Do Autor
Marcelo Maia
CAPÍTULO 17
[No capítulo anterior]
Saindo da delegacia, Nido, atende o celular, o mesmo foi conversar com o delegado. Um dia de muito sol. Barulhos de carros passando, buzinas até que dispara um TIRO que acerta NIDO. [Música de suspense] Imediatamente ele cai no chão, já quase sem vida.
[EM OFF] Desespero dos policias que estavam na porta da delegacia, correria.
CAMERA SE APROXIMA
NIDO – Sussurrando – Isabel… Eu te A…
[Fique agora com o capítulo de hoje]
*** UM MÊS DEPOIS…
CENA 01 – HOSPITAL/ QUARTO ISABEL/ INT./ DIA.
No telefone Isabel liga para Dona Lu.
ISABEL – Oi Dona Lu, tudo bem?
DONA LU – ISABEL,é você minha filha…
ISABEL – Sim Dona Lu, graças a Deus eu sai do coma.
DONA LU – Amém minha filha, em qual hospital você está?
ISABEL – Dona Lu, eu só liguei porque o assunto é sério. Eu voltei do coma quando ouvi a voz do Biel. É verdade que a guarda dele está com o Raul?
DONA LU – Sim, eu achei melhor alguém próximo a você ter a guarda, uma vez que outros casais queriam. Porem eram de outro estado.
ISABEL – Então você não fez por maldade é isso?
DONA LU – Não minha filha. Fiz pensando em você!
ISABEL – Cai uma lagrima – Obrigada.
DONA LU – O Raul jamais vai querer a criança só para ele. Conheço o rapaz.
CENA 02 – CASA RAUL/ INT./ TARDE/ SALA
WALDA – É sério o que a mãe disse?
RAUL – Pelo visto sim… O pai me mostrou a ultrassom.
NILDA – É uma gravidez de risco vocês sabem né.
RAUL – Fiquei muito preocupado com isso. Mas já que eles querem, vamos auxiliar.
WALDA – Nossa mãe tá melhor que agente. – Todos dão risadas.
CENA 03 – ESCOLA/ SALA/ INT. TARDE.
LUIZ – Tive uma ideia top.
JAQUELINE – Qual?
LUIZ – Agora que a nossa professora acordou, que tal irmos visita-la?
AMANDA – Acho perfeito. Mais só pode entrar um de cada vez.
JAQUELINE – Não, acho que são até três. Se for vai só nos três uê.
LUIZ – Eu topo!
AMANDA – Ok… Então vamos.
CENA 04 – HOSPITAL/ QUARTO ISABEL/ NOITE/ INT.
Entrando no quarto.
ISABEL – Você… O que está fazendo aqui?
LUBY – Sentiu saudades querida?
ISABEL – Depois de tanto tempo veio me visitar Lubyanka Trajano… O que devo a honra?
LUBY – Sorrindo – Realmente você é um nojo de pessoa. Não consigo gostar de você. Nunca gostei. Desdo dia que me casei com o seu pai. Aquela planta.
ISABEL – Furiosa – Não fale assim do meu pai sua bruxa.
LUBY – Vim trazer noticias dele… Acho que você ainda não soube. Ele não sumiu atoa. Ele está morto!
ISABEL – Assustada – Mentira…
LUBY – Bom se não vai acreditar o problema é seu! Mas já contatei meus advogados, quero você fora da minha mansão o mais rápido possível.
ISABEL – Se isso for verdade, você quem provocou a morte dele.
LUBY – Agindo com cinismo – EU? Imagina minha flor. Jamais farei isso. – Caminha até a porta do Quarto – Mas se não quiser acredita, o problema é seu!
ISABEL – Aos gritos – SUMA DAQUI SUA MALDITA, BRUXA!
Luby, bate a porta e sai com um leve sorriso no rosto.
CENA 05 – MANSÃO DOS GUERRAS/ INT./ NOITE.
LUBY – Julia, minha querida…
JULIA – Nossa que morte cruel essa do tio Nido…
LUBY – Sorri – Nem me fale… Mas, uma pedra a menos no meu caminho.
JULIA – Tem dedo seu nessa história?
LUBY – Não querida… Mas se tivesse seria ótimo, agora a fortuna dele será minha! Quero ver aquela filha maldita dele me suplicar por dinheiro!
JULIA – Sorrindo – Como você é má tia…
LUBY – Isso é só o começo! – Sorri altíssimo.
CENA 06 – HOSPITAL/ INT./ NOITE/ QUARTO ISABEL.
Aos prantos, Isabel, está inconformada com a noticia, que foi confirmada.
ISABEL – Eu amo tanto meu pai.
JORGE – Ele foi uma ótima pessoa mesmo.
ISABEL – Ele sempre cuidou muito bem dos filhos, e da vida. O que eu não entendi foi como ele morreu.
JORGE – Bom… Pelo que ouvi, ele levou um tiro ao sair da delegacia.
ISABEL – E ninguém descobriu quem foi o maldito quem fez isso?
JORGE – Logo vão descobrir isso jamais irá passa batido. Tenho certeza do que estou falando!
ISABEL – É uma dor sem fim… Queria tanto dar um enterro digno ao meu pai. Estou despedaçada.
JORGE – Abraça Isabel – Calma, tudo vai ficar bem.
RUI – Entra no Quarto – Que palhaçada é essa aqui?… Alguém pode me explicar?
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