Incognóscívell
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Quem nasceu com a sensibilidade exacerbada sabe quão difícil é engolir a vida.

Porque tudo, absolutamente tudo devora a gente.

Inteira

Marla de Queiroz

 

“Mastigar”

 

A noite caía com garras afiadas sobre a floresta. O ar denso e carregado de medo transmitia a Jade e Licurgo os tormentos da morte. Tudo ao redor praguejava destruição, enquanto as bestas malignas rasgavam o chão, e lançavam terra dentro da cova.

Licurgo e Jade gritavam por socorro. Talvez algum agricultor curioso com o clarão das chamas. Ou, talvez um caminhoneiro perdido pudesse ouvi-los. Quem sabe? Eles só tinham a voz como recurso, e eles estavam utilizando-a.

Decerto, eles não queriam morrer soterrados. As paredes da cova eram úmidas e Jade agarrava-se à lama que dela saía. O cheiro de terra molhada, as folhas secas que pregavam em sua testa suada. Tudo parecia sufoca-la. Mas ela não parava de gritar.

Da mesma forma, Licurgo tentava acompanha-la, mas aquele buraco em seu peito parecia arrancar sua voz e enlouquece-lo. A dor constante e aguda machucava sua carne e era como mastigar vidro para ele.

Eles tinham que pensar em algo. Como sair daquela situação?

Licurgo olhou para a pá em sua mão. “Mas, é claro! Só assim eles conseguiriam sair daquela cova!”, pensou Licurgo. Ele levantou a pá, e começou a furar o tronco acima da sua cabeça.

Não havia outra forma de escapar. Ele tinha que furar o tronco e sair pelo buraco aberto. E, ele tinha que ser rápido. As bestas eram eficientes e lançavam terra sem parar. Seus joelhos já estavam soterrados.

Definitivamente não era o que Jade esperava para as próximas horas. Ela gostaria de estar indo em direção à uma rodoviária. Ou esperando o seu pai enviar um avião para busca-la. Mas não! Ela estava enfiada em uma cova com um cara estranho e prestes a virar jantar de lobo. Nada saíra como planejado.

Mas, ela não iria bancar a mocinha indefesa. Ela iria lutar até o fim. Desistir para ela não era uma opção.

Aqueles monstros eram espertos. Eles não iriam ficar passivos somente soterrando as suas vítimas. Além disso, eles queriam atordoa-los. E para fazer isso eles começaram a entoar um sussurro baixo. Era um rosnado fraco que aumentava gradativamente. Como se fosse um mantra maligno entoado para invocar maus espíritos.

Era um ritual macabro o que aqueles monstros estavam fazendo. Seus movimentos cavando o chão, o sussurro que agora era um urro tribal e ritmado, tudo invocava as sombras e demônios rastejantes.

– O que é isso? – perguntou Licurgo tapando os ouvidos.

– Não sei! Mas não podemos parar! Continue a furar o tronco! – gritou Jade.

Licurgo estava imobilizado. Aquele mantra sombrio parecia entrar em sua mente e baforar maldades e perturbações.

– Eu não consigo! – ele disse se descabelando.

O sussurro dos monstros infiltrava-se no cérebro de Licurgo e gritava um sonido agudo e perturbador. A intenção era deixa-lo louco ao retirar o silêncio da sua alma.

Licurgo largou a pá e deixou de perfurar o tronco que os impedia de sair. Ele tinha no rosto uma expressão de loucura e desespero. Sua face deformada mostrava uma careta espremida e dentes cavalares.

Jade não se deixou levar pelos sussurros das bestas e tomando a pá voltou a perfurar o tronco. Ela não podia parar de tentar. Ela sabia dos seus pecados, mas morrer soterrada não era a melhor forma de morrer. Como se houvesse um bom jeito para a morte. Ela nunca vem de forma agradável.

Licurgo continuava a surtar. Todos os anos de silêncio e paz estavam sendo afetados por aquele sonido perfurante. Todo aquele barulho mastigava pedaços do seu cérebro destruindo a quietude que ele tanto prezava. Para Licurgo, era impossível sair vivo dali. Só um milagre poderia salvá-los.

Mas Jade era confiante, ela sabia que Licurgo tinha mais força física para aquela atividade. Ela só não sabia o que fazer para ajudar aquela pobre alma que se descabelava em desespero. Ela só imaginava que todo o som lançado pelos monstros afetava a mente de Licurgo. Ainda mais sabendo do histórico dele de viver como um monge em silêncio.

Jade levantou Licurgo e segurando sua face disse palavras inspiradoras.

– Você precisa me ajudar! Tá me escutando? Se você não me ajudar eu não conseguirei sozinha! – ela disse olhando nos olhos dele.

– Eu não consigo. Eles estão fazendo muito barulho! Minha cabeça parece que vai explodir!

– Olha para mim! Olha para mim Licurgo! Você precisa se concentrar. O silêncio não é a falta de ruídos. O verdadeiro silêncio é quando conseguimos dar ouvidos à voz que realmente importa! E só há uma voz que realmente importa pra você! É a voz dele. Você consegue ouvir? Então se concentra, levanta daí e me ajuda a escapar da morte!

Licurgo encostou-se à parede da cova sentindo suas costas molhar na lama. O ruído das feras continuava a perturbar sua mente, mas algo havia mudado. Como um marinheiro enxerga um farol em uma noite no alto mar. Licurgo pareceu enxergar uma luz na escuridão. Ele conseguia escutar a voz dele. A voz doce e suave que acariciava sua mente.

Ele levantou-se concentrado, e pegando a pá das mãos de Jade, retornou a perfurar o tronco. Ela animou-se ao ver aquela pobre alma reerguer-se. Parece que suas palavras funcionaram.

Havia esperança no coração de Licurgo. Aqueles urros já não o incomodavam. Agora, ele estava determinado a sair daquela situação e encarar as feras lá fora. Ele não iria aceitar morrer soterrado.

Cada urro ritmado que as bestas emitiam era um golpe que Licurgo dava na madeira seca. Cada rosnado gutural lançado, era um raio de energia que Licurgo lançava para quebrar o obstáculo. Cada mantra cantado horrendamente era um movimento em direção à salvação. Ele não iria parar até quebrar aquela madeira seca.

Mas foi em um desses golpes que a esperança morreu. Licurgo lançou tanta força no instrumento, que seu cabo quebrou-se e a pá caiu destroçada no chão.

Jade o encarou incrédula. Todas as chances de escapar daquela cova haviam se quebrado com o cabo daquela pá. Era o fim. Não tinha mais formas de escapar. A terra já dava na cintura de ambos. A morte sugava-os para baixo. Era o fim. Nada mais poderia ser feito. Os dois se encararam humilhados e derrotados. Era realmente o fim!

MEMÓRIAS DE LICURGO

Foi um milagre reunir a família Ferreira e a família Moreira em um mesmo ambiente. Os agricultores da região estavam preocupados com a seca e situação das plantações. Por isso, decidiram reunir todos em uma assembleia no salão central, que ficava em uma clareira na floresta.

Naquele ambiente, era impossível escutar alguma voz diretora. Ninguém conseguia falar e debater sobre nada. Os ânimos dos Ferreira e dos Moreira estavam acirrados e o ódio era visível na palavras iracundas.

Licurgo com os seus 11 anos estava falando em um telefone fixo, encostado na parede. Ele soltou o telefone, e rapidamente dirigiu-se para um púlpito de madeira que ficava no canto oposto à entrada.

– Eu gostaria de dizer algo pra vocês! – a voz trêmula e aguda de Licurgo, não conseguia abafar os gritos e brados dos monstros familiares que estavam na assembleia. Todo aquele barulho se assemelhava a um ritual macabro para ele. Sem dúvida sua alma estava perturbada.

Ele continuou pedindo atenção, e alguns agricultores zombavam do garoto magricela que pedia a palavra.

– Calem-se todos agora! Eu quero falar! – Licurgo ordenou com energia. Ele não queria ter gritado daquele jeito, mas foi necessário.

As vozes calaram-se instantaneamente. Um silêncio fúnebre tomou conta do ambiente. Como se fosse um feitiço irresistível, todos aguardavam as palavras do menino.

– Obrigado! Eu não queria dizer isso, mas eu sei por que a seca nos alcançou. Ele me disse que tudo o que tá acontecendo é culpa nossa. É consequência das nossas más escolhas. A terra está manchada de sangue, e a chuva não vem pra não lavar esse sangue. E isso pra que vocês não esqueçam dos seus crimes – disse Licurgo com um olhar triste lançando as palavras com pesar.

– Esse moleque tá maluco! Tirem ele daí! – gritou Ézio Moreira com ódio. O tio do Gomes era ousado e tinha verdadeiro asco dos Ferreira. Ele não deveria ter tanto ódio, já que foi ele quem iniciou tudo, matando a tia Ângela.

– Ele me disse que vocês têm guerreado entre si. E agora, irão padecer se não pararem de se machucar e começarem a dialogar. Vocês conseguem entender o que eu digo? – perguntou Licurgo tentando ler as expressões dos ouvintes.

– Dá o fora pivete! – gritou Ézio.

– Precisamos parar de lutar e entrar em paz. É por isso que hoje, eu, representando a família Ferreira em um sinal de reconciliação, selo um acordo de paz com a família Moreira – Licurgo fala destilando esperança.

Gomes, também magricela e com o olhar desconfiado, se aproxima de Licurgo. Os dois moleques sonhadores unidos para reunir suas famílias. Que queriam voltar a brincar aos domingos, ver suas famílias vivendo em harmonia, e voltar a ver chuva para as plantações.

– Eu, Licurgo Ferreira, e o meu amigo Gomes Moreira, queremos selar esse acordo de paz, pois precisamos da chuva. E, ela só virá se formos amigos novamente – disse Licurgo, vislumbrando um futuro onde Ferreira e Moreira compartilham a mesma mesa – Precisamos nos cobrir de diálogo. Pois somente o diálogo nos trará o refrigério da chuva e o descanso da paz.

Licurgo abraçou Gomes transmitindo toda a sua fé para o amigo. Eles poderiam ficar horas abraçados desfrutando de um amor fraternal inexplicável. Mas, infelizmente, o Senhor Afonso, pai de Gomes, arrancou aquele momento deles, puxando o filho para si.

Os dentes do Sr. Afonso rangiam de ódio. Ele tinha verdadeiro pavor a qualquer membro da família Moreira. O seu coração parecia debater-se, e suas mãos fechadas apertavam a raiva vinda dos dentes trincados.

– Afaste-se do meu filho seu garoto insolente! – gritou Afonso Moreira – Nunca mais se aproxime dele!

Licurgo ainda ergueu a mão tentando selar um acordo com o Sr. Afonso, mas foi tudo em vão. Com a mão erguida Licurgo observou que todos naquela assembleia estavam hipnotizados olhando para as janelas.

Ele virou-se também, e pode contemplar um verdadeiro milagre. Uma chuva farta e grossa caía pesada lá fora. O cheiro de terra molhada e a felicidade de ver água caindo do céu invadia a assembleia.

Assim como o céu chorava copiosamente, os olhos de Licurgo derramavam gotas de gratidão. Um silêncio de reverência tomou conta de todos.

As bestas ao redor da cova continuavam a rosnar e emitir os urros tribais e macabros. Olhando assim de perto, o tronco bloqueando a saída do buraco e os monstros ferozes e famintos. Era impossível acreditar que Licurgo e Jade sobreviveriam. Sem falar do som ensurdecedor que os bichos faziam.

Mas de repente eles se calaram e pararam de soterrar o buraco. Pareciam serenos apesar da aparência asquerosa. Eles afastaram o tronco liberando a saída. Agora era esperar e vê-los pular na cova para em seguida destroçar os soterrados.

A única maneira de Licurgo e Jade sair da cova era quebrando o tronco, o que ficou inviável quando Licurgo quebrou o cabo da pá. E, mesmo que eles conseguissem sair da cova, eles teriam que enfrentar os monstros do lado de fora. Sem armas e totalmente frágeis, diante das criaturas, eles seriam presas fáceis.

As sombras assustadoras se afastaram do buraco preparando-se para o bote final, onde iriam despedaçar as suas vítimas.

Eis que inesperadamente, Licurgo e Jade começam a levantar-se da cova. Como espectros que há muito dormiam, eles lentamente sobem da cova e lado a lado põe-se de pé de frente para os monstros.

De longe, é possível avistar a silhueta das duas presas indefesas. Dois corpos magros e prestes a desaparecerem entre os dentes afiados das criaturas. Duas vidas insípidas e sem propósito que veem seu fim na escuridão de uma floresta. Era devastador, mas era a realidade. Impossível esperar algo diferente diante dessa situação.

Mas estranho, que as bestas observavam incrédulas os dois corpos à sua frente.

Aproximando mais, era possível perceber que Jade e Licurgo estavam somente com roupas íntimas. Ela cobria-se com sutiã e calcinha e ele apenas de cueca.

Mas, por que eles estavam assim? O que teria ocorrido pra que isso acontecesse?

E mais curioso ainda, por que as criaturas que mostravam seus dentes afiados, não haviam atacado?

Agora mais perto, a resposta estava a olho nu. Jade e Licurgo de mãos dadas estavam cobertos de um pó vermelho. Da cabeça aos pés o pó do diálobu os defendia como uma armadura. Eles eram intocáveis com o diálobu. Nenhuma besta ignorante poderia destruí-los se eles estivessem protegidos pelo pó. E, assim eles estavam. Cobertos pelo diálobu.

As bestas se afastavam assustadas. Aquele pó lhes causava grande dor e elas não sobreviveriam ao contato com o diálobu. Eles levantavam sobre as patas traseiras e como se quisessem gritar de ódio, emitiam rosnados e urros ininteligíveis impossíveis de compreender.

Licurgo ainda segurado a mão de Jade andou em direção à floresta abrindo caminho entre os monstros.

Eles se afastavam com medo de tocarem no diálobu.

– O quê? Vocês não vão atacar agora? – gritou Licurgo para as bestas.

– Vamos embora Licurgo – pediu Jade.

Licurgo encarou as criaturas e destemido falou: – Vocês são apenas monstros selvagens. Agem por instinto e não conseguem pensar em mais nada a não ser COMER! Enchem o ventre de carne, e pouco tempo depois já querem mais. Vocês só reagem ao instinto. Suas bestas malditas! Não há propósito pra vocês, apenas encher a barriga a aguardar a morte!

– Vamos embora. Não podemos abusar da sorte – alertou Jade.

Por mais incrível que parecesse as duas vítimas declaradas conseguiram sair da cova e permanecerem ilesas. O pó vermelho do diálobu foi eficaz em manter os predadores afastados. Agora era só caminhar e chegar em um lugar seguro. Pedir socorro e voltar pra casa.

Jade já podia sentir o alívio em sair daquela situação. Tomar um banho quente e comer uma refeição digna. Voltar para o conforto da sua casa e tentar viver novamente em paz.

Enquanto isso, Licurgo continuava a insultar as criaturas deformadas que rosnavam com ódio para eles.

– O quê? Você quer dizer alguma coisa? Você quer conversar comigo é isso? – insultava Licurgo – Vocês não são capazes de falar a minha língua. São monstros ignorantes! Espero que morram!

As bestas começaram a uivar em uníssono parecendo chamar por algo, ou alguém. Seu uivo agudo ecoava e se dissipava por toda a floresta. Um frio cortante percorreu a espinha de Jade.

– Devíamos ir agora – alertou Jade.

O céu estava sombrio e nublado. Uma noite perturbada e opressiva. Nada mais oportuno do que algumas gotas de chuva para incrementar o ambiente.

Licurgo sentiu uma gota em sua face, e passou o indicador que veio molhado e com o pó vermelho escorrendo.

Jade o encarou, e sem palavras era visível o grito de desespero em sua expressão.

Gotas e mais gotas caíam freneticamente em um ritmo assombroso. Uma enxurrada de gotas despencou de forma violenta sobre a floresta escura, molhando o corpo de Jade e Licurgo.

Droga! Há poucos minutos eles estavam certos de que sairiam ilesos daquela situação. Mas, agora com a chuva, o pó do diálobu escorria dos seus corpos como uma escultura de cera que se desmanchava no calor.

Ao perceberem o diálobu sendo levado pela chuva, as bestas abriam suas bocas arreganhando os dentes se preparando para abocanharem as presas.

Eles precisavam fazer algo urgente.

– Corre! – disse Licurgo puxando Jade pela mão e correndo em direção ao tronco.

As bestas ferozes, notando que o pó já não existia, correram freneticamente atrás dos dois. Em uma perseguição severa e desigual, já que os monstros corriam em uma velocidade triplicada aos das vítimas, mais uma vez o fim de Jade e Licurgo era certo.

Os dois corpos indefesos se enfiaram dentro do tronco oco e tentaram sobreviver ao contra-ataque. Fora do tronco, as bestas tentavam quebrar a madeira. Um dos monstros enfiava as patas dentro tentando puxá-los.

Jade e Licurgo se encolhiam dentro do tronco, tentando desviar das garras afiadas. A grande sorte deles era que os monstros grandes, não conseguiam adentrar por completo.

Vamos morrer, pensava Jade. A situação era bem difícil e a tendência era piorar já que Gomes se aproximava com o arco e uma flecha armada. Ele mirou e lançou a flecha acertando a madeira do tronco.

Parecia um jogo destrutivo de gato e rato. Os monstros eram os gatos grandes e famintos. Enquanto que Jade e Licurgo eram os ratos encolhidos, dentro de um tronco tremendo e com medo da morte.

Não existia meio-termo, a intenção das criaturas era destroçar a carne das vítimas e causar dor e sofrimento.

Para Licurgo aquele era o fim. O medo que pulsava forte em seu peito. O suor e a chuva caindo em seu rosto embaçando sua visão. A angústia simplesmente agarrava seu pescoço lhe deixando sem ar. Até quando eles iriam suportar? Até quando aquele tronco iria aguentar as pancadas de dezenas de monstros que tinham força ao extremo? Era questão de minutos para o fim. A morte era certa!

Os monstros começaram a empurrar o tronco para uma ribanceira. Dentro daquele cilindro oco, Licurgo tentava manter a mente no lugar, Já que o tronco rolava pela floresta. E eles como bonecos de pano, sacolejavam de um lado para o outro.

Empurrados ribanceira abaixo, o tronco caiu dentro do rio. Jade e Licurgo não podiam mais se esconder ali. O jeito agora era tentar escapar. Eles saíram de dentro do tronco e nadaram para o meio do rio, na parte mais profunda.

A correnteza levava os dois como um trem sobre os trilhos. Eles deram as mãos e se entreolharam, somente para constatar que os bichos nadavam como peixes em seu encalço. Era uma caçada mortífera e desleal. Até quando eles continuariam respirando?

 

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  • Literalmente sempre que eu for reclamar da vida, vou me lembrar do Licurgo e da Jade, eu nunca vi alguém se lascar tanto na vida como esses dois gente kkkk.

    Parabéns Hugo! Um dos melhores episódios até agora.

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