Alguns dias depois.
Logo pela manhã, chegou para Sônia um telegrama e. . .
SÔNIA: Filhos, que coisa boa.
FILIPE: O que foi mamãe?
SÔNIA: Seu pai sairá hoje da cadeia . . . Vamos filho pegue o jipe e vamos buscar seu pai.
Todos se alegraram e a família foi buscar o marido e pai.
Santa, resolve abrir a maleta escondida por Camilo e conferir a quantia do dinheiro que a mesma guarda.
SANTA: Não é possível. É a mesma quantia. mas que dinheiro será esse. Prefiro não acreditar. . . Preciso falar com Luiz, mas vou esperar mais. (e guarda a maleta novamente)
Luiz procura pela mãe. . .
LUIZ: Preciso falar com a senhora mamãe.
SANTA: Pode falar filho.
LUIZ: Pensei muito e decidi reatar meu namoro com Dyana.
SANTA: De forma nenhuma nenhuma. . . Você não vai fazer isso Luiz. . . Eu não abençoarei essa união.
LUIZ: A senhora que sabe mamãe. Pois com a benção ou não da senhora eu irei me casar com ela. . . A senhora é bastante sábia para ter esta atitude . Hoje mesmo irei falar com dona Santa e irei visitar seu Pedro na cadeia e reatarei meu namoro com Dyana.
SANTA: Não contato com aquela gente. Se você se casar com aquela moça, não quero ela aqui dentro de nossa casa.
LUIZ: Não se preocupe, arrumarei outra casa pra gente morar.
Luiz sai, monta no cavalo e vai para casa de Dyana.
Ao chegar a casa de Dyana, Luiz fica sabendo por Valter sobre a saída de Pedro da cadeia.
LUIZ: Que bom! Assim falarei com seu Pedro sobre minha decisão. Quero me casar com Dyana, Valter.
VALTER: Eta, que coisa boa! Assim Dyana voltará a ter alegria novamente.
LUIZ: Essa família, o seu Pedro não são os culpados do que aconteceu com papai. Sinto muita falta dele, mas sei que ele foi errado. E por isso não podemos pagar por isso.
VALTER: Isso aí! Eu também vou pedir a mão de Cida em casamento.
LUIZ: Podemos nos casar no mesmo dia.
VALTER: Gostei da ideia. Vou falar com ela.
Enquanto conversam ali, eis que Pedro chega da prisão . . .
VALTER: Que bom que o senhor voltou seu Pedro.
Ao ver Luiz, Pedro ficou sentido. . .
SÔNIA: Por que ficou assim, abatido?
PEDRO: Veja o Luiz, meu coração dói de remorso por ter matado seu pai, o meu amigo e sócio.
SÔNIA: Não sofra mais meu marido, foi uma fatalidade.
FILIPE: Vamos meu pai, estamos em casa.
DYANA: Luiz? O que o trouxe aqui?
LUIZ: Preciso falar com você. . . Seu Pedro, que bom rever o senhor e fora da cadeia.
PEDRO: Obrigado Luiz.
LUIZ: Não se preocupe. Não faço nenhum julgamento ao senhor, sei que agiu corretamente. meu pai que foi inconsequente. . . E aproveitando a chega alegre de vocês, quero pedir a permissão do senhor de dona Sônia para reatar o meu namoro com Dyana .
PEDRO: Meu filho, será uma honra conduzir e entregar minha filha no alter em casamento para você.
SÔNIA: E sua mãe? Está sabendo dessa sua decisão?
LUIZ: Sim, mas não concorda. Tenho a esperança de que um dia ela compreenderá e aceitará.
PEDRO: Sejam felizes meus filhos. (abraça Luiz e Dyana)
E assim, os dois, Luiz e Dyana voltaram a sorrir.
Valter, ao ver a felicidade do jovem casal, se aproxima de Cida e . . .
VALTER: Posso falar com você Cida?
CIDA: Claro! Esteja à vontade.
VALTER: Você quer se casar comigo?
CIDA: Por que você demorou tanto tempo para me falar ? . . . É claro que quero.
Mesmo tendo vivido grandes emoções nos últimos tempos, todos por ali já estão conseguindo superar aqueles sentimentos negativos, tristes, preocupantes que rodeavam a todos que ali viviam.
Dyana e Luiz voltaram a sorrir.
DYANA: Obrigado meu amor.
LUIZ: o que está agradecendo?
DYANA: Por você não ter me abandonado, esquecido de mim.
LUIZ: Jamais. Você sabe o quanto te amo. . . Tudo o que quero é ficar pra sempre do seu lado.
A paz e a felicidade retornaram para o meio de todos que ali vivem.
COSME: O espinho secreto foi retirado de entre as rosas.
DAMIÃO: Tudo agora é sincero e só emoções.
COSME: O sentimento mais lindo, tomará conta de todos: o amor.





