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Doces Mentiras: Capítulo 40 – Último

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Maria Estela vai ao encontro da chantagista que pegou seu diário e, para sua surpresa, encontra Carla.

Maria Estela: – Eu sabia que você era tão bandida quanto aquele desgraçado do Maurício!

Carla: – Que é isso dona Maria Estela? Quanta agressividade, só estamos aqui para fazer negócios.

Maria Estela: – Por mim eu não teria negócio nenhum com você sua vagabunda!

Carla: – Alto lá hein! Vê como fala comigo que a senhora não é nenhum exemplo a ser seguido. E vamos direto ao assunto, cadê minha grana?

Maria Estela abre a maleta com o dinheiro.

Maria Estela: – Tá tudo aí, pode conferir!

Carla: – Eu confio na senhora. –risos.

Maria Estela: – Pois não devia e vamos logo com isso, cadê o diário?

Carla: – Cadê o comprovante da transferência do restante do dinheiro?

Maria Estela: – Pobre é uma desgraça mesmo, tá aqui a porcaria do comprovante.

Carla: – Não tem ninguém pobre aqui. –risos. Toma aqui seu precioso diário, ah, e toma cuidado com isso hein.

Maria Estela: – Não preciso dos seus conselhos.

Carla: – Foi um prazer negociar com a senhora.

Maria Estela se afasta e antes de chegar à porta do quarto, ela tira da bolsa um revólver e aponta para Carla.

Carla se assusta.

Maria Estela: – Se você leu esse diário garota, se é que você sabe ler, devia ter aprendido uma coisa: que eu não jogo para perder.

Carla: – Abaixa essa arma velha, você nem tem mais idade pra essas coisas.

Maria Estela: – Vagabunda! – Maria Estela atira num quadro na parede atrás de Carla.

Carla consegue se abaixar atrás de um sofá.

Maria Estela se aproxima do sofá, mas não percebe onde Carla está.

Maria Estela: – Aparece sua infeliz! Onde está você?

Carla surpreende a megera e derruba o revólver de suas mãos.

Maria Estela: – Me solta sua maldita! Vou acabar com você.

Carla coloca as mãos em volta do pescoço da megera e aperta, as duas caem no chão.

Carla: – Não tenho mais nada pra perder sua velha! Morre!

Maria Estela passeia a mão sobre uma pequena mesa de centro em busca de algum objeto.

 

No andar do hotel onde Carla está hospedada…

Alguém caminha em direção ao quarto da vilã, scarpin vermelho, vestido justo, sem mostrar seu rosto.

De volta ao quarto do hotel onde Carla e Maria Estela se enfrentam.

Maria Estela consegue pegar um cinzeiro e acerta Carla, fazendo com que ela se afaste.

A megera rapidamente pega o revólver outra vez.

Maria Estela: – Vadia! –a megera engatilha o revolver e aponta para Carla.

Na delegacia…

Maurício fica surpreso com a visita que recebe.

Maurício: – Veio tripudiar em cima de mim seu imbecil?

Almeida: – Confesso que não resisti e também que é um prazer enorme te ver enjaulado.

Maurício: – O que é teu tá guardado ô maricona! Todo mundo vai saber do que você gosta.

Almeida: – Não queria te decepcionar, mas todas aquelas coisas que você tinha a meu respeito viraram pó, eu mesmo me encarreguei disso.

Maurício: – Quem tá te ajudando hein seu babaca? Você não arquitetaria tudo isso sozinho.

Almeida: – Posso dizer que essa pessoa tem muita mágoa de você viu e neste exato momento ela deve tá cuidando da sua noiva bandida.

 

 

De volta ao hotel onde Carla está…

Carla: – Atira logo sua velha! Tô cansada disso, anda!

As duas são interrompidas por uma voz feminina.

Suzana: – E me tirar o prazer de te dar o que você merece Carla?

Carla não acredita no que vê.

Maria Estela: – Suzana?

Suzana: – Eu mesma dona Maria Estela.

Maria Estela: – O que faz aqui? Veio me chantagear também?

Suzana: – Tenho umas contas pra acertar com essa daí.

Maria Estela: – Então entra na fila.

Suzana também segura uma pistola e bate com ela na cabeça de Maria Estela que cai desacordada.

Suzana: – Vou ficar te devendo somente a água do mar, mas o tiro que você me deu, eu vou te devolver.

Carla: – Espera! Eu tenho muito dinheiro aqui, esquece essa vingança e a gente divide tudo.

Suzana: – Pra que? Se eu  posso ficar com tudo.

Carla: – Nem tudo! Não conseguiu prender o Maurício.

Suzana: – Ah não? E onde ele está agora?

Carla: – Foi você, claro que foi você que armou tudo, a gente ia ficar rico e agora eu tô aqui nessa merda sua piranha! Por sua culpa!

Carla avança na direção de Suzana que sem titubear atira na vilã.

Carla cai ali, com um tiro no peito.

Suzana limpa suas digitais e coloca a arma na mão de Maria Estela que ainda está desacordada.

Alguém havia chamado a polícia e já era possível ouvir as sirenes, Suzana sai então rapidamente da cena do crime.

 

No hospital…

Marcelo se recuperava do tiro que Alexandre lhe deu.

Ingrid: – Ai Cello, que susto você deu na gente!

Marcelo: – O que importa é que eu tô inteiro e que minha irmã agora está livre daquele crápula.

Carolina: – Verdade meu irmão, o que importa é que você está bem.

Marcelo: – E essa novidade aí hein Billy? Vocês querem me dizer alguma coisa?

Billy: – Sim Marcelo, essa deusa aqui é minha namorada agora. –risos.

Ingrid: – Seu bobo! –risos.

Marcelo: – Agora sim! Quero ser padrinho dos dois viu?!

Carolina: – E eu madrinha!

Ingrid: – Com toda certeza. –risos.

 

Apesar de toda a tragédia as coisas acabaram entrando nos eixos para a família Duarte e o mais novo casal do momento é só alegria.

 

Algumas horas mais tarde, no cortiço…

Ligia recebe a ligação do hospital para onde levaram Carla.

Ligia: – Ai meu Deus, é sim, minha prima! Estou indo.

Dulce: – O que foi filha?

Ligia: – Carla tá no hospital, parece que foi baleada.

Dulce: – O que? Vamos pra lá agora filha, essa menina, o que fizeram com ela?

Ligia: – Vamos, eu já pedi um táxi.

 

As duas saem para o hospital as pressas.

Na mansão Brito de Carvalho…

Sônia e Eduardo conversavam.

Sônia: – Que moça adorável Edu essa sua nova namorada.

Eduardo: – É mesmo mão, e eu tô tão apaixonado, vou pedir ela em casamento.

Sônia: – A minha bênção os dois já tem.

Ofélia interrompe os dois.

Ofélia: – Dona Sônia, telefone pra senhora.

Sônia: – Quem é?

Ofélia: – É da delegacia dona Sônia.

Sônia: – Boa tarde, sim é minha sogra, tudo bem, obrigado.

Sônia desliga.

Eduardo: – Que foi mãe?

Sônia: – Sua avó atirou numa moça e foi presa, mas parece que tem mais coisa, vamos pra lá filho.

Eduardo: – Claro, vamos!

 

No hospital…

O médico que atendeu Carla conversa com Dulce e Ligia.

Médico: – Infelizmente não tenho boas notícias.

Dulce: – Minha menina vai ficar bem doutor?

Médico: – Temo que não, fizemos uma cirurgia de urgência para retirada da bala, ela perdeu muito sangue e o outro agravante é que o disparo foi muito próximo ao coração, não temos muitas esperanças.

Dulce: – Meu Deus, que dor! Podemos pelo menos ver ela doutor?

Ligia: – É rápido doutor, minha tia está bastante aflita.

Médico: – Tudo bem, ela ainda está sob efeito de sedativos e peço que não tenha fortes emoções, é por aqui, me acompanhem.

Num leito de UTI, Carla respira com ajuda de aparelhos.

Dulce: – Minha filha, o que você fez da sua vida?

Ligia: – Calma tia.

Dulce: – Eu devia ter sido mais rígida com você, eu sempre te deixava comer doces na hora que você queria. Acho que não fui uma boa tia ou uma boa mãe.

Ligia: – Não diz isso tia, você é a melhor mãe e melhor tia desse mundo, a Carla foi refém das escolhas dela.

Dulce se aproxima e pega no dedo mindinho da sobrinha, Carla mexe lentamente o dedo e os aparelhos param de registrar sinais vitais.

Dulce em prantos se abraça com Ligia.

 

Na delegacia…

Sônia e Eduardo conversam com a delegada Adriana.

Eduardo: – Boa tarde delegada Adriana, eu estou aqui representando dona Maria Estela.

Adriana ri, em tom de ironia.

Adriana: – Então eu te desejo boa sorte meu caro, você tem um longo e doloroso caso pela frente.

Sônia: – Não estou entendendo delegada.

Adriana: – A dona Maria acaba de matou uma mulher hoje, a queima roupa, e, além disso tudo, tem isso aqui ainda.

A delegada mostra o diário para Eduardo e Sônia que ao lerem as primeiras páginas já ficam horrorizados.

Sônia: – Meu Deus, mas isso é de Maria Estela?

Eduardo: – Ela matou o vovô?

Adriana: – Isso mesmo Eduardo, ao que tudo aponta, sua vó estava sendo chantageada pela mulher que ela matou, esse diário pertence a sua avó e tudo escrito nele aparentemente foi ela mesma que escreveu.

Sônia: – Eu não posso acreditar,isso é monstruoso.

Adriana: – Apesar da maioria dos crimes que ela descreve já terem prescrevido ela vai ser julgada pelo assassinato recente que cometeu e sabe-se Deus mais o que ela aprontou, irei apurar tudo.

‘’Maria Estela Brito de Carvalho foi amante de Ernesto Brito de Carvalho, seu marido e ‘’pai’’ de Inácio. Maria Estela assassinou a primeira mulher de Ernesto e grávida de outro homem conseguiu enganar Ernesto e entrar para uma das famílias mais ricas da época. A megera sempre teve um q de psicopatia e registrava tudo em seu diário com muito orgulho. ’’

Numa cela da delegacia, Maria Estela esbravejava…

Maria Estela: – Vocês vão se arrepender, eu sou Maria Estela Brito de Carvalho, eu vou mandar demolir essa porcaria de delegacia! Eu conheço o secretário de segurança seus miseráveis! Tirem-me daqui!

No apartamento da Família Silveira…

Verinha tem uma péssima surpresa.

Verinha: – Você não pode me deixar aqui sozinha Vicente!

Vicente: – Mas você não está sozinha, têm seus cremes, seus sapatos, eu tô cansado Verinha.

Verinha: – Foi só aquela cachorra da Sônia te chamar de volta pra construtora que você resolveu me deixar, isso Vicente, você está por cima e agora vai me deixar na pior.

Vicente: – Você também mostrou sua face Verinha diante da dificuldade, então não me venha com essa.

Verinha: – Como vou sobreviver?

Vicente: – A mesada que a Graziela tá mandando é bem generosa e se você economizar tenho certeza que sobrevive.

Verinha: – Então vai Vicente, vai! Vai puxar o saco daquela gente, eu vou saber me virar sozinha.

Vicente vai ficar num hotel por enquanto e muito em breve pretende arranjar seu próprio apê, enquanto isso, Verinha decide se come ou compra suas futilidades.

 

Alguma Semanas Depois…

  • Maria Estela foi julgada e condenada há prisão perpétua, no julgamento ela ainda assumiu que empurrou tia Leonor de escada abaixo.
  • Acontece o casamento duplo de Eduardo com Ligia e de Billy com Ingrid.

 

Na igreja…

Padre: – Noivos e noivas podem se beijar.

Todos os convidados aplaudem de pé o momento da união.

Na lanchonete Elvis…

A festa de casamento foi na lanchonete Elvis, coube todo mundo sim e dona Margarida e seu Domingos estavam numa alegria só.

Margarida: – Ah meu velho, eu sempre que quis fazer uma festança dessas viu, pena que nunca tivemo condições, mas hoje casando nosso único filho eu me sinto realizada!

Domingos: – Eu também queria te dar o céu minha bella ragazza

Sônia: – Margarida, Domingos, foi um prazer conhecer vocês, realmente está tudo muito lindo aqui e a comida de vocês é espetacular!

Margarida: – Obrigada dona Sônia! É uma honra também, vindo de uma mulher tão elegante!

Domingos: Nós ficamos felizes e agora também somos da mesma família! –risos.

Sônia: – Sim, sim, eu não tenho palavras pra emoção que estou sentindo em casar meus dois filhos assim, de uma só vez.

Margarida: – Olha, a Ligia é uma menina maravilhosa!

Sônia: – Já deu pra perceber. –risos.

E nesse clima de alegria, os casais e suas famílias comemoram suas uniões.

Alguns dias depois…

No cortiço…

Glória se despedia de Rodrigo que ia fazer uma viagem, o rapaz conseguiu um emprego de verdade como modelo.

Glória: – Meu filho, Deus te abençoe, toma cuidado e qualquer coisa me liga tá?

Rodrigo: – Pode deixar mamão, eu mantenho contato, já tô morrendo de saudade.

Na saída do cortiço, um carro aguardava Rodrigo e o jovem entra no carro dando adeus para sua mãe.

Marcelo: – Dormiu bem amor?

Rodrigo: – Só não foi melhor porque não foi contigo.

Marcelo e Rodrigo se conheceram através de Ligia e além da relação profissional, os dois agora também se encontraram no amor.

No apartamento de Carolina…

Carolina tomava café da manhã com Matheus.

Matheus: – Mamãe é verdade que eu não preciso mais passar a semana no colégio?

Carolina: – É sim filho! Agora você vai e volta pro colégio no mesmo dia e agora vamos que o senhor está bem atrasado e eu também, preciso ir para o ateliê.

Matheus: – Tá mamãe, eu te amo.

Carolina: – Eu também te amo meu filho.

 

Carolina finalmente vai seguir sua vida ao lado do filho sem mais nenhuma ameaça de violência doméstica. A artista agora vai se dedicar única e exclusivamente ao filho e ao seu trabalho.

 

Na mansão Brito de Carvalho…

Sônia chega da construtora.

Sônia: – Ofélia, tia Leonor acordou?

Ofélia: – Sim dona Sônia, ela já tá até na piscina com a fisioterapeuta.

Sônia: – Que ótimo! E Jonas?

Jonas: – Tô aqui.

Sônia: – Ofélia pode nos dar licença.

Ofélia: – Sim senhora dona Sônia.

A sós com Jonas, Sônia se declara.

Sônia: – Que bom que você voltou Jonas, eu precisava muito de você aqui.

Jonas: – Assim a senhora me deixa sem palavras, sou só o jardineiro.

Sônia: – Eu sei o que você sente, eu só queria que você soubesse que sinto o mesmo.

Jonas: – Dona Sônia?

Sônia se aproxima do rapaz e os dois se beijam apaixonadamente.

  • Sônia e Jonas finalmente assumiram seu amor, Ofélia deixou de ser empregada e passou a ser oficialmente a sogra de sua ex-patroa.
  • Tia Leonor voltou do coma e devido as lesões ela faz acompanhamento com fisioterapeutas.
  • Billy se mudou para o apartamento de Ingrid e agora como marido e mulher já fazem mil planos, e dentre eles os 5 netos que dona Margarida e seu Domingos estipularam.

 

No centro da cidade, próximo ao mercado municipal…

A dona de um salão de beleza coloca Verinha pra correr.

Dona do salão: – Rala daqui sua manicure de araque! Que trambiqueira!

Verinha: – Eu sou uma designer de unhas meu amor! Não tenho culpa se essas suas cliente tem cascos no lugar de pés e mãos.

A dona do salão joga uma bacia cheia de água suja e pedaços de unha na cabeça de Verinha.

Verinha: – Sua, sua… Aaaaaah! Não nasci pra isso.

 

Verinha deixou de pagar condomínio e as contas essenciais de uma casa para continuar vivendo no luxo e acabou despejada, agora não tem outra saída se não procurar trabalho e dividir uma quitinete com sua ex-empregada, o problema é que Verinha como boa perua que já foi nunca precisou trabalhar na vida e não sabe fazer absolutamente nada.

 

No aeroporto internacional da cidade…

Eduardo e Ligia estão aguardando para embarcar em lua de mel quando o advogado encontra um amigo.

Eduardo: – Ramiro?

Ramiro: Eduardo?

Eduardo: – Quanto tempo, está de visita ao país?

Ramiro: – Sim, sim, acabo de chegar com minha noiva, ela tá vindo ali.

Graziela: – Edu! Que surpresa!

Eduardo: – Nossa que surpresa mesmo! Deixe-me apresentar minha esposa, Ligia.

Ramiro: – Encantado.

Graziela: – Muito prazer Ligia!

Eduardo: – Então a gente tá indo , vocês tão chegando, foi muito bom reencontrá-los.

Ramiro: – Digo o mesmo, então boa viagem para o casal.

Eduardo: – Boa estadia para vocês também! Até mais!

Graziela: – Até mais gente!

 

 

Graziela conseguiu superar aquele amor reprimido que sentia por Edu e agora está apaixonada por Ramiro, um antigo sócio da construtora e diga-se de passagem, um galã de primeira linha também!

 

No presídio feminino…

Maria Estela não tem um minuto de paz com suas colegas de cela.

Detenta 1: – Olha lá a madame lendo seu livrinho. –risos.

Maria Estela: – Me deixe em paz suas ratazanas de esgoto.

Detenta 2: – Que é isso madama? Só porque você tem esse cabelo sedoso e essa pele fica pagando de boazuda? Aqui nós é tudo igual.

Maria Estela: – Já mandei me deixarem em paz, estão surdas?

Detenta 3: – Xii, ela tá nervosinha, segura ela aí Berta!

Detenta 1: – Pra já!

Maria Estela: – Me larga! Me solta sua crioula!

Uma das detentas tira uma tesoura do bolso e começa a cortar os cabelos de Maria Estela de uma maneira irregular.

Detenta 3: – Isso aqui madame é só pra você começar a perder a marra viu, da próxima eu corto outra parte do seu lindo corpinho enrugado.

Maria Estela grita, chora e se desespera, pela primeira vez , uma situação consegue desestabilizar emocionalmente a megera.

 

  • Enquanto Maria Estela come o pão que o diabo amassou, Suzana se diverte em algum lugar do mundo com todo o dinheiro que a megera havia dado para Carla.

 

 

Anoitece no cortiço…

Dulce aprendeu a mexer no computador por conta da loja de doces que vai abrir e agora não sai da frente da máquina.

Glória: – Dulce, com licença! Ainda tá trabalhando mulher?

Dulce: – Não Glorinha, tô aqui lendo o último capítulo da novela que eu acompanho nesse site maravilhoso aqui o Cyber Séries.

Glória: – Não sabia que você era noveleira Dulce. –risos.

Dulce: – Sou sim viu, só assim pra me distrair um pouco dessa vida tão difícil.

Glória: – Verdade minha amiga, ai mas já vou procurar o site pra ler essas histórias incríveis aí que você tanto fala.

Dulce: – Leia, você não vai se arrepender, ah e antes que eu me esqueça, tem novidade no site próxima segunda dia 02/07 viu, a partir das 21h!

Glória: – E o que é?

Dulce: – Um novelão aí dos bons, Insensatez é o nome dela, da autora Débora Costa que só escreve coisa boa, tô te dizendo, não perde.

Glória: Dulce então deixa eu ir, você já me deixou na vontade de ler.

Dulce:- Tchau Glorinha! Não esquece de  vir jantar aqui amanhã hein!?

 

No avião…

Eduardo: – Eu nunca vou te abandonar.

Ligia: – Nem eu.

Eduardo: – Ainda bem que eu quase te atropelei aquele dia. –risos.

Ligia: – Seu bobo!

 

‘’ A vida tem a cor e o sabor que você quiser, não adianta plantar o mal e esperar o bem porque não é assim que funciona! Quem nunca contou uma mentirinha que atire a primeira pedra. A mentira é como um doce, não exagere, pode fazer mal.’’

Alberto Sant’Anna

 

FIM

 

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