Dyana e Sônia estão na casa de Santa e Luiz. Mãe e filha foram até lá com a intenção de conversar passivelmente e tentar uma nova aproximação entre as famílias. Mas, . . .

SANTA: Meu filho não insista. Não quero falar com elas. Mande as duas irem embora daqui logo!

LUIZ: Mas, mamãe é sua futura e minha futura sogra. . . Por favor atenda meu pedido!

SANTA: Não meu filho. . . Quero distância dessa gente. Você vai ou quer que eu vá e expulsso as duas daqui?

Luiz, envergonhado e inconformado vai ao encontro das duas. . .

LUIZ: Dyana, dona Sônia;perdão mas, minha mãe não quer falar com vocês.

SÔNIA: Tudo bem meu filho;a gente se vai. Entendemos.

DYANA: Fica triste não meu amor. . . Tchau!

Mãe e filha retornam para casa um tanto quanto chateadas, mas compreendem. Afinal, Santa perdeu o marido a pouco.

E ao chegarem em casa, lá estava o padre Samuel.

SÔNIA: Padre Samuel, sua benção. . . Que bom que o senhor veio nos visitar.

DYANA: Sua benção padre.

PE. SAMUEL: Me alegro muito em saber que as duas foram visitar dona Santa.

SÔNIA: Fomos sim;mas, não deu em nada. Ela não quis nos receber.

PE. SAMUEL: Estive lá também. Ela está muito abalada. Peço que tenham um pouco mais de paciência, ele vai voltar atrás e mudar sua atitude. . . Vamos pensar nesse casamento que se aproxima.

DYANA: Vai demorar um pouco ainda padre. Será no dia em que pai irá receber a segunda parte da venda do café.

PE. SAMUEL: Sim, mas já está bem próximo.

PEDRO: 30 dias padre. . . Faltam 30 dias para o casamento de minha filha com a filha de meu ami-go Camilo. (ao falar assim Pedro se emociona)

FILIPE: Papai, ele será sempre em sua memória o amigo, o sócio, o companheiro que esteve ao seu lado a vida toda.

PEDRO: Mas eu o matei.

PE. SAMUEL: Mas foi ele quem procurou a morte. Você meu filho Pedro não teve culpa. Se esquece que eu estava junto no momento?

SÔNIA: Vamos chegando e assentando.

DYANA: Vamos pensar no meu casamento com Luiz daqui a 30 dias.

CIDA: E no meu com Valter também.

PE. SAMUEL: Esses casamentos serão inéditos em minha vida sacerdotal, pois nunca fiz 2 casamento na mesma hora e numa fazenda, ao ar livre.

PEDRO: Quero que seja uma cerimônia bonita padre. Minha filha se casará com o filho de Camilo.

Enquanto todos estavam ali conversando;Valter chega trazendo um. . .

VALTER: Seu Pedro, veja o que encontrei atrás do paiol?

PEDRO: (Pega e olha)É um capuz! . . . É igual ao que Camilo usava naquele dia fatídico.

FILIPE: É uma prova que foi Camilo que arrombou a janela naquela noite e entrou e roubou o dinheiro

PEDRO: Filho, vamos até a delegacia e levar este capuz para o delegado.

FILIPE: Vamos sim, meu pai.

VALTER: darei mais uma ronda por lá, vai que acho mais alguma coisa.

PEDRO: Diante da tentativa de assalto, posso dizer que quem roubou naquela noite foi Camilo também.

VALTER: Mas será que dona Santa e o Luiz não sabem do dinheiro?

DYANA: Luiz posso garantir que não sabe, agora, dona Santa não podemos colocar a mão no fogo, devido ao comportamento dela.

SÔNIA: Ela está muito revoltada.

PEDRO: O tempo se encarregará de responder nossas perguntas. Particularmente jamais queria que isso tudo estivesse acontecendo.

VALTER: Difícil de acreditar né seu Pedro que o Camilo teria a coragem de fazer trair a confiança e a amizade do senhor.

PE. SAMUEL: Isso é do ser humano corrompido meu filho. O homem faz de tudo, dele podemos esperar de tudo. . . Bom vou até a casa de seu Bento e dona Rosa, depois passarei na casa de dona Terezinha também.

SÔNIA: Vamos esperar o senhor para o café da tarde padre.

Pedro e Filipe, vão para a delegacia. Valter volta para seu trabalho. Ficando Dyana, Cida e Sônia.

SÔNIA: Parece preocupada Cida. Está acontecendo alguma coisa?

CIDA: Não dona Sônia, ;estou pensando no sofrimento de dona Terezinha quando sua filha fora roubada.

DYANA: Deve ter sofrido muito, aponto de ter perturbado sua mente. Com certeza não foi fácil.

CIDA: Sabe o qeu penso? Ela sofreu e sofre por ter perdido a filha. E minha mãe me abandonou e nunca mais me procurou. O amor de mãe parece não ter a mesma intensidade de uma mãe para outra. Sofro em saber que fui rejeitada e abandonada.

DYANA: Fica assim nada amiga, você tem a minha mãe que é sua mãe também. Nós somos a sua família.

SÔNIA: Isso mesmo Cida, minha filha. Você faz parte de nossa família. Pode contar sempre conosco.

COSME: Onde há confiança, há amor.

DAMIÃO: O que cura qualquer ferida na alma, é um amor sincero e verdadeiro.

No próximo capítulo:

Dyana questiona se ele acredita na possibilidade de ter sido o pai dele quem arrombou a casa para roubar o dinheiro.

Surge a preocupação por Florina, pelo fato de ter vindo do nada e do nada foi se embora.

Santa insiste em desfazer a sociedade e cobra atitude de Luiz.

CONTINUA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

A Widcyber está devidamente autorizada pelo autor(a) para publicar este conteúdo. Não copie ou distribua conteúdos originais sem obter os direitos, plágio é crime.

Pesquisa de satisfação: Nos ajude a entender como estamos nos saindo por aqui.

Publicidade

Inscreva-se no WIDCYBER+

O novo canal da Widcyber no Youtube traz conteúdos exclusivos da plataforma em vídeo!

Inscreva-se já, e garanta acesso a nossas promocionais, trailers, aberturas e contos narrados.

Leia mais Histórias

>
Rolar para o topo