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Trailer e comentário do autor

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Comentários do autor 

A série Carmem que estarei estreando amanhã é livremente inspirada na novela de mesmo nome, escrita e criada pela a autora Glória Perez no ano de 1987, pela a extinta TV Manchete. A série somente se inspira no nome e na entidade que rege a história. Nomes de personagens, entre outros, não é igual ou é copiado da novela de Glória Perez. Inicialmente, a série era para ser uma novela, mas, porém, decidi escrever por temporadas, já que irei dividir a história em três fases, então, logo irei escrever três temporadas, uma para cada fase. 

Outra inspiração para essa série é o filme “A pele que habito” e vocês saberão o porquê disso brevemente na primeira temporada. 

Eu tive essa ideia louca de escrever essa série ao ver alguns vídeos da novela e decidi escrever sobre a Pomba-gira e sua diferente falange e sub-falange. E defender que a entidade de dona Maria Padilha não é um demônio ou uma entidade do mal. E sim uma entidade sábia, que ensina muito mais sobre o poder feminino às mulheres e é a donas das ruas, boemia e vielas junta de Zé Pilintra, o nosso “Seu Zé Pilintra”. 

O meu intuito é trazer essa entidade agindo e ensinando uma pessoa cheia de nuances, problemas pessoais, timidez, sofrimento, depressão, entre outros, a superar isso. Ter poder de si próprio, tem um magnetismo em seu olhar, ser forte, não deixar que ninguém o abuse de si, superar seus próprios demônios internos e ser uma pessoa melhor e iluminada. Eu quero trazer isso ao personagem e desmitificar isso da entidade de Maria Padilha, a dona das ruas. Porque ela ensina, ela ajuda, seu poder feminino destrói qualquer poder contrário a mulher. Eu não sou seguidor das religiões afros que a cultua, mas, respeito muito sua história e a quem ela é a entidade que desce, incorpora e, através da pessoa, trás seus ensinamentos. 

Depois de tanto tempo fora do Mundo virtual e, desde a polêmica de Hotel Cassindrina na emissora concorrente, volto trazendo um tema importantíssimo em nossa sociedade atual: Intolerância religiosa. Mesmo em tempos de eleições, onde devemos discutir sim, mas, não levar paixões políticas aos seus extremos, devemos também discutir sobre o preconceito e intolerância religiosa que seguidores de umbanda, voduns, quimbanda e candomblé, dentre outras, sofrem por uma grande massa de evangélicos, onde os mesmos pregam ódio, invadem casas e  terreiros, quebram imagens de santo e usam de cargos legislativos para pregar o ódio e intolerância religiosa, como, por exemplo, o Deputado Federal Otoni de Paula, onde o mesmo pregou intolerância religiosa contra a escola de samba Grande Rio, que estará trazendo uma homenagem ao orixá Exu e suas sete falanges. 

Minha série também irá retratar, claro, sobre o sexo, sedução, poder de sedução, coisas normais que eu já trago em minhas histórias. Mas, porém, aqui tem suas motivações cada cena de sexo e eu irei inovar o meu jeito de escrever as cenas de sexo. Eu quero mudar, já que me acusaram de escrever “um pornô gay mal feito”. 

Dito tudo isso, não vejo a hora de estrear e ver o que vocês irão achar. Muito obrigado a todos e é muito bom estar de volta! Obrigado! 

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