Olá, leitor(a)! Espero que esteja curtindo bastante a Páscoa, que é um período de renovação e de prosperidade. Hoje é dia de resenhar sobre a nova série da Cyber TV e de falar um pouco sobre o festa que se comemora hoje. Vamos lá!

 


Embora tenha estreado agora na Cyber TV, o escritor J.P. Ritter já é veterano no Mundo Virtual. É dele a novela Sangue & Esplendor, uma aventura épica que se passa na Antiguidade, e a série premiada Caminho Único – ambas exibidas pela OnTV. Na última segunda-feira (15), às 22h, estreou sua nova série O Diário de Lucca, que narra a história de um garoto comum que é apaixonado por Arthur, seu melhor amigo, mas que se envolve posteriormente com o universitário Dário. Aliás, o mundo jovem é a especialidade do escritor. Vamos aos trechos de destaque:

 

Enquanto descreve o começo de mais um dia rotineiro na vida do protagonista-título, o autor já descreve as principais características deste adolescente em meio aos questionamentos mais íntimos, com os conflitos inerentes à sua idade. Gostei!

 

Interessante a maneira com que o autor inicia o diálogo entre mãe e filho e simultaneamente caracteriza a personagem feminina. Já no parágrafo de baixo, é possível notar todas as ideias agrupadas entre si, através das vírgulas. Como o texto ali é curto, não há tanto problema; se tivesse cinco linhas ou mais, poderia dar um efeito cansativo à leitura. Por isso, este recurso deve ser usado com moderação.

 

O conflito e a distância entre gerações se mostra na história, assim como na nossa realidade. E assim Lucca se fecha em seu mundo particular de sonhos, desejos e revoltas de um adolescente.

 

Entre os conflitos internos do protagonista está o amor platônico que sente por Arthur. Este e outros motivos faziam o mocinho entrar num estado agravado de angústia, descrito em detalhes e de forma um tanto poética na parte final da cena.

 

O primeiro episódio da série das 22h terminou assim, gerando uma grande expectativa em Lucca e nos leitores.

 

Os episódios são relativamente curtos, mas cheios de conteúdo. Podemos sentir e pensar como Lucca, através das palavras muito bem encadeadas pelo autor. Ele é gente como a gente e nos faz ter intimidade com ele. Tudo bem, já vimos histórias parecidas antes, como Eu, Kadu e Entre Nós, mas e daí? O mais importante é como cada autor vê a problemática (neste caso, a do adolescente em conflito interno e lotado de questionamentos em relação à sexualidade) por diferentes ângulos e como cada visão se complementa e forma um panorama mais completo das coisas. Por mais que um tema muito explorado possa se tornar clichê, é sempre interessante apreciar as várias obras “parecidas” e aprender com todas. Ou seja, recomendo (e muito) a leitura de O Diário de Lucca e das outras duas obras citadas.

Você está de parabéns, J.P. Ritter! Desejo sucesso pra sua série!

 


Vamos falar sobre ela: a Páscoa. Você sabe de onde surgiu esse nome?

A festa é muito importante para judeus e cristãos. Os primeiros comemoram a libertação do povo judeu após séculos de escravidão no Egito, enquanto os seguidores de Jesus comemoram a sua ressurreição. A palavra Páscoa, utilizada em português pelos dois povos, deriva do grego bíblico Paskha e do latim Pascha, ambos derivados da forma hebraica Pessach (“passagem”). Em outras línguas, como o inglês, há termos distintos para as duas celebrações.

Nas tradições católicas, por exemplo, é muito comum a figura do ovo, como símbolo de fertilidade e do próprio “renascimento” de Cristo após sua morte na Sexta-Feira Santa. Enquanto algumas pessoas pintam ovos de galinha e até de avestruz para decorar suas casas e presentearem uns aos outros, há também o costume de comer os tão comercializados ovos de chocolate.

Há também uma versão “pascal” do Papai Noel: um coelho, muitas vezes representado com formas humanas (assim como o Pernalonga do desenho animado), seria o benfeitor que presenteia as famílias com os Ovos de Páscoa. Há até musiquinha: “Coelhinho da Páscoa, que trazes pra mim?”. Mas por que um coelho? O animal também é um conhecido símbolo de fertilidade, já que um casal é capaz de ter muitos filhotes em pouco tempo. Aliás, há até quem acredite que uma coelha ponha ovos (!), de tão enraizada que a história está na cultura ocidental. Outro motivo está relacionado à gestação da lebre, que dura um mês lunar. Falando nisso, a última Lua Cheia após o equinócio (início do outono, aqui no Hemisfério Sul) determina a data da Páscoa, como se acredita desde os tempos mais antigos.

 


Por isso o Observatório da Escrita deseja que você se liberte das coisas negativas e que tenha uma bela passagem para que coisas boas se frutifiquem. Prosperidade, fecundidade e boas novas!

Tenha uma ótima noite de Páscoa e uma ótima semana, leitor(a)! Abração!

 


NOVA SÉRIE DA AUTORIA COLETIVA
Estreia em 7 de maio, às 23h

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