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PESADELO – O Portal dos Sonhos 7 Equilibrio

Não tem nada pior do que ter que acordar cedo, ainda mais quando você está no meio de um sonho bom, daqueles em que você faz algo extraordinário: como voar, ou simplesmente atravessar uma parede, ou quando você faz um monte de coisas absurdas e contraditórias ao mesmo tempo.

“Os sonhos são como janelas do imaginário que te permitem ir além.” ― Era o que meu pai sempre dizia quando eu lhe contava sobre os meus sonhos. Eu só não sabia, ou não entendia o que queria dizer com isso.

Yon me acordou antes mesmo dos primeiros raios de sol surgirem. Para minha surpresa Pandora e Alfea já haviam levantado preparado o café da manhã e agora traçavam o melhor caminho para o castelo da luz.

Pelo menos assim eu pensava, mas me enganei.

— Que horas são? – Perguntei ao vê-las de pé.

— O sol está quase se levantando. — Pandora me respondeu sorrindo.

— Você acha que ele dá conta dos perigos que vão aparecer pelo caminho meu amor! — Alfea disse olhando o mapa estendido sobre a mesa.

— É o caminho mais curto? — Ele perguntou olhando para mim.

— Sim, e também o mais perigoso. — Acrescentou Pandora pondo um pedaço de pão na boca.

Corri junto a mesa para ver o caminho ao qual seguiríamos e aproveitar para fazer uma boquinha.

Sobre a mesa, havia alguns pães, carne e uma espécie de mingau sabe-se lá feito com o que, tinha um aspecto esquisito, esverdeado e não cheirava tão bem, ao lado uma jarra de vinho repousava a espera de alguém que o bebesse.

Despretensiosamente sentei-me a mesa e sem nenhuma cerimônia coloquei uma caneca de vinho e peguei um dos pães, quando eu estava prestes a dar a primeira mordida senti minhas mãos formigarem com um tapa.

— Para você só depois. — Alfea brigou.

— Venha comigo — Ordenou-me Yon.

— Mas… — Tentei protestar.

— Você precisa treinar. — Pandora me interrompeu. — Não podemos contar com a sorte o tempo todo.

Sem muitas opções, segui Yon para a parte de fora da casa. Andamos por um bom tempo em silêncio, as luzes das tochas e a grande fogueira ainda iluminavam todo o vilarejo, homens ainda permaneciam de vigia durante toda a noite.

Ao passar por eles Yon fez um aceno com a cabeça que foi correspondida com um sorriso. Por fim adentramos a floresta escura e quando não podíamos mais ver as luzes da vila ele quebrou o silencio.

— Quais são as suas habilidades Jonas?

Ele me estudava de cima a baixo, talvez buscando o melhor jeito de iniciar o treinamento. Eu nunca fui um garoto muito atlético, longe disso. Digamos que minhas melhores habilidades sejam sentar e observar, mas eu não seria louco de responder isso para ele.

— Habilidades…? — Indaguei por fim.

— É. No que você é bom?

— Eu não sei.

— Isso é um problema.

Yon parou por um segundo, observando o lugar a nossa volta, deu alguns passos para o lado e puxou alguma coisa das arvores, depois voltou até onde eu estava.

— Isso deve servir. — Disse ele com um pedaço de madeira na mão, entregando-o a mim.

— Para que isso?

— Você vai usá-lo.

— Usá-lo para?

— Aprender a lutar.

— Eu não sei se é uma boa ideia.

Ele não me disse nada, apenas continuou seu caminho como se eu não estivesse ali.

Mais uma infinidade de tempo se passou e nada havia mudado a não ser o sol, ter aparecido no céu trazendo um dia esplendoroso. A medida que avançávamos, a mata se tornava cada vez mais escura, os sons tornavam-se cada vez mais assustadores e eu não conseguia distinguir um passo diante do nariz. Yon ao contrário de mim conhecia todo o caminho, cada centímetro dele, era como se ali fosse seu lar

O que Yon pretendia com tudo aquilo, o que seu treinamento reservava para mim?

Não saber a resposta me deixava aflito.

— Estamos quase lá! — Ele disse notando minha aflição. — Não precisa ter medo. Sei que você passou por muita coisa, assim como todos nós. Nós confiamos no seu pai há tempos atrás, e agora confiamos em você para recuperar a sua chave.

O sol ainda nem nasceu e eu estou aqui no meio da floresta seguindo um homem de meia idade no breu total, sendo mordido pelos mosquitos, pisando em pedras aos tropeços e sendo atingido por galhos e bichos estranhos aos quais nem conheço.

— O que você está vendo? — Yon perguntou-me trazendo-me de volta de meu devaneio.

— Eu…, nada. — Respondo com sinceridade.

— As sombras escondem muitas coisas ruins garoto, muitas delas incompreendidas na verdade, também existe beleza na escuridão, assim como horrores na luz. Apure os ouvidos e escute os sons que a escuridão traz, você irá se surpreender quando parar para escutar.

— Não escuto nada além dos besouros e dos mosquitos que estão me comendo vivo. — Digo em tom de brincadeira.

— Outras criaturas aqui podem te comer vivo. – Ele responde com a voz firme. — Criaturas bem piores do que esses mosquitos.

— Criaturas tipo…?

— Tipo eu, por exemplo.

— Você…?

— Eu!

— Ok, eu sei que você é forte, tem o dobro do meu tamanho e tudo mais, mas daí a me comer vivo? Por que você faria isso?

— Eu poderia se quisesse. É da minha natureza.

— Você é uma criatura da noite?

— Sim, eu sou um lobisomem. Como eu disse, muitas criaturas da noite são incompreendidas! — Ele responde com a maior naturalidade do mundo.

— Mas…

— … Por que eu sou um campeão da luz? — Ele não me deixa terminar a frase. — Alfea, eu mudei por ela.

Ele faz uma pausa.

Yon parece perdido em seus pensamentos, atrás dele eu o percebo vacilar com as palavras, ele leva a mão aos olhos e eu posso jurar que uma lagrima percorre seu rosto, mas não posso dizer se é pelo medo de não ser aceito, ou por uma lembrança perdida no passado.

— O que Alfea tem a ver com tudo isso.

— No passado, eu lutei ao lado de Delfian contra os campeões da luz pela posse de todo o reino. Eu estava cego de ódio, eu não conseguia entender o porquê de Darkus ser esquecida pelos deuses dessa forma. Nós nascemos diferentes é verdade, mas somos todos vontade dos mesmos criadores. Nós fomos feitos para completarmos uns aos outros e não nos destruir. Foi Alfea que me mostrou isso.

— Como isso é possível?

— Com amor…

— Amor?

Ora garoto, mesmo aqueles que se dizem completamente ruins amam os seus. Todos nós temos luz e sombras dentro de nós, um não pode existir sem o outro, é isso que esse eclipse significa. A junção dos nossos mundos. Todos têm que aprender a viver em harmonia.

— E por que houve essa separação?

— É apenas uma questão estética. A maioria das pessoas tem medo daquilo que não conhece. Muitos dos meus se escondem nas sombras apenas por uma questão de aparência. Nem todo mundo consegue aceitar aquilo que não é belo. Para muitos não é natural.

Os primeiros raios de sol apontavam no horizonte quando chegamos ao nosso destino, um lago, de águas límpidas e cristalinas, era possível ver toda a vida que brotava do lugar, desde o mais nojento musgo a mais bela flor no topo das arvores tudo em perfeita simbiose.

— O que vamos fazer aqui? — Perguntei maravilhado com tamanha beleza.

— Nós viemos pescar. — Yon respondeu-me tirando as botas e sentando a beira do lago.

Pela primeira vez um dia normal.

 

 

Não tem nada pior do que ter que acordar cedo, ainda mais quando você está no meio de um sonho bom, daqueles em que você faz algo extraordinário: como voar, ou sim­plesmente atravessar uma parede, ou quando você faz um monte de coisas absurdas e contraditórias ao mesmo tempo.

“Os sonhos são como janelas do imaginário que te per­mitem ir além.” ― Era o que meu pai sempre dizia quando eu lhe contava sobre os meus sonhos. Eu só não sabia, ou não entendia o que queria dizer com isso.

Yon me acordou antes mesmo dos primeiros raios de sol surgirem. Para minha surpresa Pandora e Alfea já ha­viam levantado preparado o café da manhã e agora traça­vam o melhor caminho para o castelo da luz.

Pelo menos assim eu pensava, mas me enganei.

— Que horas são? – Perguntei ao vê-las de pé.

— O sol está quase se levantando. — Pandora me res­pondeu sorrindo.

— Você acha que ele dá conta dos perigos que vão apa­recer pelo caminho meu amor! — Alfea disse olhando o mapa estendido sobre a mesa.

— É o caminho mais curto? — Ele perguntou olhando para mim.

— Sim, e também o mais perigoso. — Acrescentou Pan­dora pondo um pedaço de pão na boca.

Corri junto à mesa para ver o caminho ao qual seguirí­amos e aproveitar para fazer uma boquinha.

Sobre a mesa, havia alguns pães, carne e uma espécie de mingau sabe-se lá feito com o que, tinha um aspecto es­quisito, esverdeado e não cheirava tão bem, ao lado uma jarra de vinho repousava a espera de alguém que o bebesse.

Despretensiosamente sentei-me a mesa e sem nenhuma cerimônia coloquei uma caneca de vinho e peguei um dos pães, quando eu estava prestes a dar a primeira mordida senti minhas mãos formigarem com um tapa.

— Para você só depois. — Alfea brigou.

— Venha comigo — Ordenou-me Yon.

— Mas… — Tentei protestar.

— Você precisa treinar. — Pandora me interrompeu. — Não podemos contar com a sorte o tempo todo.

Sem muitas opções, segui Yon para a parte de fora da casa. Andamos por um bom tempo em silêncio, as luzes das tochas e a grande fogueira ainda iluminavam todo o vilarejo, homens ainda permaneciam de vigia durante toda a noite.

Ao passar por eles Yon fez um aceno com a cabeça que foi correspondido com um sorriso. Por fim adentramos a floresta escura e quando não podíamos mais ver as luzes da vila ele quebrou o silencio.

— Quais são as suas habilidades Jonas?

Ele me estudava de cima a baixo, talvez buscando o melhor jeito de iniciar o treinamento. Eu nunca fui um ga­roto muito atlético, longe disso. Digamos que minhas me­lhores habilidades sejam sentar e observar, mas eu não seria louco de responder isso para ele.

— Habilidades…? — Indaguei por fim.

— É. No que você é bom?

— Eu não sei.

— Isso é um problema.

Yon parou por um segundo, observando o lugar a nossa volta, deu alguns passos para o lado e puxou alguma coisa das arvores, depois voltou até onde eu estava.

— Isso deve servir. — Disse ele com um pedaço de ma­deira na mão, entregando-o a mim.

— Para que isso?

— Você vai usá-lo.

— Usá-lo para?

— Aprender a lutar.

— Eu não sei se é uma boa ideia.

Ele não me disse nada, apenas continuou seu caminho como se eu não estivesse ali.

Mais uma infinidade de tempo se passou e nada havia mudado a não ser o sol, ter aparecido no céu trazendo um dia esplendoroso. À medida que avançávamos, a mata se tornava cada vez mais escura, os sons tornavam-se cada vez mais assustadores e eu não conseguia distinguir um passo diante do nariz. Yon ao contrário de mim conhecia todo o caminho, cada centímetro dele, era como se ali fosse seu lar

O que Yon pretendia com tudo aquilo, o que seu trei­namento reservava para mim?

Não saber a resposta me deixava aflito.

— Estamos quase lá! — Ele disse notando minha aflição. — Não precisa ter medo. Sei que você passou por muita coisa, assim como todos nós. Nós confiamos no seu pai há tempos atrás, e agora confiamos em você para recuperar a sua chave.

O sol ainda nem nasceu e eu estou aqui no meio da flo­resta seguindo um homem de meia idade no breu total, sendo mordido pelos mosquitos, pisando em pedras aos tropeços e sendo atingido por galhos e bichos estranhos aos quais nem conheço.

— O que você está vendo? — Yon perguntou-me tra­zendo-me de volta de meu devaneio.

— Eu…, nada. — Respondo com sinceridade.

— As sombras escondem muitas coisas ruins garoto, muitas delas incompreendidas na verdade, também existe beleza na escuridão, assim como horrores na luz. Apure os ouvidos e escute os sons que a escuridão traz, você irá se surpreender quando parar para escutar.

— Não escuto nada além dos besouros e dos mosquitos que estão me comendo vivo. — Digo em tom de brincadeira.

— Outras criaturas aqui podem te comer vivo. – Ele responde com a voz firme. — Criaturas bem piores do que esses mosquitos.

— Criaturas tipo…?

— Tipo eu, por exemplo.

— Você…?

— Eu!

— Ok, eu sei que você é forte, tem o dobro do meu ta­manho e tudo mais, mas daí a me comer vivo? Por que você faria isso?

— Eu poderia se quisesse. É da minha natureza.

— Você é uma criatura da noite?

— Sim, eu sou um lobisomem. Como eu disse, muitas criaturas da noite são incompreendidas! — Ele responde com a maior naturalidade do mundo.

— Mas…

—… Por que eu sou um campeão da luz? — Ele não me deixa terminar a frase. — Alfea, eu mudei por ela.

Ele faz uma pausa.

Yon parece perdido em seus pensamentos, atrás dele eu o percebo vacilar com as palavras, ele leva a mão aos olhos e eu posso jurar que uma lagrima percorre seu rosto, mas não posso dizer se é pelo medo de não ser aceito, ou por uma lembrança perdida no passado.

— O que Alfea tem a ver com tudo isso.

— No passado, eu lutei ao lado de Delfian contra os campeões da luz pela posse de todo o reino. Eu estava cego de ódio, eu não conseguia entender o porquê de Darkus ser esquecida pelos deuses dessa forma. Nós nascemos diferen­tes é verdade, mas somos todos vontade dos mesmos cria­dores. Nós fomos feitos para completarmos uns aos outros e não nos destruir. Foi Alfea que me mostrou isso.

— Como isso é possível?

— Com amor…

— Amor?

Ora garoto, mesmo aqueles que se dizem completa­mente ruins amam os seus. Todos nós temos luz e sombras dentro de nós, um não pode existir sem o outro, é isso que esse eclipse significa. A junção dos nossos mundos. Todos temos que aprender a viver em harmonia.

— E por que houve essa separação?

— É apenas uma questão estética. A maioria das pes­soas tem medo daquilo que não conhece. Muitos dos meus se escondem nas sombras apenas por uma questão de apa­rência. Nem todo mundo consegue aceitar aquilo que não é belo. Para muitos não é natural.

Os primeiros raios de sol apontavam no horizonte quando chegamos ao nosso destino, um lago, de águas lím­pidas e cristalinas, era possível ver toda a vida que brotava do lugar, desde o mais nojento musgo a mais bela flor no topo das arvores tudo em perfeita simbiose.

— O que vamos fazer aqui? — Perguntei maravilhado com tamanha beleza.

— Nós viemos pescar. — Yon respondeu-me tirando as botas e sentando a beira do lago.

Pela primeira vez um dia normal.

Nem sempre as coisas são como nos imaginamos. O que para mim era uma simples e normal pescaria, para Yon era a oportunidade perfeita para me ensinar algo em que eu não era muito bom.

“Nós vamos pescar”, ele disse, mas como um mais um são dois eu deduzi que algo estava errado. Ele não tinha trazido nenhum material de pesca, muito menos eu.

A única coisa que eu tinha era o pedaço de madeira que ele tinha me dado algumas horas antes. A pergunta que invadia minha mente era: como?

Eu já disse antes, não sou muito bom com esportes, ou práticas de luta, e definitivamente, não sou bom em pesca­ria, mas se espera que esta seja uma pratica normal.

Mas não quando Yon está ao seu lado. Nada é tão nor­mal quanto parece.

— Vamos começar. — Ele disse junto ao lago.

Fiz aquela boa e velha cara de paisagem como quem não entende nada, e sim eu não estava entendendo nada.

— Começar com o que? — Perguntei pondo-me ao seu lado na beira do lago.

Pela primeira vez nesses poucos dias que se passaram eu vi Yon se divertindo, as minhas custas não posso negar, ele gargalhava sem controle, como uma criança ao ver algo engraçado pela primeira vez.

— Seu treinamento.

— O que eu devo fazer?

— Pescar! — Ele disse como se fosse a coisa mais sim­ples do mundo.

— Eu nunca fiz isso.

— Seu pai nunca te levou para pescar?

— Não. – Respondi baixando a cabeça.

A simples lembrança de meu pai me faz lembrar o úl­timo dia em que eu estive com ele naquela floresta e dele Fingal Flyn, o Leprechaun que o levou de nos há alguns anos.

Até aquele momento eu não tinha me dado conta de uma coisa, todo aquele pesadelo foi real, tudo o que eu vivi naquela floresta realmente aconteceu.

Meu pai havia virado um fantasma diante de meus olhos por culpa de Fingal Flyn eu tinha perdido meu pai e eu jurara me vingar dele um dia. Será que o Leprechaun que me visitou alguns anos atrás tinha algo a ver com tudo aquilo?

— Posso te fazer uma pergunta? — Questionei indeciso, sobre os passos que toraria a seguir.

— Claro.

— Você conhece o leprechaum Fingal Flyn?

— Porque a pergunta?

— Conhece ou não?

— O que você quer com ele?

Então ele o conhecia, o monstro que me tirou uma das pessoas mais importantes da minha vida fazia parte de tudo aquilo. Não fui capaz de conter as lagrimas que rolavam copiosamente em meu rosto.

— Nada! — Respondi tentando mudar de assunto. — Vai me ensinar a pescar ou não?

— Tudo bem então!

Yon levantou-se, retirou a camisa de fino linho branca revelando o peitoral definido pelos anos de trabalho braçal, puxou as pernas das calças para junto do joelho e entrou na água, caminhou até ficar com água pela cintura e então esperou.

Ele observou o fluxo da água por alguns minutos antes de colocar suas mãos em formato de pinça, numa agilidade tremenda o homem colocou as mãos dentro da água e no segundo seguinte puxou com toda a força de seus braços um peixe capaz de alimentar cinco pessoas abundantemente.

— E assim que se faz! — Disse ele erguendo com felicidade o troféu que acabara de receber da natureza.

— Como você fez isso?

— Acompanhando o fluxo do rio, escolher o peixe e no momento certo puxa-lo para fora o mais rápido que puder, ou então ele vai escapar. Venha…

— Eu não sei fazer isso.

— Venha.

Deixei o medo de lado e assim como Yon, tirei minha camisa e os sapatos e colocando a perna da calça até o joelho entrei na água.

                                                                                        

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