Desço do metrô na estação de Siqueira Campos, em Copacabana, e sigo pela Rua Tonelero ao encontro da “Princesinha do Mar”, que me aguarda cinco quadras adiante, enquanto vou me agarrando desesperadamente às múltiplas sensações do meu entorno, pois não sei se encontrarei um décimo deste frenesi, lá, naquele lugar, que me recuso a dizer o nome até mesmo sob a mais cruel das torturas físicas, já que das psicológicas venho me saindo muito bem, e com louvor.

Dona Lúcia pode até vencer a batalha. E vai! Infelizmente não me restam mais esperanças… Mas a guerra? Não mesmo.

Estaco por um segundo antes de ir adiante, contudo, logo retomo o meu trajeto à medida que vou observando os carros costurando o asfalto e as pessoas andando num ritmo frenético, enfileiradas sobre as calçadas, e também um mendigo, que parece estar dormindo, espremido num canto de uma parede, embrulhado em trapos e folhas de jornal. De repente, recebo um empurrão. Nada tão brusco, porém o suficiente para dispersar meus pensamentos e conjecturas. A propósito, o pedido de desculpas do individuo que segue em frente sem sequer olhar para mim, chega num tom quase inaudível…

Bem! Assim caminha a humanidade. Lamento antes de deixar escapar um suspiro, endireitar os ombros e continuar o meu trajeto passando em frente a diversos botequins, bares de sucos, antiquários e lojas de quinquilharias, até ficar encantado com a vitrine de uma delas, onde há uma variedade de modelos de bonequinhas Frida Kahlo feitas de material reciclado. Apesar do fascínio, não me demoro muito diante das miniaturas da pintora mexicana e tão logo ergo a cabeça para prosseguir, me deparo, e isso a poucos metros de onde estou, com um casal passeando de mãos dadas, na direção contrária à minha, cheio de sorrisos e certamente segredando segundas e terceiras intenções.

Antes mesmo que ela e ele se aproximem, troco de calçada e inevitavelmente acabo por começar a refletir a respeito do tempo que levarei para me recuperar POR COMPLETO da febre David, concluindo, sem muito esforço, que meu cupido deve possuir um sério problema de visão, já que eu tô sempre, sempre shippando casais de amigos e sempre, sempre terminando sozinho ou com o cocô do cavalo do bandido.

 

Duvidam?

Vejam o meu desastroso histórico de relacionamentos:

 

O Jonas, que conheci numa biblioteca, era tímido e educado de dar pena, pedia “por favor” até mesmo pra me beijar, sem falar nas mãos trêmulas e suadas, a voz hesitante e um sentimento de inferioridade que quase beirava o insuportável. Mas eu, um ser humano de luz, procurei ver o melhor da situação, tendo a certeza de que o ajudaria, e permaneci ao seu lado até o quanto pude… Bem, na verdade até um post it dele me dando adeus aparecer embaixo do meu celular…

Já o Thomas (fruto de um site de bate papo) era o equivalente a um sorvete no inferno: sua fidelidade tinha prazo de validade. Três semanas de namoro e ele sempre com uma desculpa pra justificar seus disparates, alegando ser perseguido por um histórico de relacionamentos fracassados, isso aos 19 anos, mas que ia conseguir superar… Graças ao Criador, a Gabriela me fez cair na real, me obrigando a enxergar que ele não me valorizava. A bem da verdade não valorizava nem a si próprio!

E o David… Esse idiota sempre me julgando como se eu fosse uma criança e ele um adulto, no alto de um pedestal, completamente inatingível, coberto de razões e arrotando maturidade.

 

👉 Oscar Wilde, meu caro, você é quem estava certo. O amor é quando começamos por nos enganar a nos próprios e acabamos por enganar a outra pessoa. 💣 

 

Mal começo a ensaiar os primeiros passos depois que atravesso a rua, sinto o celular começando a vibrar no bolso da bermuda. Não me resta alternativa senão buscar a parede mais próxima, estacionar e respirar bem fundo antes de resgatá-lo, e naturalmente COM-TODO-CUIDADO, ainda sob o receio de que seja o David pronto pra cobrar satisfações sobre a postagem no Secrets.

Sim. Isso irá acontecer, mais cedo ou mais tarde, eu sei. Tudo o que fazemos na internet deixa rastros. Tudo é monitorado por empresas e até mesmo pelo governo norte americano, então para o David ou algum de seus amigos ter tido acesso àquela mensagem, não custou nada, e era esse o propósito, não era?

A não ser que eu troque o número do meu telefone até depois de amanhã, o que vai ser praticamente improvável, preciso decidir como enfrentar essa bosta toda. Ou desligo o celular definitivamente até entrar naquele avião, ou me preparo para encarar as consequências da minha ação descabida e idiota. Aliás, não tão descabida e nem tão idiota, refuto, sem grande convicção, mas vida que segue e ato contínuo encosto de uma só vez na parede atrás de mim, já quase totalmente tomada pelas típicas sombras do início de um fim de tarde de outono, enquanto o telefone segue dando sinal de vida na palma fechada da minha mão e um tic-tac irritante fica se repetindo dentro da minha cabeça.

Tá. Ok. Quem sabe a Gabriela realmente esteja certa. Agi por impulso e com isso me igualei ao cretino do David, mas na boa, NÃO ME ARREPENDO, e não vou perder minhas noites de sono por causa disso. 

Baixo os olhos na direção do visor do celular, habilmente trancafiado entre os meus dedos, e não demoro a reconhecer o número do meu amigo Rômulo. Uma sensação de alívio sem intervalo no tempo e no espaço me invade como um relâmpago atravessando os céus em dia de chuva e então deixo o ar escapar dos pulmões à medida que aproximo o aparelho do meu ouvido.

Nem tudo está perdido, eu acho!

My friend… – ouço o habitual cumprimento no tom de voz moderado de Rômulo – Acabei de acertar os últimos detalhes com o administrador da Rainbow. Simplesmente sua festa vai ser inesquecível, digna de uma entrega do Oscar e será lembrada por muitos, muitos anos como a melhor despedida que alguém poderia ter…

Reviro os olhos e deixo os ombros caírem.

– Resolveram a questão das identidades? – pergunto não conseguindo disfarçar minha impaciência.

– Não como queríamos – Rômulo admite um tanto vacilante -Mas a boate vai ser todinha nossa! – a sua euforia do outro lado da linha me incomoda, por incrível que possa parecer.

– “Todinha nossa?” – enfatizo os pronomes carregando-os com tanta ironia que faria o Coringa parecer uma criança ingênua dentro das fraldas – Isso significa que cada membro da nossa turma, sem exceção, vai poder cruzar a porta da boate sem a necessidade de comprovar que nasceu antes do ano de 2002?   

Ouço o sopesar da respiração de Rômulo seguido de um instante de silêncio…

– Lucas, de boa… – ele inicia, e como sempre, dando sinais de que está escolhendo as palavras certas – Eu não quero parecer aquele tipo de gente que gosta de mostrar serviço, valorizando o próprio passe, cujo foco é ganhar a luta sem se preocupar em nocautear quem estiver à sua frente. Mas você melhor do que ninguém sabe que fiz de um tudo para que sua festa acontecesse lá em casa, para que todos os nossos amigos pudessem ir…

Arqueio a sobrancelha, levanto os olhos e enquanto observo as pessoas transitando para cá e para lá, agora no pedaço da calçada que lhes deixei à minha frente, pondero, sem qualquer receio de que vou parecer leviano, sobre a intransigência de dona Elizabeth, mãe do Rômulo. O que custava ela ter permitido que essa reuniãozinha acontecesse lá na casa deles, já que aquele palacete é o único lugar viável para um evento desses, onde não nos preocuparíamos com espaço e tão pouco com horário, superando de longe qualquer salão de festas por mais arquitetado que possa ser, ou qualquer playground dos apartamentos compactos onde todos os outros da nossa turma residem, inclusive eu?

Essa despedida, mesmo sendo um marco definitivo da minha ida para aquela terra dos sem fim, é o último alento que resta para me ajudar a chegar com vida até domingo, antes de subir naquele maldito avião. Portanto gostaria de aproveitar ao máximo cada segundo e me esbaldar, tomar todas, rir, chorar, gritar, e principalmente matar saudades dos meus amigos que já não vejo a uma semana desde que deixei a escola. Mas na boate isso não vai ser possível, já que nem todos eles possuem uma carteira de identidade falsa para poder ter a passagem liberada, como eu, a Gabriela, o Rômulo e mais meia dúzia de outros tantos…

– Lucas, você está aí? – ouço a voz de Rômulo ecoando no meu ouvido, trazendo-me de volta para o mundo real.

– Rômulo – meneio a cabeça e logo em seguida ajeito o telefone próximo à orelha antes de continuar – Mil desculpas se vou parecer um ingrato, sem coração e um filho da puta… Sei o quanto você se dedicou para que tudo isso desse certo, inclusive uma boa parte da sua mesada acabou entrando nesse jogo, já que a “vaquinha” do pessoal não foi suficiente para o aluguel da boate…

– Se vamos falar disso eu vou desligar… – ele tenta me interromper.

– Me deixa terminar, por favor? – meu pedido é carregado de uma veemência quase cruel – Do que vai adiantar termos toda a Rainbow só para nós se uma parte do nosso grupo não vai estar lá para comemorar a minha fuga involuntária do Rio de Janeiro?

Despejo num só fôlego ao passo que volto a reparar nas pessoas ziguezagueando diante de mim, só que agora bem rente ao meu nariz, ou quase isso, como se não houvesse mais espaço na famigerada calçada. Que gente folgada. Se por acaso eu tentar me espremer mais um pouco contra a parede aqui atrás, ficarei grudado como um decalque ou possivelmente irei atravessá-la, jogando por terra todos os princípios e conceitos da Física e com isso provocar uma revolta sem tamanho em Isaac Newton, que vai começar a se revirar alucinadamente dentro do seu caixão. 

Silêncio pleno e absoluto. 😐

Agora é o Rômulo que emudeceu. 🙄

– É a sua deixa, Rômulo – sinalizo, por fim, num tom de voz rabugento.

– Ok. Não acredito que eu ouvi esse discurso carregado de pragmatismo e autopiedade, Lucas – apesar de notoriamente desapontado, Rômulo não altera o timbre da sua voz – Até ontem à tarde, quando nos falamos pela última vez, você estava bem animado, na verdade estava eufórico para que chegasse logo a noite de hoje, mesmo sabendo que iríamos realizar sua despedida na Rainbow, com todos os contratempos que não puderam ser alterados, e o lance das identidades não ficou fora da discussão. A única diferença, agora, é que ao invés do espaço reservado que iríamos ocupar, vamos ter a boate só pra gente, e isso é um bônus…

Rômulo faz uma pausa, parecendo que está tentando recuperar o fôlego.

– Não consegui compreender, ainda, my friend, o motivo dessa mudança repentina de humor. Sua ida para a Terra do Nunca, até onde sabemos, é irrevogável, portanto já que o leite está derramado, vamos remexer os esqueletos e em grande estilo…

– Minha mãe me contou hoje que não vai mais comigo, pelo menos não de imediato, lá pro Sítio do Pica-pau Amarelo – comunico ao mesmo tempo em que miro o chão – Ela disse que precisa terminar de resolver algumas coisas ainda por aqui… – promovo um intervalo dramático antes de continuar – Em suma, vai me jogar na cova dos leões e eu que me vire…

– Lucas, é só uma questão de tempo – Rômulo retruca – Daqui a dez meses vais completar 18 anos e então vai poder seguir seu caminho, e quem sabe até lá você não acaba se familiarizando com seus parentes mineiros?

– Nem na próxima encarnação – devolvo irritado, voltando a encarar o mundo ao meu redor.

– Vamos conversar mais tarde, ok? Preciso resolver algumas coisas que a minha mãe está pedindo, na verdade está intimando… Você tem a dona Lúcia e eu a dona Elizabeth, então sabe muito bem como isso funciona, além do que precisamos estar lindos e maravilhosos para mais tarde…

– Eu tô quase ligando para o irmão do meu pai e perguntando se eu posso ir morar com ele e a família na Alemanha… – comunico pouco me importando se vou parecer ainda mais choroso.

– Ok… É uma ideia…

Consigo ouvir o tic tac na cabeça de Rômulo e por um breve instante acredito que ele irá desprezar a minha nem  um pouco sutil demonstração quase histriônica de chamar atenção.

– Primeiro, my friend, você estaria trocando seis por meia dúzia, já que a família do seu tio é tão próxima de ti como a da sua mãe… – meu amigo replica, enfim.

– Ao menos o irmão do meu pai mora na Europa…

– Segundo, você não sabe pronunciar nem um bom dia em germânico – Rômulo prossegue e como havia previsto, me ignorando sem sombra de dúvida – E certamente você não iria ter paciência de viver vinte e quatro horas do dia enfurnado dentro da casa do seu tio e da sua família nórdica até aprender o básico para se comunicar. Terceiro, se essa hipótese sequer fosse plausível, nós dois sabemos que a dona Lúcia não iria permitir que você fosse para lá, mas sejamos otimistas e consideremos que ela lhe apoie, aí então esbarramos no seu pai, que odeia o seu tio, sabe-se lá por que motivos, e por isso, tão somente por isso, seria o último lugar da face da Terra que ele concordaria em deixar a sua digníssima pessoa ficar…

– Então meu pai que me leve pra Curitiba… – completo, deixando o peso de meu corpo sobrecarregar a parede atrás de mim – O problema é entre ele e o meu tio, não tenho nada a ver com isso, assim como minha mãe, que não conseguiu resolver as pendengas dela e agora quer me usar como escudo… Aliás, olhando por essa perspectiva de ambivalência de vínculo fraternal, consigo entender os motivos que me fizeram a ser filho único…

– Lucas, eu preciso ir, de verdade – Rômulo anuncia – Prometo que mais tarde, mesmo com toda a diversão acontecendo à nossa volta, iremos conversar sobre isso, ok?

Despedimos-nos e ele é o primeiro a desligar e sem motivo aparente, fico olhando para a tela do celular por um bom tempo. Assim como Gabriela, Rômulo também é uma alma irmã, mas no pódio das minhas amizades, se é que eu posso colocar dessa forma, ele ocupa o segundo lugar, e com uma larga desvantagem em comparação à minha amiga. Até porque ninguém sobre a face da Terra vai conseguir algum dia alcançar o patamar da Gabriela. E não digo isso por falta de merecimento. Rômulo é muito legal, companheiro, capaz de mover céus e terras por alguém que esteja ao seu lado, bem diferente de outros filhinhos de papais que transitam no mesmo colégio que a gente, quer dizer, no mesmo colégio do qual um dia fiz parte…

Desde que eu o conheci, há três anos, assim que ele chegou transferido de Brasília, nos tornamos amigos. Confesso que sua beleza física, aquele tipo de beleza da qual é impossível não se deixar arrebatar, enlevando até mesmo aqueles que se sentem inferiores e despeitados diante dos atributos físicos de uma pessoa formosa, foi o que me chamou a atenção de imediato, e também a atenção de todas as garotas da escola. Rômulo, com quatorze, já possuía um rosto clássico, com traços fortes, mas agora, com dezessete, sua beleza está ainda mais realçada, tipicamente masculina, transmitindo força e equilíbrio numa face bem simétrica, sem falar no sorriso mega espontâneo que combina com seus olhos expressivos.

Não é pra menos que ele é considerado o cara perfeito, seguindo capaz de arrancar suspiros de onze entre dez meninas, fazendo-as se esbofetear, se essa fosse uma condição para tê-lo como namorado 🤭😬🤭, mesmo sabendo de sua homossexualidade. Algo, aliás, que Rômulo fez questão de deixar claro logo que chegou por aqui, e que Gabriela sempre ressalta como um desperdício, engrossando, em tom de galhofa, até hoje, o inconformado coro feminino.

Deixo escapar um sorriso meio de lado ao lembrar-me dos rumores que surgiram logo depois que eu e Rômulo começamos a nossa amizade, quando várias pessoas, incluindo os meus amigos, não conseguiram acreditar (entender) que nós não éramos namorados, nem sequer tínhamos ficado.

Assim como a maioria não crê que um homem e uma mulher heterossexuais não podem ser somente amigos, também não se esforçam para compreender que dois gays conseguem manter uma amizade passando longe do desejo carnal, mesmo sendo dois adolescentes com todos os hormônios pululando por cada poro de seus corpos.

😔  😒  😕

Guardo o celular no bolso da bermuda e sigo em frente no que resta do meu trajeto. Definitivamente a adolescência é uma massa de bolo que ainda não está pronta, transbordando sofrimento e ansiedade num ritual cruel onde ficamos grudados, lutando bravamente para nos libertar.

A praia, finalmente.

Paro no final de uma calçada, ao lado de algumas pessoas, esperando que o semáforo libere nossa passagem, o que não demora a acontecer e então alcançamos, quase em sincronia, o famoso calçadão do outro lado da Av. Atlântica, onde não demoro a escolher a direção que devo tomar para começar o meu caminho sobre o mosaico de pedras portuguesas em formato de ondas.

É claro que a enxurrada de pensamentos relacionados à mudança para a cidade onde mora minha avó não demora a invadir minha mente e eu tento controlá-la, mas é em vão. Ingenuidade acreditar que deixaria lá, no meu quarto, trancadas, todas as perturbações provenientes dessa mudança. Se elas invadiram ate mesmo os meus sonhos…

Inspiro e expiro sem pressa enquanto luto contra uma vontade absurda de gritar muito, muito alto e então paro e me viro na direção do mar e vejo o sol começando a se ocultar no horizonte, o fulgor vermelho na orla do mundo se tornando cor de rosa e o céu lentamente passando de azulão para um sutil azul esverdeado… De repente sinto meu rosto queimar e minhas pernas fraquejarem.

Estou sufocando. Preciso me controlar. Preciso me controlar…

Um, dois, três… Um, dois, três…

Agora não consigo mais distinguir os barulhos que estão acontecendo pela rua, já que todos eles chegam aos meus ouvidos sobrepostos como um maldito pesadelo.

Merda. Merda.

Olho novamente para o horizonte, para o céu avermelhado, em busca de paz, mas minha crise de pânico (eu tenho certeza de que é uma crise de pânico) parece que está aumentando. Meneio a cabeça de um lado para o outro, devagar, tentando controlar o quase incontrolável e dou meia volta para encarar a rua… O zigue-zague dos carros na avenida, velozes como foguetes, desfila à minha frente e meus olhos correm tentando acompanhar a velocidade de cada um deles, mas é impossível…

Sinto uma tontura repentina e então coloco as mãos sobre os olhos, cobrindo-os totalmente…

 

Eu… não vou… chegar vivo até domingo!

 

Amigo, você está bem? 

 

Ouço uma voz ao longe…

 

Amigo, você está bem? 

 

Tenho a impressão de que alguém está perguntando como eu estou ao mesmo tempo em que sinto uma mão pesando sobre o meu ombro esquerdo. 

 

Adam Lambert – Ghost town

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*  *  *  fotos: Banco de dados PIXABAY (imagens livres de direitos autorais)

*  *  * gif  “cupido” extraído do site https://br.pinterest.com/pin/375206212677961671/

*  *  * gif “mangá rapaz andando na chuva” extraídos de https://giphy.com/explore/anime-boy-and-rain

*  *  * gif “mangá “Rômulo”” extraído de http://picdeer.com/anju_shiranui_

*  *  * gif “mangá à beira do crepúsculo” extraído de https://www.tumblr.com/search/junho%20canvas

*  *  * gif “mãos” extraído de https://gifimage.net/ajin-gif-9/

*  *  *  vídeo “Ghost Town”, Adam Lambert: FONTE YOTUBE.com.br

 

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