Destiinos Cruzados
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                                                                                                                                  Últimos capítulos

DESTINOS CRUZADOS

NOVELA DE

UELITON ABREU

ESCRITA POR

Ueliton Abreu.
Lili Alves.
Felipe Abreu 

DIREÇÃO DE NÚCLEO

Anderson silva 

Atenção: a cena 20 deste capítulo é inadequada para menores de 18, por conter descrições de sexo e diálogos adultos. Se você é menor de 18, aconselho a não ler este conteúdo.

Ate. Te.

Ueliton Abre

CENA 1/ APTO LÍDIA/ QUARTO/ INTERIOR/ DIA. 

ABRE EM LOBÃO AINDA ATÔNITO COM O QUE ACABARA DE LER. LÁGRIMAS DE DECEPÇÃO POR TER SIDO PASSADO PRA TRÁS ESCORREM PELO SEU ROSTO. ELE ENTÃO PEGA O DIÁRIO, DEVOLVE NA CAIXA, PÕE NO LUGAR DE ANTES DE VAI EMBORA DALI. CORTA PARA: 

CENA 2/ QUARTO DE HOTEL/ INTERIOR/ NOITE. 

CÉSAR TENTA ACERTAR OUTRO SOCO EM HUGO, QUE DESTA VEZ CONSEGUE SE DESVENCILHAR DO ATAQUE. 

CÉSAR             – Tu não devias ter a matado, cara! Eu te falei pra não tentar nada contra ela… porra!

HUGO              – E desde quando eu te devo obediência, hein? Sai daqui. Vai embora! Anda. 

CÉSAR             – Canalha! Isso não vai ficar assim. Mexeste com a pessoa errada. Estás a ouvir? Eu vou te matar! 

HUGO OLHA DE LADO E VÊ SUA ARMA ALI, EM UMA CADEIRA… A PEGA RAPIDAMENTE, MIRA EM DIREÇÃO A CÉSAR, QUE SE ASSUSTA…

CÉSAR             – Larga isso! Baixa isso, cara! 

HUGO              – Ué, cadê aquele cara fodão, que se acha o tal? Hum? Tu és um cagalhão mesmo! 

CÉSAR             – Atira! Atira, covarde! 

HUGO MIRA NA PERNA DE CÉSAR E DÁ UM DISPARO, QUE O ACERTA DE RASPÃO… CÉSAR GRITA DE DOR, E CAI SENTADO NO SOFÁ. AGONIZANDO. HUGO GUARDA SUA ARMA, O ENCARA…

CÉSAR             – Minha perna… argg! 

HUGO              – Nunca duvides da minha capacidade mental! Vou me arrumar e te deixo em um hospital. Tenho que sair agora. 

CORTE DESCONTÍNUO: HUGO JÁ VESTIDO AJUDANDO CÉSAR A LEVANTAR APOIADO EM SEU OMBRO. E AMBOS SAEM DO QUARTO.  CORTA PARA: 

CENA 3/ HOSPITAL/ FRENTE/ EXTERIOR/ NOITE.  

CARRO PARANDO EM FRENTE AO LOCAL. HUGO DESCE. AJUDA CÉSAR A DESCER E O LEVA PRO INTERIOR DO HOSPITA.

CORTA PARA: 

CENA 4/ STOCK- SHOTS/ EXTERIOR/ NOITE.

CENA 5/ BARZINHO/ ÁREA EXTERNA/ NOITE. 

SAMUEL À MESA. HUGO CHEGA POR ALI. 

HUGO              – Desculpa a demora, é que tive que deixar um amigo no hospital! Boa noite!

SAMUEL         – Sem problemas. Boa noite. Mas esse seu amigo está bem?

HUGO              – Uhum. Foi só um ferimento artificial. Só.

SAMUEL         – Entendi.

HUGO              – Garçom. Vê um chope pra mim, por favor. – E então. O que querias falar comigo?

SAMUEL         – Quero saber por que me beijaste naquele dia? 

HUGO              – Eu… desculpa, eu sei que não devias ter feito aquilo, mas foi mais forte que eu, Samuel. Quando vi já estava ali te beijando. Eu sempre te quis. Essa é a verdade. Eu sou completamente apaixonado por ti!

SAMUEL         – Olha, Hugo, eu… sinto muito, mas eu não posso te corresponder. Eu não te vejo como um homem. Sabe. Eu sempre te tive como irmão…

HUGO              – Não digas isso, Samuel, por favor! Isso é como se tivesse a cravar uma espada aqui no meu coração! Eu gosto de ti… eu amo você!

SAMUEL         – Sinto muito! Eu amo o Pedro e com ele que eu irei ficar! O que você fez naquela noite, meio que afastou a gente, sabe, eu e o Pedro. E por tal motivo… quero te pedir algo… 

HUGO              – Peça. O que queres?

SAMUEL         – Eu quero que você se afaste de mim! Se afaste por um tempo. Eu sei que é difícil pra ti, mas tenta. Vai ser bom pros dois. E quem sabe assim, você não encontre alguém que possa te corresponder de verdade. Hum?

HUGO              – OK. Tudo bem. Se for pra te ver bem. Eu me afasto.

SAMUEL         – Obrigado. Bom. Tenho que ir, pois tenho que fazer umas coisas aí. Fica bem. Tchau!

HUGO              – Ok. Vai lá. 

SAMUEL VAI EMBORA DALI, O DEIXANDO A SÓS… HUGO EXTREMAMENTE FURIOSO… O GARÇOM VEM COM SEU CHOPE…

GARÇOM        – Seu chope! 

HUGO              – Demorou demais! Perdi a vontade. Engole essa porcaria! 

LEVANTA E SAI. O GARÇOM SEM ENTENDER NADA. 

CORTA PARA: 

CENA 6. STOCK-SHOTS. EXTERIOR. NOITE. 

CENA 7. DELEGACIA. FRENTE. EXTERIOR. NOITE. 

TAKE DE LOCALIZAÇÃO. 

CENA 8. DELEGACIA. SALA DO DEL. INTERIOR. NOITE. 

DAVID EM SUA MESA TRABALHANDO. ALAN ENTRA. 

ALAN              – Chamaste? 

DAVID             – Obviamente que sim! 

ALAN              – Pode falar estou a ouvir! 

DAVID             – Você e o Pedro… Estão a…

ALAN              – Não! Não estamos a namorar, se é isto que irias perguntar-me! E se estivéssemos não seria do seu interesse, até porque minha vida privada e pessoal não lhe diz respeita. Aqui, eu sou apenas seu subordinado… Daquele elevador pra fora… sou uma pessoa como qualquer outra… tenho uma vida, delegado!

DAVID             – Era isso mesmo que iria perguntar-te. Porque isso é inadmissível aqui dentro. Eu não aceito e nem quero que aquilo que vocês estavam a fazer mais cedo se repita aqui dentro, não, enquanto eu for o delegado aqui dentro. 

ALAN              – Não estávamos fazendo nada demais. Foi só um abraço de amigos. Sabes o que isso, delegado? Ter amigos? Pelo visto não. Se tu não foste tão, sabe, assim, como és… rígido. Até teria amigos para partilharem juntos bons momentos.

DAVID             – Eu tenho os meus…

ALAN              – Que bom. Sorte sua. Parabéns! Ah! Outra coisa: pegou feio, viu, aquele seu chilique… desnecessário!

DAVID             – Do que tu estás a falar? 

ALAN               – Do seu show ali quando eu e Pedro estávamos nos abraçando… soou meio que ciúmes da tua parte…

DAVID             – Sai da minha sala! 

ALAN              – Quem cala consente… 

DAVID             – O que disse?

ALAN              – Nada! Que já estou a sair… com licença. (SAI)

DAVID             – Ciúmes… 

CORTA PARA: 

CENA 9. DELEGACIA. SALÃO. INTERIOR. NOITE. 

ALAN VINDO DA SALA DO DELEGADO RINDO. OCUPA SUA MESA. MEXE EM ALGUNS PAPÉIS. CARLOS O OBSERVANDO DE SUA MESA. O ESPECTADOR OUVE OS PENSAMENTOS DELE. 

CARLOS          – Isso, rir o quanto pode… porque tu vais pagar pelo que fizeste ao meu irmão! 

NA SEDE DE VINGANÇA DE CARLOS, 

CORTA PARA: 

CENA 10. MANSÃO. INTERIOR. NOITE. 

CAIO, BRUNO E SAFIRA ENTRANDO 

SAFIRA           – Como é bom voltar pra casa! Quero ir pro meu quarto!

CAIO               – Leve-a pro quartinho de hóspedes!

BRUNO            – Ok.

SAFIRA           – Como é? Quartinho de hóspedes? 

CAIO               – Sim, quarto de hóspedes! É lá que vais ficar. Até porque não iremos ficar descendo e subindo escadas contigo no braço, Safira! 

SAFIRA           – Mas nem morta eu fico num quarto desses, xexelentos. Não! Exijo meu quarto! 

BRUNO            – Fofa. Olha aqui pra mim: Tu não tens que exigir nada! Agora cala-te. Vou levá-la até seu quarto.

BRUNO SAI EMPURRANDO A CADEIRA DE RODAS.

CAIO               – Obrigado, meu amor. Já levarei sua janta, Safira!

CORTA PARA: 

CENA 11. PLANOS GERAIS. EXTERIOR. DIA/ NOITE. 

CENA 12. STOCK-SHOTS. EXTERIOR. DIA. 

IMAGENS DO ALTO DA FLORESTA. 

CENA 13. CASÉBRE. INTERIOR. DIA. 

ABRE EM NATHI COMPLETAMENTE ENJOADA. VOMITA. HUGO CHEGA DA RUA. 

HUGO              – Que nojo, hein! Argg! 

NATHI             – Leva-me pro hospital. Eu estou muito enjoada!

HUGO              – Sua suplica não me convence. Mas… Já havia me precavido… toma esse remédio aqui, é exclusivo pra enjoos. 

PÕE UM COMPRIMIDO NA BOCA DELA. 

NATHI             – Me tira daqui cara. Chega! Para com isso. Eu preciso ser medicada.

HUGO              – Agora você está querida. Relaxa.

HUGO VAI ATÉ SUA BOLSA, RETIRA UMA ARMA DE DENTRO… NATHI SE ASSUSTA, FICA TENSA E COM MEDO AO VER A ARMA 

NATHI             – Pra quê essa arma? Vais matar-me? É isso? 

HUGO              – Não! Você não. Agora o Pedro… esse desgraçado, sim. 

NATHI             – Não, pelo amor de Deus, não faz isso cara! 

HUGO              – Já está decidido, bebê. (guarda seu revólver nas calças) Agora fica aí, calada. Tá bom? Tchau. E melhoras do seu enjoo. 

HUGO SAI. EM NATHI ASSUSTADÍSSIMA,

CORTA PARA: 

CENA 14. MANGUEZAL. EXTERIOR. DIA. 

CENA 15. BARRACO DE LOBÃO. INTERIOR. DIA 

LOBÃO DIANTE DO COMPUTADOR. OBSERVA QUE UMA BOA QUANTIA DE SEU DINHEIRO FORA DESVIADO. VERIFICA PARA ONDE O DINHEIRO FORA TRANFERIDO E SE CHOCA AO VER QUE A TRANFERENCIA FORA FEITA PARA A CONTA DE CÉSAR. ELE RAPIDAMENTE PEGA SEU TELEMOVEL E CONTACTA SAMUEL. 

LOBÃO            – Vou ser direto e reto, mano: Quero que me encontre daqui a dois dias naquele quiosque, que nos encontramos da última vez, porém ninguém pode saber, nem mesmo o Pedro. Levarei informações de que vocês precisam saber e também alguém… saberás no dia. Abraço, irmão. 

CORTAR DESCONTÍNUO: 

CENA 16. APART DE PEDRO. INTERIOR. DIA. 

ABRE EM CLOSE NO ROSTO DE SAMUEL. 

SAMUEL         – O que será que ele tem a me dizer? (intrigado com o celular em seu rosto) E esse alguém… senhor! 

E SAI DE CENA. 

CORTA PARA 

CENA 17. QUARTO DE HOTEL. INTERIOR. DIA. 

HUGO VEM DO BANHEIRO, ESTÁ BASTANTE INQUIETO, ANDA DE UM LADO PARA O OUTRO, ESFREGA SEU NARIZ FORTE… SUAS MÃOS TREMEM… ELE ESTÁ SOFRENDO POR ABSTINÊNCIA… SEU CORPO ESTÁ SENTINDO FALTA DE DROGA, PRECISA DE MAIS. ELE LOGO LEMBRA QUE HAVIA DEIXADO UM PACOTINHO EM UMA GAVETA… VAI ATÉ UM CÔMODO… BUSCA NAS GAVETAS E ACABA POR ENCONTRAR A DROGA… VAI ATÉ A MESA. DERRAMA O PÓ SOBRE A MESA, COM UM CARTÃO SEPARA UMA PARTE QUE SERÁ USADA… COM UM CANUDO, EM UMA ÚNICA INSPIRADA ELE FAZ O USO DA SUBSTANCIA. APÓS O USO, TODOS AQUELES SINTOMAS DE ABSTINÊNCIA DESAPARECEM. ELE FICA MAIS TRANQÜILO, RELAXADO… CORTAR PARA: 

CENA 18. DELEGACIA. SALA DO DEL. INTERIOR. DIA 

DAVID MEXENDO NO CELULAR. ALAN ENTRA. 

ALAN              – Delegado… 

DAVID             – Sim?

ALAN              – Posso usar seu computador? É que o meu deu um pequeno problema.

DAVID             – Fica à vontade. (levantando de sua cadeira) É… Eu vou tomar um café, já volto.

ALAN              – Ok. Obrigado. Vai ser bem rápido! Só uns e-mails aqui a serem enviados.

DAVID             – Tudo bem… 

DAVID SAI. ALAN SENTA EM SUA CARTEIRA, FICA TODO À VONTADE, SE APROXIMA PRA MAIS PERTO DA MESA… LIGA O NOTEBOOK DE DAVID… ESPERA UNS MINUTOS… SURGE NO ECRÃ DO COMPUTADOR O LETREIRO COM O NOME DO USUÁRIO: LEONARDO! ALAN DE CARA ESTRANHA… CURIOSO E INTRIGADO, ELE DECIDE FUÇAR ALI, VAI A SEUS ARQUIVOS; FOTOS E “THARAM!” VÁRIAS FOTOS DE LEONARDO, SEU AMIGO, QUE HAVIA SIDO MORTO A FACADAS PELO ASSASSINO MISTERIOSO. FOTOS COM LUÍZA… ALGUNS VÍDEOS… ELE ENTÃO COMEÇA A LIGAR OS PONTOS E NESSE MOMENTO QUE DAVID ADENTRA A SALA E ALAN FICA A ENCARÁ-LO SERIAMENTE. 

DAVID             – Por que me olhas assim, agente? 

ALAN              – Desde o primeiro dia que eu te vi aqui eu desconfiava que te conhecesse de algum lado, mas agora, vendo essas fotos, esses vídeos e o nome do usuário; eu tenho a certeza que já te conhecia, aliás, conheço. Leonardo! 

DAVID PERMANECE EM SILÊNCIO, ENGOLE EM SECO…

CORTAR PARA: 

CENA 19. BARRACO DE CÉSAR. INTERIOR. DIA. 

ABRE EM CÉSAR. LOBÃO À PARTE. 

CÉSAR             – Pois é, foi isso. Acabei me cortando com um canivete!

LOBÃO            – Toma mais cuidado da próxima vez! Bom. Eu vim aqui porque eu preciso falar contigo…

CÉSAR             – Pode falar.

LOBÃO            – Não aqui. Tem que ser num local mais discreto. Consegues andar? Podes vir comigo? 

CÉSAR             – Posso, posso sim. Meu ferimento não foi tão profundo assim. Foi de leve. Só um detalhe: o Gabriel. Ele fica como? 

LOBÃO            – Não te preocupes, o Igor está a cuidar dele!

CÉSAR             – Ok. Se tu dizes. Eu confio. Vamos!

CÉSAR PASSA À FRENTE. LOBÃO SÉRIO O SEGUE. 

CORTAR DESCONTÍNUO: 

CENA 20. CAMPO DESÉRTICO. EXTERIOR. DIA.

CARRO DE LOBÃO PARANDO POR ALI. CORTA PRO INTERIOR DO VEÍCULO: CÉSAR ESTRANHA O LOCAL. LOBÃO ARRANCA SUA BLUSA E JOGA NO BANCO DE TRÁS. 

CÉSAR             – (olhando p/ Lobão, confuso) O que viemos fazer aqui, Lobo? 

LOBÃO            – Desce. Vem. (desce) 

CÉSAR DESCE EM SEGUIDA, OS DOIS VÃOS PARA FRENTE DO CARRO… LOBÃO MAIS À FRENTE, COM A MÃO NA CINTURA, OBSERVA O AMBIENTE… SOL RACHANDO. CÉSAR AINDA SEM ENTENDER NADA…

CÉSAR             – É aqui onde iremos conversar? 

LOBÃO            – Não é exatamente uma conversa. Vim mais pra isso… (o surpreende com um beijo voraz, sedento de prazer) 

ELE SEGURA FORTE O ROSTO DE CÉSAR COM SUA MÃO, O OBSERVA COM UM OLHAR PENETRANTE E VOLTA A BEIJÁ-LO… CÉSAR CORRESPONDE… OS DOIS SE PEGAM ALI… TESTOSTERONA PURA É EXALADA NO AMBIENTE. A BLUSA DE CÉSAR É ARRANCADA. OS DOIS DESPIDOS DA CINTURA PRA CIMA. LOBÃO O AGARRA COM VONTADE, APALPA SUA BUNDA SOBRE A BERMUDA, E DEPOIS, PÕE SUA MÃO POR DENTRO TOCANDO EM SUA BUNDA… BEIJA, LAMBE SEU PESCOÇO… TUDO COM MUITA INTENSIDADE… CÉSAR TOCA EM SEU PAU SOB A BERMUDA E MASSAGEIA-O… LOBÃO ENTÃO SE AGACHA UM POUCO E PASSA A CHUPAR OS MAMILOS DE CÉSAR, COM VONTADE E SUCÇÃO… BAIXA A BERMUDA DE CESAR, QUE ESTÁ SEM CUECA, LENTAMENTE APALPANDO COM FORÇA SUA BUNDA. DESCE DEVAGARZINHO BEIJANDO SEU ABDÔMEN, BARRIGA ATÉ CHEGAR A SEU PAU QUE ESTÁ MEIA-BOMBA… O PEGA COM A MÃO E O LEVA ATÉ SUA BOCA, O CHUPA, DE INÍCIO LENTO, JÁ PRO MEIO; COM AGILIDADE. CÉSAR BOMBA EM SUA BOCA COM VONTADE. GEME DE PRAZER. BATE SEU PÊNIS NO ROSTO DE LOBÃO, QUE O OLHA, SORRINDO, O “PUNHETANDO…” VOLTA A CHUPÁ-LO… LEVANTA-SE, O BEIJA NA BOCA VORAZMENTE… BAIXA SUA BERMUDA, ONDE FAZ SEU PAU, JÁ DURO FEITO ROCHA SALTAR PRA FORA… CÉSAR SE AGACHA, FICANDO DE CÓCORAS, O CHUPA, O “PUNHETA”, COSPE EM SEU PAU… LOBÃO SEGURA FORTE EM SUA CABEÇA E ENFIA SEU PÊNIS COM VONTADE ATÉ A GARGANTA DELE, OCASIONANDO UM ENGASGO, APÓS ESFREGA SEU PAU MELADO DE CUSPE EM SEU ROSTO. LOBÃO URGE DE PRAZER. ELE SE INCLINA UM POUCO BEIJA A BOCA DE CÉSAR E EM SEGUIDA DÁ UMA BOA CUSPIDA… ELE VOLTA A CHUPÁ-LO. LOBÃO BOMBA FRENETICAMENTE EM SUA BOCA…

LOBÃO            – Vem cá, vem, que eu quero te comer! 

LOBÃO DE MÃOS DADAS COM ELE, O TRAZ ATÉ SEU CARRO, O PÕE DE QUATRO SOBRE O CAPÔ… TAPEIA A BUNDA DE CÉSAR, QUE FICA AVERMELHADA, COSPE EM SUA MÃO E LUBRIFICA SEU PÊNIS, EM SEGUIDA COSPE NO CU DO MESMO E COMEÇA A PENETRÁ-LO, LENTAMENTE, PONDO APENAS A GLANDE – CABEÇA. – E EM SEGUIDA TODO O RESTO DO SEU PAU. O FODE FRENETICAMENTE E COM INTENSIDADE… CÉSAR GEME ALTO E SE CONTORCE DE PRAZER… A LUZ ESCALDANTE DO SOL FAZ O SUOR DE SEUS CORPOS BRILHAREM…

LOBÃO            – Nossa, que delícia! (enquanto o bomba) Eu amo-te! (sai em meio aos gemidos que ecoam no ambiente) Diz que me ama, diz! (puxando o cabelo do outro e lambendo o lóbulo de sua orelha) 

CÉSAR             – Eu te amo, caralho! AH! – geme. – Me fode vai. Porra! 

LOBÃO            – Toma pica, filho da puta! (o dá uma tapa em seu rosto, socando com força…)

A TRANSA SE PERDURA POR UM BOM TEMPO ATÉ QUE LOBÃO PERCEBE ESTÁ PRÓXIMO A EJACULAR. – GOZAR. – ELE ANUNCIA:

LOBÃO            – Ah! Vou gozar! (tira seu pau de dentro de César) Vem, fica aqui, abaixa. Quero sujar essa sua Carinha de porra! (o ajudando a descer) 

CÉSAR FICAR DE CÓCORAS, ENQUANTO LOBÃO FICA A SUA FRENTE, SE MASTURBA, FRENETICAMENTE, SUOR RESPINGA DE SEU ROSTO… CÉSAR TAMBÉM SE MASTURBA. LOBÃO URGE, SUA EJACULAÇÃO ESTÁ PRÓXIMA, ELE LEVA SEU PAU AO ROSTO DE CÉSAR E JATOS DE ESPERMA SÃO JORRADOS EM SEU ROSTO.

LOBÃO            – Ahhh! Caralho! – após ejacular.

LOGO EM SEGUIDA CÉSAR EJACULA…

CÉSAR       – Delicia! (balança seu pênis) 

… RESPINGOS DE ESPERMA FICAM EM SUA MÃO…

LOBÃO ESTENDE SUA MÃO, E O AJUDA A LEVANTAR-SE. OS DOIS FICAM UM DE FRENTE AO OUTRO. BEIJAM-SE. SEUS CORPOS NUS, SUADOS, BEM COLADOS… UMA LÁGRIMA ESCORRE NO ROSTO DE LOBÃO… CÉSAR NOTA E JÁ INDAGA:

CÉSAR             – Estás a chorar, Lobo? 

LOBÃO            – Não, é só um cisco que entraste no meu olho, é isso! (limpa sua lágrima)

DE CERTA FORMA, SIM, ELE ESTÁ EMOCIONADO.

CÉSAR             – Sei…

LOBÃO            – Sabe nada! (com pressa) Vamos, cata teu short, blusa, veste e vamos embora! (dar um tapa na bunda do outro e pega sua bermuda)

CÉSAR             – Ok. 

ELES SE VESTEM, ENTRAM NO CARRO E VÃO EMBORA.

CORTAR PARA: 

FINAL DO CAPÍTULO.

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NAVEGAR

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