Boa tarde, Mundo Virtual!

Apesar do atraso… Chegamos com mais uma edição do nosso reality!

Eu sou Tales Dias e essa é a…

 

Estamos na metade da competição e hoje vamos conhecer o novo protagonista e os novos figurantes!

Na ultima edição, nossos autores receberam as orientações da prova e já entregaram suas cenas. Você pode conferir a cena de cada participante clicando AQUI!

E na terça feira tivemos uma dinâmica onde alguns dos autores responderam a seguinte pergunta: Qual autor você não quer que ganhe a prova? Seja por se sentir ameaçado ou até mesmo por achar que ele não foi bem na prova.

E tem autor que já está querendo sair… Veja a resposta do nosso Top 5.

 

— DIA 20 —

JOÃO PAULO – Eu não quero que eu ganhe. Quero que o Leonardo ganhe pra ele me mandar pra figuração.

CÉSAR – Então, por motivos pessoais, não quero que o João ganhe a prova.

DOUGLAS – Apenas por causa do jogo e por achar que ele escreve muito bem, não quero que João ganhe.

JOÃO PAULO – Obrigado. Mas acho que  vou ficar no safe de novo. Nem melhor nem pior.

— DIA 22 —

DOUGLAS – Boa tarde, vidas! E a ansiedade pro resultado, como tá?

LEONARDO – Eu to ansioso.

CÉSAR – Galera, o medo mesmo é a figuração.

ALLAN – O medo é real. Louco pra saber  o resultado.

DOUGLAS – E perder a prova nesse momento é praticamente uma ida pra figuração.

 

O resultado da prova demorou um pouco, mas foi revelado! A avaliação foi marcada por comentários certeiros e sinceros do nosso convidado, o pela insatisfação de alguns autores…

Confira!

 

— DIA 22 —

TALES – Nosso convidado de hoje foi diretor da WebMundi, é o criador da Rajax e também, diretor executivo da WebTvPlay! Recebam, Kax Silva!

KAX – Boa noite, peões! Espero que não me matem depois da avaliação. Fui sincero e rigoroso. Lembrando que me enviaram os textos sem os nomes.

TALES – Kax, pode ficar a vontade para comentar cada uma das cenas e escolher a melhor.

KAX – Bem, vamos lá! Apesar de se tratar de uma cena, acredito que os autores desafiados deveriam entregar uma revelação convincente e sem necessitar de lermos capítulos anteriores para entender a cena. E foi nisso que baseei o meu critério de avaliação, juntamente com criatividade, diálogos, conhecimento de roteiro e o plot twist (este tendo o peso maior).  

A VERDADE SOBRE BEATRIZ. Ótima formatação do roteiro, o autor deve ser familiarizado com esse tipo de escrita. De todos, foi o que entregou a melhor formatação. Foi direto ao mais importante desta avaliação, que é a reviravolta. Porém, não considerei uma revelação surpreendente, mas todo a cena foi bem escrita. Troca de identidade é comum em dramaturgia, embora de uns tempos pra cá a produção deste tipo de narrativa esteja escassa. Notei alguns equívocos que não tangem a realidade: a exemplo de uma pessoa qualquer se passar por outra, ambas com aparências, dialetos, trejeitos diferentes, sem grades desconfianças. Pessoalmente não me convenceu, todavia, entregou um bom plot twist e em termos técnicos foi ótimo.

TALES – Cena do João Paulo Ritter.

KAX – VIDA DUPLA. Boa formação do roteiro, mas muita enrolação. Diálogo extenso e muito explicativo, o que eles fazem é falado pelos personagens. Daria para resumir as duas primeiras páginas em uma. O discurso do padre foi um CRTL C, CRTL V, sem nada original ou diferente. Senti o autor um pouco preguiçoso em se esforçar pra escrever uma cena melhor. Sem contar que foi tudo muito exagerado, desde o diálogo até a morte do Augusto. A parte do plot twist, que deveria ter uma atenção e desenvolvimento maior, ficou resumido.

“enquanto isso Beatriz foge, correndo rapidamente para fora da igreja.

FUSÃO PARA:

2 EXT / IGREJA / RUA / NOITE 2

RICARDO

Amor, diga que é mentira(..)”

Em nenhum momento no roteiro indica que Ricardo saiu da igreja, então, como ele foi parar lá fora? A não ser que a história seja de Fantasia com personagens com poderes de teletransporte. Depois temos uma sequência de diálogos aleatórios, sem saber onde cada personagem está situado. Plot twist clichê.

TALES – Essa foi escrita pelo Leonardo Lima.

LEONARO – Tô procurando enrolação, enfim. Cada um com seu cada um. Por sorte, não apoio em novebrega mexicana para chamar atenção, até porque não gosto. Mas respeito sua opinião.

KAX – Suas duas primeiras páginas. O critério era plot twist e não cena bem feita. Teve autor que já fez o plot na página 1.

LEONARDO – Cena normal como qualquer uma, queria fosse pro ato? Não ia render nem 4 páginas.

KAX – A missão era ATÉ 4 páginas. Atentem-se na missão de vocês.

LEONARDO – Por isso que criei as duas primeiras cenas para render na parte final, não teria lógica diálogo super longo em quatro página. E sobre a transição de cena, está no roteiro.

KAX – O DESPERTAR DO AMANHÃ . Notei erros de digitação e português, faltou uma revisão de texto mais cuidadosa. O roteiro tá em uma formatação estranha. Foi direto ao ponto (plot twist) sem enrolação. Mas sobre a história, como que uma pessoa (Gabriel) entra apontando um revolver e na hora de matar usa um punhal do além. (Porque quando ele entra em cena, o autor não nos avisa que ele tem um punhal. Só no momento que ele mata a protagonista). Achei o texto bem amador, o plot twist clichê. A sequência pré-morte de Beatriz estão com um português sofrido, me pareceu que o autor correu pra entregar a tempo e atropelou o Aurélio. E com isso, não passou a carga dramática que se propôs a fazer.

TALES – Produção do César Péstolazzi.

CÉSAR – O punhal era uma surpresa, como era fim de capítulo, não poderia vazar era uma alternativa.

KAX – Mas você nem colocou algo do tipo. “Personagem tal entra na igreja.  Nota-se uma protuberância em seu bolso”. Lembrem-se que quem lê o roteiro é o diretor, como ele vai saber da existência desse punhal ora fazer a cena? Você tem que dar pista. Embora aqui no MV seja o público que lê o roteiro, no meio profissional são os diretores, se você não diz ao diretor que ele possuí um punhal mesmo que de maneira implícita, ele não vai saber.

CÉSAR – Ué, eu escrevi como cena final da história, eu estaria lá para informar. Mas valeu cara, obrigado pela avaliação.

KAX – O AVESSO DE BEATRIZ. Quase não vi formatação de roteiro nesse texto, não tem o cabeçalho da maneira correta, muito menos a descrição dos personagens ( a não ser suas idades). Os erros de ortografia gritavam! A princípio, não dava nada por esse história. Mas logo na metade da primeira página eu me surpreendi com a atitude da protagonista em sacar a arma em direção ao noivo e seus familiares. Os personagens possuíam personalidade; houve embate. Tive a segunda surpresa depois que Beatriz acusou o namorado de abuso sexual e que a mãe o acobertava. Tinha uma justificativa forte para as matanças, ao contrário do roteiro do outro participante. Os diálogos de Beatriz e da Vera tinham uma profundidade e uma carga dramática intensa. Cativou. Envolveu. Despertou sentimentos! Mas já aviso que, se o autor tivesse em um concurso de roteiro ou um processo seletivo, ele não passava da primeira fase com esse roteiro amador.

TALES – Cena escrita por Allan Fernandes.

ALLAN – Obrigado ao crítico convidado pelas observações.

KAX – ANTES MORTA QUE TRAÍDA! Casamento arranjado é um dos maiores clichês das histórias. Não que isso seja ruim, depende da maneira como foi escrita e sua evolução até chegar ali. Esse texto pecou pela enrolação, desnecessário para a proposta desta avaliação que é o plot twist e não um capítulo de novela na íntegra, não atoa que o autor coloca um “continua” ao fim da página 4. O texto em si era bom, mas o desenrolar do plot twist falhou pela correria, principalmente na parte que antecede o suicídio da protagonista. Não tenho muitos atos falhos a apontar aqui, mas pelo menos esse autor entregou uma cena interessante para um personagem alheio (Oswaldo) e não jogou ele direto na história como fez o outro autor. O plot twist me surpreendeu apenas na parte do suicídio da jovem.

TALES – Por fim, a cena do Douglas Aganetti.

DOUGLAS – E eu achando que tinha sido direto de mais … Kkkkkk   mais tudo bem aceito a avaliação e irei procurar melhorar cada vez mais.

KAX – Gente, o tema era plot twist e não cena bem feita. Infelizmente ou felizmente, tive que escolher quem entregou um belo plot twist. Se o critério fosse Cena bem feita, tinha dado para A Verdade sobre Beatriz. Não fiz a avaliação pra detonar ninguém. Avaliei tecnicamente de acordo com o que me foi pedido. Vou falar pra vocês que eu fiquei entre 2 textos: um entregou técnica, outro entregou conteúdo.

TALES – Qual quesito foi mais importante na sua decisão final?

KAX – Então, Tales. Eu fiquei refletindo muito da decisão. Mas eu lembrei que o critério de avaliação e o motivo pelo qual eu fui chamado aqui foi para avaliar o plot twist da história. Dito isso, apesar de A Verdade sobre Beatriz ter um texto profissional (o autor está de parabéns inclusive, com grandes chances de ganhar esse jogo), O Avesso de Beatriz teve o plot twist mais criativo e surpreendente, por isso, escolho esse. Com um diferença muito pequena entre as duas histórias.

TALES – Condizente com o tema da prova… Sendo assim, Allan Fernandes, você é o novo protagonista!

ALLAN – AAAAA, muito obrigado! Fiquei contente aqui. Estarei atento aos meus erros  e vou tentar melhorar.

TALES – Parabéns Allan, pela vitória. E obrigado Kax, por aceitar meu convite e pela avaliação dos plot twist’s. Foi um feedback importante. Um grande abraço!

KAX – Eu que agradeço o convite! Tenham todos um boa noite e lembrem-se que ninguém é perfeito, estamos em constante evolução. Avaliei o trabalho do autor mas não a pessoa Autor. Continuem estudando roteiro e se desafiando. E lembrem-se de respeitar os gostos do colegas. Abraços e boa noite!

 

Ainda durante a avaliação, a discussão de Leonardo com o nosso convidado Kax Silva, chamou atenção de João Paulo.

 

— DIA 22 —

JOÃO PAULO – Depois sou eu que desafio os críticos do programa…

LEONARDO – Falou o dono da moral, ética e bons costumes. Eu diferente de você estou conversando normalmente com ele e não criando discórdia como você faz.

JOÃO PAULO – Não tem como eu ser dono da ética. É um conceito filosófico, não um material físico…

LEONARDO – Tá feliz que ganhou uma avaliação positiva com a novebrega mexicana kkkk.

JOÃO PAULO – Eu to suave porque estava ciente que ia perder. E outra: novebrega? Sério? Você se acha superior porque não gosta de novela mexicana? Ou só tá fazendo piada sem graça pra ganhar notoriedade?

LEONARDO – Você faz isso direto, joga piadinha para ganhar notoriedade em cima de alguém. Não é capaz de se destacar sozinho, Sorry.

JOÃO PAULO – Desculpe, mas não é o que as minhas histórias dizem.

LEONARDO – kkkkkk.

JOÃO PAULO – Eu não acho ofensivo chamar meu texto de novela mexicana, francamente. Laranjal é totalmente baseada nos textos da Caridad Bravo Adams. É muito fácil chamar de novebrega hoje em dia, sendo que elas foram o alicerce do folhetim. Assim como “O Conde de Monte Cristo” é um alicerce e quem ler hoje em dia pode achar ruim porque tudo que venho depois dessa história, se baseia nela.

LEONARDO – Enfim, espero que nunca mais de o ar a graça como você vive fazendo para forçar protagonismo. De mim, você só terá indiferença.

JOÃO PAULO – Que indiferença é essa? Se fosse mesmo não estaria respondendo.

LEONARDO – Tá, João. Não estou com saco pra discutir.

O clima ficou tenso no grupo…

Mais cedo formamos a figuração, e os dois rivais acabaram sendo indicados, junto com mais um figurante estreante. Confira como foi!

 

— DIA 23 —

TALES – Bom dia!

CÉSAR – Bom dia, povo.

TALES – Vamos formar uma figuração tripla? Só o protagonista e mais um autor vão ficar livres dela hoje. Allan, quem você indica?

ALLAN – Eu vou indicar o João Paulo a figuração. Tivemos um desentendimento na semana passada, se não me engano e depois até pensei em conversar, mas acabei esquecendo .

TALES – Agora a votação da casa de forma aberta. César, Douglas, João Paulo e Leonardo: em quem vocês votam e porquê?

JOÃO PAULO – Bom, eu vou votar no Leonardo e eu acho que dispensa explicação. O motivo todo mundo já conhece. Foi tudo aquilo que eu já disse antes.

LEONARDO – Infelizmente, meu voto é no César. Tivemos uma breve aproximação, mas o jogo está afunilando e é isso.

CÉSAR – Meu voto vai no Leonardo, por questão estratégicas.

DOUGLAS – Votar em pessoas que a gente gosta dói… Meu voto vai no César.

TALES – Temos um empate. Leonardo e César. Allan, você é o protagonista e precisa desempatar.

ALLAN – Bom, eu vou levar em conta tudo do jogo até aqui. Só tive boas trocas com os dois, e com o Leonardo eu fiz uma prova na qual ele criou praticamente a sinopse de Gran’d Hotel e fomos protagonistas. Então agora, seguindo a minha coerência, indico o César.

TALES – Como é figuração tripla, o indicado da casa vai puxar alguém pra figuração. César, quem você indica.

CÉSAR – Estou com muita duvida entre o Douglas e o Leonardo. Tenho que tomar a melhor decisão. Douglas, peço desculpas de verdade por ter que tomar essa decisão. Sua amizade me serviu muito durante o jogo, você é uma pessoa incrível que admiro de verdade. Mas estamos aqui pra jogar e eu te acho um dos concorrentes mais fortes. Por isso, optei por essa decisão, Douglas. Optei por te deixar no jogo. Quem eu indico é o Leonardo.

TALES – O plot twist…

LEONARDO – Mais uma vez eu na figuração.

TALES – CÉSAR, JOÃO PAULO E LEONARDO são os figurantes da semana! Boa sorte aos três!

LEONARDO – Mais uma vez estou na figuração, e novamente peço para continuar aqui no jogo, não vim pronto e sim para conhecer e aprender.

JOÃO PAULO – Eu nem sei o que dizer kkkkkk, mas é obrigatório se defender, né? Então, me deixem ficar para eu poder fazer mais… Enfim, é isso

CÉSAR – Então galera, não sei porquê vocês devem  me deixar aqui, mas quero ficar, continuar no jogo, ganhar . E é isso aí , se não for pra passar vergonha eu nem saio de casa, tô lascado,  tô lascado más enfim… confio em vocês meus fãs – Se eu tiver fã né.

 

Essa figuração promete! E quem decide quem sai são vocês! Não deixem de votar!

CLIQUE AQUI PARA VOTAR

Voltamos amanhã. Isso mesmo, AMANHÃ! Com a eliminação e mais uma prova!

Não percam!

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