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Do Autor

Marcelo Maia

Colaboração

Tiago Santos

 

CAP. 06

[NO CAPITULO ANTERIOR…]

 

LUBY – Nido, a Branca voltou! – Olhando para Nido.

NIDO – Assustado – Como assim?… Não era para ela ter voltado.

ISABEL – Entrando – Desculpa mais ouvir vocês conversando… Não era para quem ter voltando meu pai?…

 

[FIQUE AGORA COM O CAPÍTULO DE HOJE…]

 

CENA 01 – CONTINUAÇÃO IMEDIATA DO CAPÍTULO ANTERIOR.

 

LUBY – Deu para ouvir conversas alheias…

NIDO – Acho que você entendeu errado.

ISABEL – Não… Eu ouvi muito bem, quem voltou?

LUBY – Nervosa – Ninguém! Já disse que ninguém.

ISABEL – Não sou nenhuma criança Lubyanka, sei que a sua irmã voltou… Agora só saber quem não deveria ter voltado, é sua irmã mesmo?

LUBY – Não estamos falando dela, é outro assunto…

NIDO – Chega deste assunto… Acabou!!!

LUBY – Ótimo, vou para meu quarto!

NIDO – Isso, vamos cada um para seu lado.

 

CENA 02 – QUARTO DE MAKE/ INT.

 

MAKE – Porque você está nervosa?

LUBY – Advinha?

MAKE – Sorrindo – De novo mãe!

LUBY – Eu preciso tirar essa maldita do meu caminho.

MAKE – Calma mãe, você não pode colocar tudo a perder… Mantenha a cabeça no lugar.

LUBY – É tão difícil, eu olhar pra aquela vejo todo o passado, o sofrimento. E não poder fazer nada me irrita… Eu tenho ódio dela. Da pobreza dela!

MAKE – Mas você pode perder tudo. Você sabe muito bem disto! Tudo está nas mãos dela.

LUBY – Por pouco tempo… Custe o que custar eu vou tirar tudo deste seu pai e dela.

MAKE – De novo a Branca voltou? É isso mesmo?

LUBY – Agora você está vendo como é difícil minha vida, mais uma pedra para tirar do meu caminho… O pior é ela saber demais!

MAKE – Ela sabe tanto assim?

LUBY – Mais do que você imagina! Todos têm um passado sujo.

MAKE – O seu é tão sujo assim?

LUBY – Imundo meu querido…

 

CENA 03 – ORFANATO/ TARDE/ JARDIM/ EXT.

 

DONA LU – Crianças, estamos reunidos aqui hoje no jardim para receber uma equipe especial, todos estão aqui de coração para alegrar o dia de vocês… Espero que os recebam com muito amor! O grupo de guardas de São Paulo veio alegrar vocês… Por favor, uma salva de palmas para eles.

TODOS BATEM PALMAS POR MAIS OU MENOS UM MINUTO.

Uma enorme felicidade é vista nos rosto das crianças…

RAUL – Crianças, hoje estamos aqui para alegrar o dia de vocês… Vamos fazer desta tarde, a melhor de todas.

BIEL – Se aproxima de Raul – Tio…

RAUL – Olha para BIEL, e no primeiro olhar foi amor total pela criança – Oi rapaz…

BIEL – Eu estou triste.

RAUL – Ajoelha-se – Porque meu querido? Te fizeram algo aqui no orfanato?

BIEL – A minha mãe não veio me buscar ainda… Ela disse que viria tio.

RAUL – E quem é sua mãe?

BIEL – A Isabel Tio, ela é linda. Ela vem sempre, e me dá muitos presentes.

RAUL – E você a ama?

BIEL – Muito!!! Vou morar com ela, você sabia?

RAUL – Estou sabendo agora querido.

BIEL – Vamos brincar?

RAUL – Vamos, afinal eu vim aqui para isso. Então vamos? – Estende a mão para Biel, que imediatamente pega na mão dele.

BIEL – Vamos… – Sorrindo.

OS DOIS SÃO MUITAS RISADAS E BRINCAM COMO GRANDES AMIGOS.

 

CENA 04 – MANSÃO DE LIA/ NOITE/ SALA/ INT.

 

LIA – Júlia, por favor, vamos conversar minha filha?

JULIA – Mãe chega desse caô, não aguento mais você falando isso.

LIA – Eu estou falando isso pelo seu bem… Você sabe que não sou a favor desse casamento com seu primo.

JULIA – Você tem que entender que eu amo ele. Isso não basta?

LIA – Gritando – VOCÊ AMA O DINHEIRO DELE… É UMA MERDA DE AMBIÇÃO.

JULIA – Você não tem? – Olhando nos olhos de LIA.

LIA – Casei com seu pai e juntos construímos nosso império. Diferente da sua tia.

JULIA – Queria saber o porque sempre você tem esse discurso. Minha tia é ótima, sempre me tratou muito bem. Até melhor que você querida mãe.

LIA – Você não sabe o que está falando. Ela é uma peste.

JULIA – Deve ser de família né… Porque ela diz que seu passado também tem rastros… Agora deixa eu ir. Tchau querida. – Sai da sala.

LIA – Maldita… – nervosa – Será que a Julia já sabe de tudo?…

CENA 05 – ESCOLA/ MANHÃ/ SALA/ INT.

 

PÂMELA -… escrota é você garota, sua pobre…

AMANDA – Cê tá me tirando né, patricinha da favela. – TODOS DÃO RISADA.

PÂMELA – Melhor se patricinha do que pobre da favela né gata.

JAQUELINE – Você não se enxerga não… Sua vida de rica acabou… Cai na real menina.

AMANDA – Boa!! – Sorrindo.

PÂMELA – Tenho nojo de vocês…

LUIZ – Aí mina, cê tá ligado que somos simples e vem com esses papos doidos aí… Tá tirando né.

PÂMELA – Tirando tá você com esse linguajar ridículo.

AMANDA – Melhor ele ter esse português errado, do que ser uma pessoa estupida e sem alma igual a você.

PÂMELA – Garota, vai se lascar, me deixa em paz.

LUIZ – Sussurrando – Pai bandido.

PÂMELA – nervosa, levanta imediatamente – Quem falou isso?…

TODOS SORRINDO

LUIZ – Foi eu querida, vai bater de frente?

PÂMELA – Seu verme eu tenho nojo de você vagabundo.

LUIZ – Melhor ser um verme do que ter meu pai preso…

TODOS – NOSSAAAA!

ISABEL – Entrando na sala – Que bagunça é essa?

LUIZ – Essa patricinha maldita.

ISABEL – Olha o respeito Luiz, isso aqui é uma sala de aula… Não é para se tratarem assim, ou ficarem se julgando.

PÂMELA – Chorando – Eles não sabem o que aconteceu e ficam me apostando o dedo, me julgando pelo que meu pai fez.

ISABEL – Não… pelo amor deu deus, vocês não são mais crianças. Chega agora!! To exausta disto… Não conseguem ficar em paz não.

AMANDA – Mais ela quem começou.

ISABEL – Desculpa, mas não me interessa quem começou, e sim quem vai acabar com isso! Falta de respeito total… O próximo a falar vai visitar a sala do Wlad. Chega, quero paz, estou com dor de cabeça! Só quero silencio!!!

AMANDA – OK… Desculpe!

ISABEL – Abram a apostila na página 57. E respondam as perguntas. E sem mais por hoje.

 

CENA 06 – SALA DOS PROFESSORES/ INT.

 

SU – Que dia…

ISABEL – Nem me fale, hoje o dia foi um inferno… Cheguei na sala estava havendo a terceira guerra mundial.

LUANA – Jura?…

ISABEL – A próxima aula lá é sua né?

LUANA – Sim, duas aulas de matemática.

SU – Graças a deus eu me livrei desta sala… Eu já tinha pirado.

LUANA – Ou matado algum aluno né. – Sorri.

ISABEL – Sorrindo – Isso é verdade… Você é zero paciência.

RUI – Entrando na sala – Inferno…

ISABEL – Um dia estressante também?

RUI – Essas crianças são movidas a que?… Pelo amor de deus.

SU – Rindo – Bem vindo ao clube.

LUANA – Mas você não disse que sua turma é calma Su?

ISABEL – Sim você disse?

TIA DA ESCOLA – Entra na sala desesperada – SUELLEN, pelo amor de deus, vai agora pra sala.

SU – O que houve?

TIA DA ESCOLA – Os alunos da sua sala estão colocando fogo na lousa.

SU – Olha para todos na sala e diz – Viu como eles são uns anjos. – Sai da sala.

ISABEL – Coitada… Ela sofre mais que agente!

RUI – Essas crianças são só pela misericórdia.

LUANA – Bom, deixa eu ir também… Já vou ir antes para deixar a lousa cheia de lição… Assim quando eles entrarem não vão ter muito tempo para destruir a sala.

ISABEL – sorrindo – Boa sorte. – Luana sai da sala.

RUI – Ótimo que está só nos dois.

ISABEL – Também já vou para sala… Tenho prova agora!

RUI – Antes… Aceita almoçar comigo hoje?

ISABEL – Não estou com cabeça para isso Rui.

RUI- Apenas um almoço… Só para conversar mesmo. Por favor Bel.

ISABEL – Vou pensar depois te respondo.

RAUL – Responde agora.

ISABEL – Eu disse depois, OK?

RAUL – Olhando com um jeito diferente – Ok!

 

CENA 07 – MANSÃO DOS GUERRAS/ TARDE/ QUARTO DE NIDO E LUBY/ INT.

 

NIDO – Luby, você tem que entender meu amor…

LUBY – Faça o impossível, eu não vou cancelar, preciso esfriar minha cabeça…

NIDO – Não é fácil assim… Você acha que tudo é do seu jeito… Tem que entender também.

LUBY – Sorrindo – Amor, tudo é do meu jeito sim… Se pra você não está bom agente acaba aqui mesmo.

NIDO – Começou com suas ameaças?

LUBY – Nido se vira… Eu quero e eu vou viajar. Se for preciso eu vou sozinha…

NIDO – Ótima ideia…

LUBY – O que?…

NIDO – Você vai sozinha, assim teremos uma economia maior.

LUBY – Sorrindo – Tem certeza?

NIDO – Você não quer ir… Então!!!

LUBY – Com um olhar fixo em Nido – Aceito!

 

CENA 08 – RESTAURANTE/ NOITE/ INT.

 

ISABEL – Carla, minha amiga. – Abraça Carla.

CARLA – Como vai amiga?…

ISABEL – Bem e você?

CARLA – Bem preocupada, principalmente com o seu pai.

ISABEL – O que está havendo?… Não me esconda nada!

CARLA – O restaurante amiga, está indo de mal a pior. Só deus em nossas vidas.

ISABEL – Pela crise?…

CARLA – Pra ser bem sincera não sei… Clientes têm todos os dias. Mas dinheiro no caixa… – balança a cabeça como se dissesse NÃO.

ISABEL – Dinheiro sumindo então, é isso?

CARLA – Parece que sim amiga, e é muito dinheiro.

ISABEL – Imagino de onde vem esse sangue suga amiga. Tem nome e sobre nome.

CARLA – sem entender – Quem? […]

ISABEL – LUBYANKA TRAJANO DE SABOYA.

 

 

[CONTINUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO]

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