CENA 1/ INTERIOR/ NOITE/ HOSPITAL/ QUARTO

         Continuação da última cena do capítulo anterior.

Bruno vê Kaio beijando o rosto de Camila ao entrar no quarto. Ela percebe e Kaio se afasta, um pouco envergonhado.

         CAMILA – Oi, Bruno…

         O residente chega por trás de Bruno, chamando atenção.

         RESIDENTE – Ei, quem é você? Não pode entrar assim no quarto, sem permissão.

         BRUNO – Desculpa. Acho que eu não devia ter vindo mesmo…

         Bruno sai, decepcionado.

         KAIO – Acho que ele entendeu tudo errado…

         RESIDENTE – (chega perto de Camila) Como está se sentindo?

         CAMILA – Não sei… Eu preciso falar com minha mãe.

         RESIDENTE – Daqui a pouco levo você pra conversar com ela, com mais calma, tá bem?

         CAMILA – Tá…

         O residente sai.

         CAMILA – Isso tudo tá parecendo um pesadelo…

         KAIO – O que sua mãe te falou, que te deixou tão nervosa?

         CAMILA – O Laerte, é meu pai. E foi ele que afogou minha mãe.

         KAIO – (chocado) O que?

         CAMILA – É, eu sei, parece mentira…

         KAIO – Será que a dona Olinda não tá confundindo as coisas? Depois de tanto tempo em coma…

         CAMILA – Eu senti que ela tava falando a verdade, e essa história faz todo sentido… Infelizmente.

         KAIO – Meu Deus, que espécie de gente é aquele Laerte.

         CAMILA – Dá pior espécie… Me faz um favor, vai lá ver se minha mãe tá bem…

         KAIO – Tá bom. Vou falar com o Bruno também, acho que ele não gostou do que viu…

         CAMILA – Ah, não foi nada demais. Ele que é dramático.

         KAIO – Mas não quero causar nenhum atrito entre vocês… Já volto.

         Kaio sai. Camila pensativa, respira fundo.

         CORTA PARA/

CENA 2/ INTERIOR/ NOITE/ HOSPITAL/ RECEPÇÃO

         Bruno vem do corredor, frustrado. Jurandir o aborda.

         JURANDIR – Ué, já vai? A Camila tá bem?

         BRUNO – Tá sim… E muito bem acompanhada. Ela não precisa de mim. Fui ver a Olinda, mas só pode entrar um por um. Amanhã venho visitar ela. Até mais.

         JURANDIR – Até…

         Kaio vem correndo do corredor e chega perto de Bruno.

         KAIO – Bruno, não precisa ir embora.

         BRUNO – A Camila não precisa de mim, ela já tem você.

         KAIO – (sussurra) Bem que ela disse que você essa dramático…

         BRUNO – O que?

         KAIO – Nada… Só quero dizer que o que você viu foi só um beijo no rosto, um gesto de carinho. Camila é minha amiga, e eu não vejo ela a muito tempo. Como você acha que eu me senti quando encontrei ela naquela situação?

         BRUNO – Desculpa… Mas eu prefiro voltar depois…

         Bruno sai. Kaio e Jurandir estranham a atitude dele.

         JURANDIR – Ele é muito ciumento…

         KAIO – Muito infantil, isso sim!

         CORTA PARA/  

CENA 3/ INTERIOR/ NOITE/ HOSPITAL/ QUARTO

         Judite inconsolável ao saber que Laerte era amante de Jamily.

         JUDITE – Eu desconfiava daquele traste, mas achei que tava louca. Achei que seria muito absurdo ele fazer isso.

         OLINDA – Pois ele fez! Ele não vale nada!

         INSERT – CENA 25 – CAPÍTULO 19

Laerte, perto da piscina, falando ao telefone, muito nervoso.

LAERTE – Os incompetentes dessa clinica mataram a Jamily, é isso?

Vemos Olinda mais distante, ouvindo tudo.

LAERTE – Que merda! Bom, pelo menos meu nome não tá envolvido nisso. (pausa) Você já saiu daí, né? Por que a polícia deve parar ai! (pausa) Acho bom. Depois te encontro pra te pagar pelo serviço! Fiquei com medo da Jamily não aparecer aí. (pausa) É uma pena ela ter morrido. Era gostosa pra caramba! (pausa) Mas eu não ia continuar a ficar com ela. Tô desconfiado de que ela é filha da minha empregada. (pausa) Pois é, dei esse mole. Agora chega de papo, preciso voltar pra festa se não vão vir atrás de mim. Valeu!

Laerte desliga o telefone e ao se virar, dá de cara com Olinda.

LAERTE – (assustado) Tá fazendo o que aqui, desgraçada! Você tá querendo acabar com minha noite, é isso?

OLINDA – Eu pensei que poderia deixar minha filha trabalhar com você por algum tempo, antes de dizer que você é o pai dela, mas pelo visto, você é mais monstruoso do que eu pensava!

LAERTE – Você devia agradecer por eu ter conseguido tudo isso pra sua filha. (se exalta) E eu não quero que ela saiba que eu sou o pai dela! Minha relação com ela tem que continuar apenas profissional!

OLINDA – Eu não vou permitir que minha filha continue perto de um assassino!

LAERTE – Tá falando do que, maluca?

OLINDA – (se aproxima dele) Você é amante da filha da Judite, não é? E ela morreu! Foi você quem causou isso, não foi?

LAERTE – Cala essa sua boca!

OLINDA – Meu Deus, coitada da Judite… Você é um monstro, Laerte! Um monstro!

FIM DO INSERT

OLINDA – Eu não sei como a gente vai provar tudo isso que ele fez… Posso pedir a ajuda do Kaio, ele se formou em direito… Mas o Laerte precisa pagar por isso.

JUDITE – Ele vai pagar, pode ter certeza!

Judite vai saindo, decidida.

OLINDA – Pera aí, onde você vai!

JUDITE – Vou fazer aquele desgraçado pagar pelo que fez!

Judite sai batendo a porta do quarto. Olinda preocupada.

CORTA PARA/

CENA 4/ EXTERIOR/ NOITE – DIA/ STOCKSHOTS

         Takes de vários pontos da cidade durante a noite.

         Imagens da praia de Copacabana e um lindo nascer do sol.

         Plano geral no hospital.

         CORTA PARA/

CENA 5/ INTERIOR/ DIA/ HOSPITAL/ QUARTO

         Olinda feliz, com Camila, Brenda e Jurandir ao lado dela.

         OLINDA – Achei que nunca mais teria essa sensação boa de estar com vocês…

         BRENDA – Eu também fiquei com muito medo…

         JURANDIR – Fiquei com medo de não poder te pedir perdão mais uma vez, Olinda…

         OLINDA – Isso não importa mais… Já passou.

         CAMILA – Até eu te perdoei, Jurandir… (pausa) Ah, agora preciso lidar com o Laerte.

         OLINDA – Não, não quero você perto dele.

         JURANDIR – Eu já chamei a polícia e informei a médica que você precisava prestar um depoimento, Olinda.

         OLINDA – Quero fazer isso.

         CAMILA – Não sei se vai adiantar…

         JURANDIR – A gente precisa ser otimista.

         A médica abre a porta do quarto.

         MÉDICA – Bom dia, família… Preciso levar a dona Olinda pra uma ressonância, ok?

         CAMILA – Por que? O que ela tem?

         MÉDICA – O exame de sangue apresentou níveis inadequados de alguns nutrientes. Mas não parece nada grave, só precisamos confirmar a situação dela com a ressonância.

         CAMILA – Ok…

         CORTA PARA/

CENA 6/ INTERIOR/ DIA/ HOTEL/ SUITE PRESIDENCIAL

         Josias e Ana Alice dormem abraçados. Ana Alice acorda.

         ANA ALICE – Josias. Josias… A gente precisa ir.

         JOSIAS – (acorda lentamente) Sério?

         ANA ALICE – Já tá tarde. Vamos.

         JOSIAS – Ah, você é muito estraga prazeres…

         Ana Alice se levanta e puxa o cobertor de Josias.

         CORTA PARA/

CENA 7/ INTERIOR/ DIA/ AEROPORTO

         Marisa espera Giselle desembarcar. Giselle aparece em meio as dezenas de pessoas e corre pra abraçar a amiga.

         MARISA – Que saudade, sua vaca!

         GISELLE – Isso é maneira de me receber?

         MARISA – Tô revoltada por ter demorado tanto pra voltar.

         GISELLE – Também estava com saudade… Mas tava maravilhoso ficar lá com o Arthur.

         MARISA – (sorri, maliciosa) Sei…

         GISELLE – Como vão as coisas? E o programa?

         MARISA – Giselle, tá uma barra… A audiência não para de cair, to com medo de perder meu emprego.

         GISELLE – Não tem mais minhas polêmicas né.

         MARISA – Sinto falta mesmo… A Camila Oliveira não causa um escândalo, mas mais cedo eu recebi uma bomba sobre ela.

         GISELLE – O que aquela pirralha aprontou?

         MARISA – Nada, mas parece que a mãe dela acordou do coma.

         GISELLE – Aquela que se afogou na festa na minha em casa?

         MARISA – Exatamente.

         GISELLE – Ainda bem que eu nem estava aqui…

         MARISA – Tá preferindo ficar longe de tudo né. Nem parece a antiga Giselle. Vamos pra onde?

         GISELLE – Pra minha casa, ué!

         CORTA PARA/

CENA 8/ INTERIOR/ DIA/ HOSPITAL/ SALA DE RESSONÂNCIA

         Olinda sendo examinada pelo aparelho de ressonância. A médica e um residente do outro lado, observando os resultados.

         Instantes. O resultado aparece no monitor. A médica se preocupa.

         MÉDICA – Não é possível…

         RESIDENTE – (chega perto do monitor, curioso) É um tumor?

         MÉDICA – Sim… No estômago e está afetando os rins. Por isso os resíduos no sangue… Droga!

         Nesse momento, Olinda começa a ter uma convulsão. Os médicos correm para socorrê-la.

         CORTA PARA/

CENA 9/ EXTERIOR/ DIA/ MANSÃO RIOS/ ENTRADA

         Plano geral na mansão.

         Ana Alice para com seu carro e entra.

         CORTE RÁPIDO PARA/

CENA 10/ INTERIOR/ DIA/ MANSÃO RIOS/ SALA

         Ana Alice passa pela sala e sobre as escadas.

         Laerte vem da cozinha, de roupão e com copo de uísque na mão. Ana Alice para no meio do caminho ao ouvir a voz dele.

         LAERTE – (irônico) Bom dia, querida!

         ANA ALICE – (se assusta) Que susto Laerte! Bom dia… (volta a subir)

         LAERTE – Espera ai! Posso saber onde você estava?

         ANA ALICE – Na Abigail, ué. Te falei isso ontem!

         LAERTE – Ah sim… (pausa, joga o copo de uísque na parede e grita) E você acha que eu acredito nisso, sua desgraçada!

         Ana Alice se apavora. Laerte sobe as escadas atrás dela.

         LAERTE – Eu vou acabar com você!

         Ana Alice corre.

         CORTE RÁPIDO PARA/

         Ana Alice chega no corredor. Laerte atrás. Ela entra rapidamente no quarto dela e se tranca. Laerte bate fortemente na porta.

         LAERTE – (grita, furioso) Abre Ana Alice! Eu vou te matar, vagabunda! Abre!

         Tensão!

         CORTA PARA/

CENA 11/ INTERIOR/ DIA/ HOSPITAL/ CORREDOR

        Camila e Jurandir ansiosos. Ela fala ao celular.

CAMILA – Chegou bem, Terezinha? Como tá a Brenda? (pausa) Não, ela ainda está fazendo o exame, mas não fala nada pra Brenda, não é nada grave. (pausa) Tá bem. Qualquer novidade eu ligo. (desliga)

A médica sai da sala de exames, empurrando Olinda desacordada na maca. Camila e Jurandir chegam perto, desesperados.

         CAMILA – O que aconteceu! Mãe!

         MÉDICA – Ela precisa ir pro centro cirúrgico.

         Olinda é levada para a ala cirúrgica. O residente fica pra explicar a situação.

         RESIDENTE – Vamos pra um lugar mais reservado.

         JURANDIR – Não, pode falar aqui!

         CAMILA – O que aconteceu? Ela estava tão bem, meu Deus… Isso é um pesadelo!

         RESIDENTE – A ressonância acabou revelando um tumor, que se espalhou pelo estômago e afetou também os rins. Ele cresceu rapidamente e a única saída é a retirada dele e depois, se tudo der certo, ela terá que passar por processos de hemodiálise.

         CAMILA – Como pode isso? Esse câncer voltar do nada…

         RESIDENTE – Durante o coma ela não apresentou sintomas. O hemograma que fizemos há duas semanas estava completamente normal. Só que o que fizemos ontem que apresentou o problema…

         JURANDIR – Mas ela vai sair dessa, não é?

         CAMILA – A cirurgia vai resolver, não vai?

         RESIDENTE – É uma cirurgia bem complicada, mas nossos médicos farão de tudo para manterem sua mãe viva.

         CAMILA – Eu não posso perder minha mãe…

         Jurandir abraça Camila. Instantes. Emoção.

         CORTA PARA/

CENA 12/ INTERIOR/ DIA/ CASA DE JUDITE/ SALA

         Judite em pé, nervosa. Josias chega, sorridente.

         JUDITE – (nervosa) Onde você se meteu, moleque!

         JOSIAS – Tava com a Ana Alice.

         JUDITE – O que? Você dormiu com minha patroa?

         JOSIAS – A senhora já sabia que a gente já estava se vendo…

         JUDITE – Isso só vai dar mais problema…

         JOSIAS – Do que tá falando? Por que tá tão nervosa assim?

         JUDITE – A Olinda acordou!

         JOSIAS – A esposa do Jurandir?

         JUDITE – Isso.

         JOSIAS – Temos que visitar ela.

         JUDITE – Eu já fui, ontem à noite.

         JOSIAS – E como ela está?

         JUDITE – Ela me revelou tudo, Josias. Ele me contou a verdade, que o Laerte era o amante de Jamily. Ele obrigou minha filha a abortar…

         JOSIAS – (nervoso) Eu já desconfiava disso! Mas não queria afirmar nada… E como a Olinda tem certeza disso?

         JUDITE – Ela ouviu ele falando disso na festa.

         JOSIAS – A gente precisa fazer ele pagar por isso.

         JUDITE – Pois é. Por isso eu tava te esperando.

         JOSIAS – O único jeito é a Olinda contando isso pra polícia.

         JUDITE – O Jurandir disse que ela vai fazer isso hoje.

         JOSIAS – Então vamos pro hospital, que a gente reforça o depoimento dela.

         JUDITE – Vamos!

         Judite pega sua bolsa no sofá e os dois saem, decididos.

         CORTA PARA/

CENA 13/ INTERIOR/ DIA/ MANSÃO RIOS/ QUARTO DE ANA ALICE

         Ana Alice na cama, muito apavorada. Laerte continua a bater e gritar. De repente, faz silêncio.

         Ela se levanta lentamente e vai se aproximando da porta, quando Laerte arromba o cômodo violentamente. Desesperada, Ana Alice corre pro banheiro.

         CORTE RÁPIDO PARA/

         Ana Alice com as costas apoiadas na bancada do banheiro, com sua mão perto de desodorantes. Laerte entra e fica em sua frente.

         LAERTE – Agora não tem como você escapar, ordinária!

         Tensão. Eles se encaram. Ana Alice tenta alcançar o desodorante, lentamente, sem que Laerte perceba.

         CORTA PARA/

CENA 14/ INTERIOR/ DIA/ HOSPITAL/ SALA DE CIRURGIA

         Olinda aberta na mesa. Os médicos operando incansavelmente.

MÉDICA – O tumor é maior do que a ressonância mostrou…

RESIDENTE – Mas dá pra remover?

MÉDICA – Vamos tentar…

O monitor indica parada cardíaca. Rapidamente, eles aplicam o desfibrilador.

         MÉDICA – Afastem!

         Ela tenta mais vezes. Suspense!

         CORTE RÁPIDO PARA/

CENA 15/ INTERIOR/ DIA/ HOSPITAL/ SALA DE ESPERA

         Jurandir e Camila tristes esperando algum resultado. A médica e o residente se aproximam. Camila e Jurandir se levantam imediatamente.

         CAMILA – E então? Como ela está.

         MÉDICA – A sua mãe…

         JURANDIR – Fala doutora!

         Close no rosto da médica. Instantes. Tensão.

         CORTA PARA/

CENA 16/ INTERIOR/ DIA/ MANSÃO RIOS/ QUARTO DE ANA ALICE/ BANHEIRO

         Continuação da cena 13.

         Laerte continua a encarar Ana Alice e ela tenta pegar o desodorante.

         ANA ALICE – Se você fizer alguma coisa comigo, você vai ser preso!

         LAERTE – Talvez… Mas eu te mato antes, desgraçada!

         Num rápido movimento, Ana Alice pega o desodorante e joga nos olhos de seu marido. Laerte fica cego por instantes, Ana Alice o empurra pra um canto do banheiro e sai correndo. Laerte limpa os olhos e vai atrás.

         CORTE RÁPIDO PARA/

CENA 17/ INTERIOR/ DIA/ MANSÃO RIOS/ SALA

         Plano geral da sala. Vemos Ana Alice chegar no topo da escada, prestes a descer, quando Laerte pega em seus braços e os dois saem de cena.

         LAERTE – (off) Você vai pagar por ter mentido pra mim!

         Ouve os sons de Laerte agredindo com inúmeros chutes e socos. Ela grita de dor e pede por socorro. Instantes.

         ANA ALICE – (grita) Para Laerte! Socorro!!!

         Chega um momento em que Ana Alice para de gritar e Laerte para de agredi-la. Vemos ele chegar perto da escada, passando a mão suja de sangue nos olhos, que continuam a arder.

         CORTE RÁPIDO PARA/

CENA 18/ INTERIOR/ DIA/ MANSÃO RIOS/ CORREDOR

         Close no corpo de Ana Alice no chão, com as roupas sujas de sangue e feridas nos braços, pernas, barriga e rosto. Ela olha pra Laerte, que está em pé, perto da escada.

         LAERTE – Eu devia te bater mais por quase ter me cegado, desgraçada!    

         Ana Alice tenta se levantar.

         Close frontal em Laerte, ainda limpando os olhos. De repente, Ana Alice surge de pé atrás dele e antes que ele pudesse se defender, o empurra escada a abaixo.

         Em câmera lenta, Laerte rola os degraus. Quase chegando ao final da escada, ele bate a cabeça fortemente numa decoração circular do corrimão.

         Laerte cai e uma poça de sangue começa a se formar em volta da cabeça dele.

         No topo da escada, Ana Alice se ajoelha e chora. Instantes.

         Nesse momento, Giselle abre a porta da sala e ao dar da cara com o corpo de Laerte e sua mãe toda machucada no topo da escada, solta um grito altíssimo! Closes alternados entre as duas.

FIM DO CAPÍTULO

A Widcyber está devidamente autorizada pelo autor(a) para publicar este conteúdo. Não copie ou distribua conteúdos originais sem obter os direitos, plágio é crime.

LEIA MAIS DESTE CONTEÚDO:

Pesquisa de satisfação: Nos ajude a entender como estamos nos saindo por aqui.

>
Rolar para o topo