Landeta contracenando com Natália do Valle ou com Lisardo Guarinos ao lado de Carolina Dieckmann.
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O falecido Rogelio Guerra é o vilão mais temido das minisséries: o sanguinário Dr. Addan de Vale Dicere.
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Isabelle Drummond foi a Senhora do Sertão, Giovanna Ewbank e Letícia Spiller foram a Garota de Ipanema, Alice Wegmann foi uma das pontas do Triângulo Amoroso e Paulo Gorgulho se passou por morto em Excelsior e Eduardo Lago reinou como O Leão.
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Bruna Marquezine foi a Sabrina da minissérie de Failon Teixeira.
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Cristina Ravela escreveu Raíza inspirada em Maria Flor.
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A autora dedicou um post no Blog da Zih às “participações” de Igor Rickli em O Leão, Insensatez e Anti-Herói.
E você? Se escreve, seja só pra si mesmo, pra mostrar aos amigos e parentes ou pra postar no Mundo Virtual, quais são suas fontes de inspiração na hora de criar seus personagens? Deixe aí embaixo nos comentários.
Fica ligado(a), que daqui a pouco tem o Cyber Backstage. Enquanto isso, dá uma lida nos capítulos da semana das atrações da plataforma. Até já!
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João Acácio de En las cercanías de Alcatraz, desde que li sobre o personagem , descrito como “o homem da cabana” de No Magic, do Melqui, não via outro ator para interpretá-lo que não fosse Stephen Lang, ator que fez o filme O homem nas trevas.
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Muito interessante, pois é um ótimo ator.
Obrigado pela participação, Marcos!!! 😉
João Acácio de En las cercanías de Alcatraz, desde que li sobre o personagem , descrito como “o homem da cabana” de No Magic, do Melqui, não via outro ator para interpretá-lo que não fosse Stephen Lang, ator que fez o filme O homem nas trevas.
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Muito interessante, pois é um ótimo ator.
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João Acácio de En las cercanías de Alcatraz, desde que li sobre o personagem , descrito como “o homem da cabana” de No Magic, do Melqui, não via outro ator para interpretá-lo que não fosse Stephen Lang, ator que fez o filme O homem nas trevas.
Muito interessante, pois é um ótimo ator.
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