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Olá pessoal do Cyber Show, sou Lyvia Peroba, e no quadro Mundo Latino de hoje vamos falar sobre a carreira do cantor espanhol Alejandro Sanz. Besos!

          Alejandro Sánchez Pizarro, nasceu em Madrid no dia 18 de dezembro de 1968. Filho caçula do casal María Medina e Jesús Sánchez Madero, sua vida sempre foi ligada a música, tendo em seu pai sua maior influência, principalmente em relação a música flamenca.

          Sua carreira começou no final dos anos 80, participando de vários grupos musicais, sob o nome de Alejandro Magno.

La fuerza del corazón” (1995), o tornou conhecido em diversos países com o nome de Alejandro Sanz

 

 

Outros sucessos embalam a carreira do cantor como “Corazón Partio” (1997), sendo uns dos hits do álbum “Más” considerado o cd mais vendido da história da Espanha.

No Brasil, “Corazón Partio” se tornou sucesso como trilha sonora da novela “Torre de Babel” (Rede Globo).

 

 

 

Y ¿Si Fuera Ella?” (1997) também foi outro hit do álbum “Más“.

 

 

Amiga Mia” (1997)

 

 

Desde cuando” (2009)

 

 

Alejandro também participa de causas sociais como membro ativista da Fundação ALAS e apoiou a campanha “Yo amo América”,

Sua voz é considerada tenor, onde se denota em sua voz Sol agudo e Fá# em suas canções.

No me compares” (2012)

No me compares” tem uma versão com a cantora brasileira Ivete Sangalo, e também foi sucesso na trilha sonora da novela “Salve Jorge” (Rede Globo).

Alejandro Sanz também é conhecido por suas parcerias no mundo artístico, como por exemplo, o sucesso de “La tortura” com a cantora colombiana Shakira, e no Brasil, fazendo um dueto com a cantora Ana Carolina, em ” Irrepetível” (Me sumerjo).

Em 2018, a Netflix lançou o documentário “Lo que fui es lo que soy” (O que fui e o que sou) que traz mais detalhes sobre a vida e a carreira de Alejandro Sanz.

 

 

 

Espero que tenham gostado do quadro de hoje. Até a próxima semana e também a gente se ver aos sábados às 9hrs no Top Music. Besos!

 

 

Boa noite, amigos e amigas do Cyber Show. Hoje o De Olho na CyberTV está de cara nova. A resenha, que fazia parte do formato antigo, agora faz parte do Observatório da Escrita (que acabou de estrear). No lugar, teremos debates semanais sobre assuntos diversos. O tema deste domingo são as novelas mexicanas, vistas e apreciadas no mundo inteiro. Quem nunca assistiu a um capítulo de uma trama que fosse? Carrossel, A Usurpadora, Rebelde, A Madrasta, Rubi e outros tantos títulos a escolher.

Juntei alguns autores da CyberTV e alguns amigos pessoais para uma conversa animada. Infelizmente nem todos puderam chegar até o fim, devido a compromissos, mas ainda assim a diversão foi garantida. Muito obrigado pela participação dos convidados, em ordem alfabética: Ana Paula, Ceiça Silva, Débora Costa, Erick, Henzo Viturino, Lyvia Peroba e Maura Duarte.

Marcelo: Obrigado pela presença de todos vocês. Hoje o assunto é muito marcante na vida de todos nós. Pra começar, contem como começou a paixão pelas novelas mexicanas.
Henzo: As novelas mexicanas são incríveis, e desprezo quem não gosta, kkkkk. A primeira novela mexicana que assisti foi Maria do Bairro, no SBT, em meio a uma de suas várias reprises, a partir daí não parei mais de assistir, vieram A Usurpadora, Coração Indomável, A Madrasta, Rebelde, e muitas outras. Mas posso dizer que já fui mais ativo em relação ao mundo latino.
Débora: Eu que agradeço pelo convite, Marcelo. Eu sempre gostei de novelas mexicanas, não sei falar como começou exatamente porque sempre acompanhei as novelas infantis como a primeira versão de Carrossel e embora não seja novela, mas Chaves também é mexicano. A primeira novela que eu me lembro de assistir sem piscar que passei a entender melhor foi O Privilégio de Amar, tanto que Luciana Duval é minha personagem favorita até hoje. Luciana que foi vivida pela Helena Rojo, grande atriz
Marcelo: Me lembro da primeira exibição no SBT como se fosse hoje, em 1999. Personagem muito forte e muito bem defendida pela Helena.
Débora: Maravilhosa! Mulher forte e poderosa, eu amo! Kkkk
Ana Paula: A primeira novela mexicana que eu vi foi Carrossel, e uma que eu via mas não muito chamava Viviana. Antiga, que só ela.
Erick: A primeira novela mexicana que me marcou foi Carrossel e também foi com elas que aprendi a admirar os vilões de forma geral.
Maura: Aconteceu assim do nada. Como gosto do SBT, comecei a assistir às novelas mexicanas e passei a me interessar, e gostei bastante.
Ceiça: A primeira novela que vi mexicana foi a Chispita, com a Lucero. Era muito criança, mas lembro.
Lyvia: Assisto novelas mexicanas desde criança pelo.sbt e essa paixão tomou conta por anos.
Débora: Vilões mexicanos são os melhores.
Henzo: Concordo.
Ceiça: Olá, tenho uma paixão forte por novelas mexicanas. São dignas de troféus e aplausos. Respiro as novelas mexicanas, elas têm boas histórias .
Maura: Sem falar que os mexicanos são lindos.
Ceiça: Minha maior paixão.
Maura: Amo também.
Marcelo: Já que falaram nos galãs, quais são aqueles que mais lhe inspiram?
Erick: William Levy.
Ceiça: David Zepeda.
Débora: Fernando Colunga é uma grande inspiração.
Lyvia: Os galãs mexicanos são belos porém devem perder esse jeito plastificado de ser.
Marcelo: Explica um pouco mais.
Lyvia: Tipo se aproximar mais do homem latino real e não abusar tanto das maquiagens e gels.
Erick: Existe na opinião de vocês uma diferença entre padrão mexicano e padrão brasileiro? O que falta nas mexicanas?
Henzo: Apesar de novo eu sinto em algumas novelas mexicanas tramas parecidas, sem tratar-se de remakes, geralmente uma moça pobre que descobre ser filha ou neta de um homem rico (ser feliz kkkk). Acho que os autores de la poderiam fazer telenovelas de temas variados, como os que estão saindo no Brasil hoje em dia.
Maura: Acho que faltam mais investimentos, e também a dublagem deixa a desejar.
Ceiça: Principalmente o meu querido SBT ter vergonha e trazer novidades.
Lyvia: O SBT devia ter investido mais em dramaturgia brasileira tem muito ator e atriz e autores no mercado.
Débora: As novelas mexicanas para mim são raiz! kkk Tem tudo que um autor gosta: dramas, romance, vilões são demônios kkkk, mocinhas choronas; enfim, é um conjunto maravilhoso para compor uma história. Pra mim não falta nada.
Maura: Estão melhores do que as novelas da Globo. Pelo menos têm conteúdo.
Débora: Sim, uma novela desse tipo que eu amei foi A Dona (Soy Tu Dueña). As novelas daqui estão se concentrando em parecer reais e isso eu não gosto, prefiro as novelas antigas brasileiras.
Erick: A Globo tentando dizer que é a favor da diversidade, faz novelas muito fora da realidade, novela é sonho, é você senta no sofá e vibrar.
Débora: Isso mesmo.
Lyvia: Acho que o que falta no Brasil é a fantasia, a mágica literária que as novelas mexicanas ainda possuem apesar que também hoje elas estão decaindo. Deve ser a TV em geral perdendo espaço para as plataforma de mídia e internet.
Marcelo: Uma vez comentaram por aí que as personagens femininas, especialmente as ricas, se vestem como peruas em festa brega. O que acham disso?
Ceiça: Falta de senso pra quem saí falando mal, só acho!
Henzo: Concordo.
Débora: Faz parte das novelas mexicanas as mulheres se maquiarem e se vestirem sempre impecáveis, as vezes tem exageros, mas tem figurinos lindos! Eu não acho que seja algo ruim não, isso mostra um respeito pelo público até, tem alguém assistindo então vamos nos apresentar de acordo.
Lyvia: Exagero na maquiagem nas mexicanas sempre existiu. Poderiam chegar mais próximo do real poderia, mas é novela é mágica, ou seja, tudo fantasia.
Erick: É uma cultura diferente da nossa, é difícil você ver uma personagem feminina mal produzida, mexicano é vibrante, exagerado, a gente que acha brega. Paola Bracho mesmo é um exemplo… Duvido uma personagem usar vermelho e fica incrível.
Marcelo: Ela e a Rubi, sempre elegantes de vermelho.
Débora: As roupas de Angelique Boyer em Teresa e em O que a vida me roubou são lindas tb!
Erick: Fomos criados com aquela visão, menos é mais.
Lyvia: Concordo.
Maura: Gostei, isso mesmo, muita maquiagem.
Marcelo: O que as novelas mexicanas têm, que encantam o mundo todo?
Erick: Cativa o público com belas histórias, química do casal, e por aí vai.
Lyvia: Seu respeito por suas culturas. O mexicano tem orgulho de ser mexicano. O Brasil deve voltar a ter orgulho de ser Brasil sem aquelas bobagens de divisão.
Débora: São novelas! É isso que eu gosto aliás, são histórias cativantes, cheias de amor, e tem as comédias que são perfeitas! Jaime Camil é um dos atores mais encantadores para isso, eu acho que o encanto vem disso, torcer pela mocinha, odiar o vilão ou então amar odiar o vilão kkkkk são detalhes que prendem as pessoas.
Maura: E não existe tanta manipulação como em certas novelas brasileiras.
Henzo: Concordo plenamente. Mostrar mais do Brasil mesmo na novela, fugir sempre da mesmice de ficar no Rio, São Paulo. O que está começando a acontecer.
Lyvia: Não foi preciso ir ao México para saber o que é o México. As novelas deles trazem a alma mexicana em nossas casas. No Brasil, quando mudam o trajeto Rio/ São Paulo, exageram as outras regiões principalmente o Nordeste criam uma mentira sobre o povo e as culturas nordestinas.
Marcelo: Elas têm uma simplicidade tão grande, que atraem o público de forma fácil. Alem do mais, os personagens têm valores muito bem definidos. Isso faz o público torcer por (ou contra) eles.
Débora: Isso. Eu torci para a Teresa ficar boazinha kkkk
Maura: Também torci, mas foi tipo castigo do autor kkkk tipo consequências das atitudes dela.
Henzo: Verdade, vilãs que geralmente mostram a que vieram, isso é ótimo! E eu torcendo pra Rubi terminar rica, linda, do jeito que sempre sonhou kkkkk.
Marcelo: Algumas vilãs se tornaram tão ou mais conhecidas e amadas, que as das novelas brasileiras. Soraya Montenegro é um grande exemplo disso. Quais marcaram a vida de noveleiros de vocês?
Henzo: Com certeza Paola Bracho foi a que mais gostei, amo A Usurpadora. Soraya (Maria do Bairro) e Rubi (Rubi) também foram excelentes.
Débora: Joaquina, a mãe do padre João da Cruz de O Privilégio de amar! Essa velha era o diabo kkkkkkkk nunca esqueço dela e Paola Bracho.
Lyvia: Kkkkk a velha do privilégio de amar kkkk. Destaco Paola Bracho e Helena (Amigas y Rivales).
Marcelo: As vilãs têm finais pra lá de cruéis. Soraya virou churrasquinho, só pra citar um.
Débora: Verdade! A Soraya foi um arraso de vilã!
Erick: Paola Bracho.
Ana Paula: Em novela mexicana é o aqui se faz aqui se paga mesmo.
Henzo: Amei esse final, ela era boa vilã, mas não gostava dela a ponto de torcer, preferia a Maria. Já tem novelas que a gente torce mais pela vilã do que pela protagonista em si, sem contar que muitas vezes as próprias vilãs viram as protagonistas das novelas.
Maura: Quem gostou da Usurpadora?
Erick: Eu.
Maura: Título horrível!
Lyvia: Soraya – “Catadora!!!”. Dava pra ouvir lá do Japão
Débora: Eu amava, mas cresci e quis socar a cara da Paulina, chata demais.
Maura: Verdade.
Erick: Eu odeio mocinha sonsa.
Débora: Não existe no mundo uma Paulina kkkk. Paola até pode ter viu kkkkk
Marcelo: Dizem que o Sílvio Santos testa as novelas mexicanas, passando para o auditório nos intervalos das gravações dos programas deles. Se elas aprovarem, vai ao ar na TV. E A Usurpadora teve quase 100% de aprovação pelas meninas da plateia.
Lyvia: Gostava tb, mas depois que amadureci, me divertia ver a cara de corno do Carlos Daniel.
Débora: É uma história muito boa mesmo, mas que dá vontade de socar a Paulina dá kkkk
Erick: Por que Que Pobres Tão Ricos não deu certo?
Henzo: Eu gosto, mas acho que poderiam ser melhor, minha opinião.
Lyvia: Por causa da novela da Ana Brenda que era pra ter sido e não foi. Os fãs dela boicotaram.
Henzo: Lembrei de Ana Branca (de Senhora do Sertão) agora kkkk
Lyvia: O que acham das aberturas das novelas mexicanas? Acho a de O privilégio de Amar top.
Maura: Acho legais.
Erick: Eu gosto mais do tema do que da abertura em si.
Lyvia: A mais cafona que apareceu recentemente foi de Amanhã é para sempre. A novela é ótima, mas a abertura….deixa a desejar.
Erick: O que acharam de a Netflix trazer as mexicanas de volta?
Lyvia: Ótimo, deveria ter mais. Na verdade o Netflix deveria abrir um catálogo só de novelas deles mesmo.
Marcelo: Débora escreve webnovelas, usando tendências mexicanas e até inserindo astros latinos no meio de elencos brasileiros. Que atores vocês gostariam de ver atuando aqui no Brasil, a exemplo de Lucero em Carinha de Anjo?
Débora: Eu escolhi Manuel Landeta para ser o vilão protagonista de Hierarquia.
Marcelo: Ele era o marido opressor da Natália do Valle, que amava Herson Capri.
Henzo: Thalia, Anahí e principalmente Maite Perroni, seria arraso total…
Erick: A Lucero fazendo uma vilã brasileira, meu sonho.
Lyvia: Jaime Camil e Guy Ecker, ambos brasileiros. E Fernando Colunga. Se ele aparecer numa novela do sbt como a Lucero apareceu será top.
Erick: Eu acho que escreveria sobre caráter, o certo e o errado até onde se vai por ambição, e usaria dois personagens centrais, um rico e um pobre, ambos com problemas familiares, e por aí vai.
Henzo: Cyber já é exemplo, em 2019 traz uma com o elenco todo mexicano.
Marcelo: Sim, a Débora vai escrever “Coisas da Vida”, com elenco mexicano que vai de Victoria Ruffo até César Évora, passando por outros nomes de destaque.
Lyvia: Só gente responsa. Vicky é a rainha das mocinhas choronas.
Henzo: Uma história com uma vilã bem forte e uma protagonista que faz a gente torcer por ela seria show, com certeza algo sobre traições e mentiras!
Marcelo: Vamos deixar recados para os leitores do Cyber Show?
Lyvia: Pessoal, agradeço a todos que acompanham esse site maravilhoso que é a CyberTV. As obras expostas aqui são feitas com muito amor e carinho. Valeu!
Henzo: Agradeço a todos que estão acompanhando o Cyber Show e espero que continuem lendo as próximas edições… convido-os também para ler Ser Feliz. Obrigado pelo convite, Marcelo!
Erick: Dica para vilões: eles sempre podem tudo e sempre dão a última palavra. Odete Roitman era assim. Viajem ao escrever, não se limitem, e é isso! Sempre que quiser me chama, novela é um tema que eu gosto.
Marcelo: Desejo muitos anos de novelas mexicanas para nós. Tintim! Mais uma vez obrigado pela participação de vocês. Foi uma troca e tanto. Gostei muito!

O De Olho da CyberTV de hoje chega ao fim, mas o Cyber Show continua firme e forte. Não sai daí, antes de o programa acabar, hein?!

 

 

Boa noite pessoal, sou Henzo Viturino e agora faço parte da equipe do Cyber Show, é um prazer está aqui! Hoje na estreia do nosso quadro vamos comentar tudo sobre o que foi mais comentado nas novelas brasileiras, sejam elas de altíssimas qualidades da Globo, ou as melhores histórias para se ler, da Cyber TV.

 

SER FELIZ

Vamos começar com uma novela da casa, Ser Feliz estreou essa semana e já deixou as primeiras impressões… Teve gente que gostou da Helena, já outros preferiram a Joana, mas todos só querem saber de uma coisa… SER FELIZ! A primeira semana foi recheada de acontecimentos, Hugo já descobriu a traição de Marina e terminou tudo com ela. Helena acabou levando um tiro e agora o seu destino está nas mãos de Deus. Carolina já mostrou a que veio e ela quer, ela pode, ela consegue. Mas muitas coisas ainda vão acontecer, então fiquem ligados!

 

NO RUMO DA VIDA

 

Em No Rumo da Vida Felipe finalmente descobriu a traição entre Sérgio e Luana. E o Diego começou a chantagear a Carla meu povo. E agora Luana está grávida e o filho pode ser de Sérgio, mas Luana que não é boba vai logo dizer que o filho é de Felipe, o homem desconfiado não acreditou e exige o exame de DNA. Novela tá pegando fogo gente, não percam os próximos capítulos!

 

SEGUNDO SOL

 

Agora vamos falar sobre a principal novela do Brasil, Segundo Sol. A novela de João Emanuel Carneiro movimentou o Brasil na sua última semana e, apesar de ter tido seus erros, foi um sucesso. E nessa semana Laureta acabou atirando em Remy, e após ser salvo pelo homem se alia a ele emocionado. E Karola finalmente descobriu que sua mãe é Laureta, após uma fala de Dulce. Remy se revelou para família e se entregou para a família, e acabou inocentando Luzia. E depois de muito sofrimento Beto e Luzia se casam, e Karola é convidada. E a querida Rosa terminou com Valentim. Laureta… Essa acabou atirando em Severo e Karola, essa última não teve sorte e veio a óbito. Laureta foi presa, mas ficou melhor do que muitos que estão soltos por ai, com um tratamento de luxo dentro da cadeia, e além de conseguir sair rápido ainda se lançou a deputada federal, então não se esqueçam, é 6969.

 

O TEMPO NÃO PARA

A trama dos congelados anda bem interessante. Nessa semana Samuca se surpreendeu com a mudança de Betina. O Barão se espantou quando a delegada lhe mostrou documentos que comprovam suas atividades ilícitas. E Emílio exigiu que Marocas deixe a SamVita. A Coronela constatou que o filho de Waleska é de Mateus. Emílio deixa bem claro que está disposto a tudo, inclusive acabar com samuca. As contas da SamVita foram bloqueadas! Dom Sabino assume seus erros para Carmen e Marocas. Betina manda Igor investigar o exame de DNA do filho de Waleska. E Dom Sabino quer que a filha desista do casamento com Emílio. Muitas emoções estão por vim, não percam!

ESPELHO DA VIDA

 

Josi armou com Mariane para se aproximar de Isabel. Cris procura por Andréa por Rosa Branca. Isabel rouba a escova de dente de Alain e deixa uma surpresa em seu quarto. Cris, como Júlia, conhece Dora e descobre que Isabel é a reencarnação da sua melhor amiga do passado. Cris confessa a Margot que não sabe se conseguirá esconder a verdade Alain por muito tempo. E apesar da lentidão, muitas pessoas estão amando a novela, inclusive eu, kkkk.

 

AS AVENTURAS DE POLIANA

 

Na novela do SBT Débora anda toda afrontosa e deixa bem claro para Luísa não se intrometer em sua relação com Marcelo. Raquel e Guilherme terminam devido o beijo que Brenda deu no garoto.  Marcelo encontra a mãe de João, mas a mulher não quer ir para São Paulo, mas no final decide ir ao encontro do filho. O celular de Marcelo é roubado. Lorena admite que deseja ficar com o Feijão. Poliana revela para Luísa que encontrou João. E o temido Roger quer expulsar Guilherme de casa. São muitas emoções!

Bom pessoal, o mundo das novelas de hoje está ficando por aqui, mas semana que vem nós voltamos com mais novidades, eu acho, kkkk. E continuem acompanhando o programa de hoje que ainda vem muita coisa boa por ai!

 

Olá amores! Tudo bem? Aqui estamos para mais um bate papo com Débora Costa! O meu convidado de hoje? É o nosso querido humorista Ozi Júnior! Vejam que top a entrevista! Vem comigo!

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Fala galerinha, aqui quem fala é o Melqui Rodrigues e depois de passar uns dias em São Paulo, eu estou de volta com o nosso quadro “Séries e Outros Vícios”.

E hoje vamos falar um pouco da super série que chegou ao fim nesta última Sexta-Feira na Cyber TV: “O Dia Da Faxina” escrita pelo excelente Geraldo Medeiros Jr. No qual eu tive o prazer de conhece-lo pessoalmente nessa minha viagem à São Paulo.

 

Desde o começo essa série me chamou a atenção totalmente, principalmente pelo curioso título. Mas se vocês estão achando que isso aqui é um spin-off das “Empreguetes”, estão muito enganados coleguinhas.

O Dia da Faxina conta a história de Atílio, um homem bem sucedido até o momento que perde sua esposa Míriam brutalmente em um assassinato, depois disso, um desejo de justiça misturado com vingança ascendeu nos olhos dele, e agora está numa busca incessante de exterminar todos os criminosos do Brasil e quem sabe, do mundo? (Pegou aí a referência de Death Note?). A trama de Atílio não é nada simples de lidar, pois ele terá que fazer coisas que a lei não aprovaria em prol de um “bem maior”.

 

Geraldo Medeiros usou completamente o estilo literário nessa série, apesar que eu não duvido de ver posteriormente uma versão no formato roteiro ou até mesmo a série de TV sendo produzida (queremos isso, amém!). Acontece que ler essa trama e não imaginar cada detalhe dos planos mirabolantes de Atílio chega até ser um “pecado”.

O enredo é sem enrolação, direto ao ponto, apesar de possuir poucos personagens, é suficiente pra construir uma trama sólida e sem rodeios, sem contar que há o recurso do Plot Twist na trama que é de explodir as mentes do leitor.

O interessante também é que Geraldo meio que fez uma “crítica” ao estado atual da política brasileira, propositalmente ou não, isso teve muita relevância na história fazendo-nos pensar: “E se isso realmente acontecesse no Brasil? Como seria?”.

O resultado desses 14 capítulos foi uma das melhores séries já exibidas neste ano de 2018, se caso houver uma continuação, estarei na primeira fila para acompanhar a estreia. Parabéns Geraldo por nos presentear com essa obra-prima!

Nota: 10,0

E o nosso quadro “Séries e outros Vícios” fica por aqui, até o próximo programa!

 

Obrigado a todos que leram a 7ª edição do Cyber Show e fiquem ligados que semana que vem tem muito mais! E não se esqueçam, nessa terça estreia a série mais aguardada do ano…

 

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