Do Autor
Marcelo Maia
Colaboração
Tiago Santos
[NO CAPÍTULO ANTERIOR]
MAX – Correndo para falar com Prima – Isabel… Hei.
ISABEL – Oi?
MAX – Quanto tempo?… Lembra de mim?
ISABEL – Desculpe, mais sinceramente não! Você é o?
MAX – Seu primo Max, filho da sua tia Branca… Lembra?
ISABEL – Meu primo ou do Make?
MAX – É da família né..
ISABEL – Sorrindo – Não… Eu não sou filha da Lubyanka. Agora da Licença. – Vai em direção ao carro.
MAX – Sussurrando – Maldita.
[ Fique Agora com o Capítulo de Hoje]
CENA 01 – CASA DE ADOÇÃO/ INT./ MANHÃ
Isabel adentrando a casa de adoção.
DONA LU – Está realmente determinado em Bel.
ISABEL – Mais que nunca. Tudo que eu mais quero nesta vida é conseguir este anjo comigo, darei todo amor do mundo há ele.
DONA LU – Se todos que aparecessem aqui tivessem está determinação.
ISABEL – Infelizmente é desta forma, mas eu estou realmente determinada…
DONA LU – Não quero te desanimar, mas, há um novo processo de adoção do garoto Gabriel.
ISABEL – Apavorada – Como assim? Quando isso?… É sério?
DONA LU – Sim, é serio. Soube hoje!
ISABEL – Mas estou a meses tentando… Não é possível. – Triste.
DONA LU – Calma, quando é pra ser, ninguém tira! Fica calma.
ISABEL – Chorando – E se eu perder ele, não vou me perdoar!
DONA LU – Abraça Isabel – Fica em paz.
CENA 02 – CASA RAUL/ PORTÃO/ EXT.
Aos gritos, Dora chama por Raul…
DORA – Vem aqui agora Raul, eu quero falar com você!
RAUL – Na janela – Vai embora Dora, não quero confusão.
DORA – E quem te disse que eu quero?… Só quero uma conversa com você.
RAUL – Mas eu não quero… Você tem que entender!
DORA – Se você não vir aqui eu vou fazer um escândalo pior. Tem certeza que não vai vir?
RAUL – Imediatamente vai até o portão evitando uma confusão maior, ao chegar perto de Dora – Diz…
DORA – Você acha justo se separar, me deu foi um pé na bunda, eu estou na pior Raul, quero uma ajuda financeira!
RAUL – Sorrindo – Cê tá brincando né?
DORA – Estou com cara de quem está brincando?… Se você não pagar vou fazer da sua vida um inferno.
RAUL – Doralice, você já faz da minha vida um inferno. Quer mais?
DORA – Quero dinheiro, eu exijo. – Ao ouvir a voz de Dora, Rosa mãe de Raul, sai para o lado de fora de casa já gritando.
ROSA – Que cê tá fazendo aqui peste?
DORA – Estou cobrando o que me é de direito!
ROSA – Se eu quebrar essa sua cara sonsa é meu direito?
RAUL – Calma mãe!… Não bata boca com ela.
DORA – Que isso sogra. – sorrindo e debochando de Rosa.
ROSA – Tá cá peste mesmo, não sou sua sogra nunca. Suma da minha frente agora!
DORA – NÃO… Eu não saio enquanto ele não me der dinheiro.
ROSA – Vou quebrar seus dentes se você não sair daqui agora.
DORA – Continua a mesma louca. Brigando por tudo, sua veia fofoqueira.
ROSA – Extremamente nervosa com Dora, surta – Viu Raul, cê amarrou seu jegue nessa cabrunca doida.
RAUL – Vamos entrar mãe, por favor. Vamos entrar, a deixa aí. Caso ela faça escândalos, eu chamo a policia.
CENA 03 – ESCOLA/ SALA DOS PROFESSORES/ MANHÃ/ INT.
Telefone da Isabel tocando.
SU – Amiga, seu celular está tocando.
ISABEL – Quem é?
SU – Tá escrito órfã… Sei lá. – sorrindo.
ISABEL – Corre até o celular – Alô?… Sim, sou eu mesma. Em que posso ajudar?[…] Claro! Hoje mesmo compareço. – Desliga o celular.
SU – Quem era? – Curiosa.
ISABEL – FELIZ – Primeiro vou checar a informação e logo te aviso.
SU – Ficou feliz em amiga.
ISABEL – Esse pode ser o melhor momento da minha vida Su.
SU – Vai ser sim amiga, tenho certeza.
ISABEL – Torce por mim.
As duas se abraçam e Isabel sai da sala.
CENA 04 – ESCOLA/ EXT./ PORTÃO.
Raul, parando o carro em frente a escola, e abre o janela do carro para pedir uma informação. E logo que está saindo da escola é Isabel.
RAUL – chamando – Ei moça… Por favor, uma informação.
ISABEL – Pois não… – Se aproxima do carro.
RAUL – Sabe onde fica a rua Borba gato?
ISABEL – Ao se aproxima repara que é o guarda de transito – Você?
RAUL – Me conhece? – Olhando para Isabel, tentando lembrar onde a conhecia.
ISABEL – Ficando envergonhada – Ahh desculpa… Só um comentário.
RAUL – Imagina… Mas como faço para ir até está rua?
ISABEL – Desce está avenida até o fim, depois primeira esquerda e primeira à direita.
RAUL – Obrigado viu mo1ça.
ISABEL – Imagina. – Sorrindo!
RAUL – Tchau. – Sai de carro.!
Ao andar um pouco, para no farol e tenta lembrar-se de Isabel.
RAUL – Pensando alto – De onde eu conheço aquela moça… Muito linda!
CENA 05 – CASA DE BRANCA/ SALA/ INT./ TARDE.
MAX – Mãe vou ir à faculdade hoje mais cedo tá…
BRANCA – Sem problemas, estou esperando a Esperança, preciso de noticias.
** Campainha tocando. – Entra a domestica Esperança.
BRANCA – Quero saber de tudo, me conte todos os pobre daquela casa Esperança…
MAX – Tô sobrando… Fui. – Sai de cena.
ESPERANÇA – Está semana eu não consegui ouvir muita coisa, mas ela falou algumas vezes na semana com alguém por telefone, e ficava muito nervosa.
BRANCA – Alguém?… Não sabe quem?
ESPERANÇA – Não sei quem é a pessoa, mas ela sempre fica bem estressada viu dona Branca.
BRANCA – Maldita… Mas ela vai pagar!
CENA 06 – SALA DO DIRETOR/ ESCOLA/ INT./ TARDE.
ISABEL – batendo na porta – Pode entrar?
WLAD – Entra Isa! – Isabel entra na sala.
ISABEL – Preciso de sua ajuda… Posso contar com você.
WLAD – Não sendo dinheiro. – Sorri – Brincadeira!
ISABEL – O assunto é serio diretor…
WLAD – É saúde?
ISABEL – Não… Mais é com uma vida.
WLAD – Pelo amor de deus, o que está havendo?
ISABEL – Preciso de uma semana de folga!
WLAD – Sorrindo – Era isso?…
ISABEL – É uma coisa séria, vou professora fixa, não posso ficar faltando.
WLAD – Pode ir, eu coloco alguém para substituir você! Fique tranquila, eu quero só seu bem!
ISABEL – Vai chamar algum eventual? – Preocupada.
WLAD – Se encontrar algum louco para aguentar essas pestes. – Sorrindo.
ISABEL – Wlad…
WLAD -… brincadeira.
ISABEL – Obrigada.
CENA 07 – ESCOLA/ SALA DOS PROFESSORES/ INT.
Luana, Isabel e Su fazem alguns planejamentos de aula.
Isabel porém nota que a amiga está muito aflita e pensativa.
ISABEL — Êta lelê! Está tudo bem?
LUANA — Está sim, por que não estaria?
ISABEL — Parece que você está bem aflita e pensativa. O que está acontecendo?
LUANA — Você realmente me conhece né? Tenho mesmo uma coisa para contar…
SU — Despeja miga. — Fala curiosa.
ISABEL — Isso é jeito de falar Su?
SU — Sorry miga. É meu jeito.
Isabel faz sinal para que ela fique em silêncio.
SU — Ok Bel. Mas conta Lu, o que quer nos falar?
Luana aparenta felicidade e medo ao mesmo tempo.
LUANA — Estou grávida meninas.
SU — Se for daquele gostoso do seu peguete, com aquele corpo, aquele rosto, uffaaah… — Diz ela se abanando.
ISABEL — Controle-se Su, pelo amor. —Diz séria. —Que feliz que eu estou por você Luana amiga. Um filho é uma benção, meu Deus, isso é um presente sem medidas. Aquele no qual o amor se mostra presente e vivo eternamente… — Chora emocionada.
Su abraça e consola Isabel.
LUANA — Amiga eu não queria que você ficasse assim, desculpa.
ISABEL — Não é culpa sua, eu sou assim você sabe. Esse assunto mexe comigo. —Sorri.
SU — Por que está nervosa? Não deveria está feliz? —Pergunta ela para Luana.
LUANA — Estou e muito. Mas vocês já imaginaram como a Amanda vai reagir?
ISABEL e SU se olham preocupadas.
CENA 08 – MANSÃO DOS GUERRAS/ MANHÃ/ INT./ SALA.
Nido, descendo as escadas.
LUBY – Meu amor, eu preciso falar com você! Pode ser?
NIDO – Claro que pode meu amor… Mas tem que ser exatamente agora?… Estou testando um novo prato no restaurante e começa hoje.
LUBY – Necessita ser hoje, tem que ser agora.
NIDO – Não meu amor, mais tarde mesmo…
LUBY – Nido, a Branca voltou! – Olhando para Nido.
NIDO – Assustado – Como assim?… Não era para ela ter voltado.
ISABEL – Entrando – Desculpa mais ouvir vocês conversando… Não era para quem ter voltando meu pai?..
[CONTINUA NO PRÓXIMO CAPITULO]
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