DO AUTOR

Marcelo Maia

 

Cena 01 – Delegacia – Manhã / Int. / Sala Delegado.

 

Elis, acompanhada com seus pais e o Advogado, espera o Delegado para uma conversa de suma importância, pois o mesmo ligou e pediu para que com urgência ela fosse até a delegacia, havia algo que ninguém sabia.

 

Policial – Olá, bom dia Senhora Elis, bom dia a todos. Por favor, o senhor Delegado lhe aguarda na sala.

Elis – Bom dia, Obrigado. – Todos levantam e vão com destino a sala do delegado.

Delegado – Olá, muito bom dia.

Todos – Bom dia.

Delegado – Por favor, sente-se. Fique a vontade.

Elis – Obrigado.

Delegado – Bom, Elis eu achei melhor você vir até a delegacia, pois não queria que esta conversa fosse por telefone, se trata de você, se trata de uma vida. E a barbara situação de dor que a senhora passou. Eu não irei enrolar muito pois o sofrimento só será maior. Lembra-se do exame que fizemos.

Elis – Sim senhor obvio que me lembro. Naquele momento fiquei com mais nojo daquele safado.

Delegado – Então senhora Elis, o garoto que você chama de safado, não foi o autor do estupro.

Todos – começam os a sussurrar e fazer comentários.

Elis – Como assim senhor?

Delegado – Simples, pegamos amostra do DNA do jovem, e as coletadas na senhora, e descobrimos que não é compatível. Ou seja, o rapaz está realmente dizendo a verdade.

Elis – Então ele realmente é o Perso. – assustada.

Delegado – Você o conhece?

Elis – Obvio que conheço. Ele é um rapaz tranquilo, totalmente diferente do seu irmão Davi. No ocorrido, eu não consigo me lembrar da voz, foi tudo tão brutal, tão nojento, que pouco me lembro, apenas da roupa, conforme a denuncia.

Delegado – Após sua denuncia, fomos atrás do rapaz, e em seu quarto havia a roupa igual a que a senhora nos indicou. Entretanto só havia os empregados e a mãe do jovem em casa. Não sabia que ele tinha um irmão.

Elis – Sim, ele tem o Davi. – Chorando. – Ele é um monstro.

Delegado – Iremos intima-lo. Não podemos deixa que o rapaz pague pelo crime que não lhe cabe. Isto é errado.

Elis – Sim, sabemos que é errado. Eu não quero ver ele pagar por isso, se no exame constatou que ele não é o culpado. Não é justo pagar.

Advogado – Bom, agora cabe o advogado do rapaz entrar com o processo para o habeas corpus.

Delegado – Ele não tem defesa. Ouvi uma briga entre ele e a Senhora Marion, e depois não apareceu mais ninguém para defendê-lo. Já tem um mês.

Elis – Delegado, isso é injusto. – Irritada.

Delegado – Vou pedir a intimação do outro rapaz. Farei isso o mais rápido possível.

Elis – Eu quero conversar com ele.

Delegado – Ok pedirei para que o seu advogado lhe acompanhe. Pode ser?

Elis – Chorando – Eu odeio injustiça. – abraça sua mãe – Perdão minha mãe.

Todos se comovem com Elis, seu momento de fraqueza é comovente.

Delegado – Pode ir visitar o senhor Perso sim.

Elis – Obrigada senhor.

Delegado – Só uma observação. O documento apresentado aqui está como Davi. Será que foi para incriminar ele?

Elis – Sem sombra de dúvida.

Advogado – Senhor delegado, apenas para ressaltar que na noite do ocorrido, havia comendas na festa. Solicite estes documentos.

Delegado – Perfeito.

 

 

 

Cena 02 – Manhã / Adm MVida/ Int/ Sala da Presidência.

 

Marcelo adentra a sala de Marion, sem se quer ser anunciado. Apavorado.

Marcelo – Marion…

Marion – O que foi Marcelo? O que houve, entrou igual um búfalo.

Marcelo – Tenho uma bomba para te contar.

Marion – Diga […].

Marcelo – Soube por boca de Matilde que seu filho Davi, foi o estuprador da garota. Que descobriram a inocência de Perso, e que agora o foco é a busca por Davi.

Marion – irritada – Quem lhe contou isso Marcelo? Tenho informantes agora, eu não acredito muito nisto.

Marcelo – Se eu fosse você não esperaria para o mundo cair.

Marion – Porque você está dizendo isto.

Marcelo – Marion acorda pelo amor de deus. Você não perceber que foi cumplice do Davi, você jogo a culpa todo em Perso, Marion, eles estão atrás da comanda da festa, e lá conta o nome de Davi, e de Bruno, pois os dois estavam na festa.

Marion – Você quer me deixar maluca? Logo cedo já vem me botar pressão. Essa hora Davi está muito, mais muito longe deste país.

Marcelo – Mas você se esqueceu de um detalhe minha querida. O Perso pode ser solto ainda hoje, e o jogo pode mudar. Até porque ele não teve acesso aos documentos que você apresentou para incrimina-lo. Quando ele ver, ele vai contar a verdade.

Marion – A não ser que ele não veja boa né.

Marcelo – Como assim? Pensa em deixa-lo lá?

Marion – Não imagina meu querido. Apenas penso em queimar todos os arquivos que possam comprovar o crime do meu filho.

Marcelo – Mas falta o Bruno. Esqueceu que ele estava naquele momento junto com o seu filho. Ele pode não ter nada haver com a situação, mas para a policia, seria um prato cheio, pois estava no momento do crime, soube de tudo, e ainda ajudou a fugir.

Marion – Sorrindo. – Querido o Bruno, só pode ser julgado no inferno. Acredito que ele esteja lá. Se não tiver também ótimo. Quero que ele se dane.

Marcelo – Com a dúvida – Como assim Marion?

Marion – Mãe, você não sabe o que é ser mãe, fazemos de tudo, mais tudo, pelos nossos filhos.

Marcelo – Mas você não faz de tudo pelo Perso.

Marion – irritada – Porque tudo é o Perso, será que o mundo gira em torno dele? Será que é o cinismo dele? A boa vontade de abraçar o mundo, mas sem se quer ter braços para isso? Meu deus… Você tem que entender Marcelo, eu sou mãe, sou capaz de tudo para defender meu filho.

Marcelo – Mas você está errada.

Marion – gritando – Chega suma daqui. Saia da minha frente agora seu verme. Estou cansada e cheia de problemas para ficar aqui de papinho contigo.

Marcelo – Assustado – Só quis lhe ajudar.

Marion – Quer realmente me ajudar, suma. – Marcelo, imediatamente sai da sala.

Marion – Como eu vou queimar esses arquivos. Vou para casa, assim eu penso melhor. – Levanta pega sua bolsa e sai da sala.

Secretária – Dona Marion.

Marion – Moçoila não voltará mais hoje, desmarque minhas reuniões.

Secretária – Ok, mas tem um fornecedor…

Marion – Querida, não. O Marcelo está ai, ele se vira. – Entra no Elevador.

Secretária – Ok – Pega o telefone. – Senhor Marcelo.

Marcelo – Por favor, não me ligue mais hoje, deixe-me pensar.

Secretária – Nossa que povo estranho. – Sorrindo.

 

Cena 03 – Mansão de Marion / Quarto / Manhã / Int.

 

Marion, irritada entra em sua suíte e começa a jogar as coisas no chão e gritar.

Marion – Que ódio. Nem para fazer um crime perfeito esse meu filho serve. Agora eu tenho que queimar as provas. […] Queimar, é isso Marion, queimar tudo.

Marion corre até a área de serviço pega um balde, álcool e fosforo. E corre até o quarto de Perso, onde coloca todos os documentos do mesmo dentro do balde e coloca fogo.

Marion – Queimar é isso que eu devo fazer. Queimar todas as provas contra Davi. – começa a rir e observar o fogo, com cara de ódio.

 

Cena 04 – Delegacia – Continuação da Cena 01 / Manha / Int./ Sala de Visitas.

 

Sentada e nervosa Elis, aguarda a chegada de Perso. Que quando menos se espera, abre a porta lentamente, fazendo um barulho estrondoso, e aparece Perso.

Elis, imediatamente se emociona, e começa a chorar, pois ela via nos olhos pretos de Perso, a dor de ser injustiçado.

Elis – Perso? – chorando.

Perso – Eu sou inocente, eu juro que não te fiz nada.

Elis – Eu confio em você!

Perso – Confia?

Elis – Eu sei que não foi você, já teve o exame de DNA, você não foi a pessoa que me abusou, e sim o seu irmão o Davi.

Perso – Você esta falando serio? Eu nunca fiz nada a você. Eu nunca lhe toquei, eu nunca toquei em nenhuma mulher, eu sou virgem. Jamais iria fazer esta brutalidade.

Elis – Me perdoa? Pelo amor de deus, me perdoa, eu não quis seu mal.

Perso – chorando – Você não fez isso, você não tem culpa, você só quer justiça, eu também quero justiça. Eu não fiz nada com você. Jamais faria com qualquer mulher, eu sou inocente, eu só quero ser inocentado. Este lugar é do Davi, e não meu.

Elis – Me perdoa, de coração, eu imagino o que você está passando. Me perdoa de verdade. Eu jamais iria jogar a culpa em um inocente.

Perso – Você não tem culpa, obvio que eu lhe perdoo. Não posso culpa-la, pois não foi você quem mudou meus documento e a roupa, foi minha mãe.

Elis – Como assim?

Perso – Ela é perversa moça, ela arquitetou esse plano diabólico só para ser injustiçado no lugar do irmão favorito. Ela jogou a culpa em mim, ela não assume, mais foi ela.

Elis – Eu quero lhe ajudar. Eu prometo te ajudar nesta injustiça. Quero ver esse maldito estuprador na cadeia, no lugar dele. Você não merece está aí.

Perso – Por favor, me ajude. Eu sou inocente.

Elis – Irei atrás de um advogado para você. Mas quero que você me ajude a colocar seu irmão atrás das grades.

Perso – Prometo lhe ajudar, até o último dia da minha vida.

Elis – estende a mão para Perso e diz – Justiça?

Perso – Aperta a mão de Elis, chorando e diz – Justiça.

Policial – Elis, já deu seu tempo de visita, por favor, vamos?!

Elis – Não irei me esquecer de você. Prometo, quero justiça. – saindo da sala chorando.

Policial, leva Perso, novamente para sua cela.

 

Cena 05 –  Mansão de Marion / Tarde/ Sala/ Int.

 

Telefone tocando.

Marion – Ninguém atende essa porcaria?… Deus, não sei para que pagamos empregados. Essa raça não serve nem para atender um telefone. (Atendo o telefone) [….] Pois não.

Davi – Querida mãe, é você?

Marion – Sim meu filho. Como está?

Davi – Largado. Como você acha que eu estaria mãe, você me disse que vinria ficar comigo, simplesmente sumiu.

Marion – Olha que felicidade. (sorrindo) Meu amado filho, quanta saudades.

Davi – Como você é cínica mãe, custava dar um telefonema.

Marion – Querido, eu sei que você está muito bem. Eu sei de várias noticias sua. Jamais iria lhe larga mão. Em breve lhe enviarei mais dinheiro, para você ficar em paz e estudar essa língua bem complicada.

Davi – Mãe, eu esperava tudo, menos a Rússia.

Marion – Jamais alguém irá atrás de você meu filho.

Davi – Aproveitando minha mãe, como está Perso?

Marion – Para ser bem sincera, eu não sei. Acredito que esteja bem, ele nunca mais nos deu notícias.

Davi – Você disse que iria ajuda-lo Mãe.

Marion – Disse? Não me lembro. Esqueça ele meu filho. Ele esta pagando pelo que fez.

Davi – Mas ele não fez nada Mãe, você sabe quem fez.

Marion – Para mim ele fez, ele nasceu e isso me faz mal, eu há vejo e não sinto como meu filho. Não há ligação entre agente.

Davi – Mas ele continua sendo seu filho.

Marion – (irritada) Quer trocar de lugar com ele Davi, eu vou agora até você lhe buscar.

Davi – (assustado) Não senhora minha mãe. Mudando de assunto… Como você irá enviar o dinheiro?

Marion – Não se preocupe com isso querido, a Adma está aí para lhe auxiliar, aproveite, e vá atrás de sua felicidade.

Davi – Adma, é uma princesa.

Marion – Espero que seja para todo sempre.

Davi – Não entendi.

Marion – Querido, beijos vou cuidar da minha vida. Adeus.

 

Cena 06 – Delegacia / Int./ Tarde/ Sala Delegado.

 

Delegado – Senhora Elis, quais providencias serão tomadas quanto a queixa?

Elis –  Conversei com meus pais e o meu advogado, e decidir retirar a queixa, acredito que ele não seja o real culpado.

Delegado – Você tem certeza que é isso mesmo?

Elis – Certeza, sinceramente eu não tenho, mas é o que meu coração pede. Não acho justo ele pagar por isso.

Delegado – Olha para ser bem justo eu também não acho justo ele pagar por algo que não fez. Tem que haver justiça neste país, eu nunca acreditei que fosse ele o culpado, havia algo errado na cena do crime, entretanto não tinha como ser diferente, ele era o único no local. Logo entendemos que ele seria a pessoa responsável pelo estupro contra a senhora.

Elis – Espero que eu esteja certa. Mas não acho justo. Por favor, o libere.

Delegado – Ok, peço para que você assine os papéis que o escrivão irá lhe entregar, logo anexo os documentos para poder enviar ao juiz.

Elis – Ficarei muito grato, de verdade, apesar da dor, eu não acho justo ele pagar por algo que seu irmão fez. Não é justo. Tem que haver justiça.

Delegado – Nos dias de hoje, de tantas coisas más, injustiças, corrupção e crimes, você com toda essa bondade, querendo justiça. Sinceramente eu acho tão bonito a sua atitude.

Elis – Infelizmente não são todos que pensam assim, dá para ver na própria família do rapaz, o largaram e ainda jogaram um crime bárbaro nas costas dele.

Delegado – Família tem as boas e as más. Olha esse exemplo.

Elis – Infelizmente, dou graças a deus que neste momento de tanta tristeza minha família estava ao meu lado.

Delegado – Faremos justiça contra o ocorrido. Até aonde eu puder irei atrás do animal que lhe fez isso.

Elis – Obrigada pelo apoio.

 

Cena 07 – Mansão de Marion / Quarto / Começo de Noite / Int.

 

Campainha tocando, Marion vai até a cozinha e libera a entrada do carro, pois a mesma já estava com a visita agendada para ir até sua casa.

Marcelo adentra a casa de Marion, nervoso e afobado.

Marion – O que foi desta vez?

Marcelo – Perso. […]

Assustada, porém não querendo se expressar. Marion fica nervosa e observa Marcelo.

Marion – Eu já te disse que não tenho mais esse moleque como meu filho.

Marcelo – Mas ele é Marion. Você jamais deveria virar as costas para ele.

Marion – Você quer me ensinar a ser mãe?

Marcelo – Mãe do Davi? […]

Marion – Foi para isso que você veio me incomodar?

Marcelo – Ele vai ser julgado.

Marion se assusta, mesmo com a raiva do momento ela não quer que seu filho fique preso. Mas ignora a situação e logo diz:.

Marion – Foi pra isso que você despencou lá dos cafundeis de Judas?

 

Cena 08 – Manhã/ Entrada da Empresa MVida Administração/ Ext./ Estacionamento.

 

Marion, andando com seu salto labutam vermelho, com mais de 15 centímetros, fazendo barulho no chão e avista de longe uma senhora, vestida totalmente de branco e bandana na cabeça e sussurra:

Marion – Santo deus, o que é isso. – Com cara de nojo.

Dona Biju – Está assustada filha?

Marion – Assustada eu senhora? De forma alguma. […] Só não estou acostumada a ver essas coisas!

Dona Biju – Não se assuste não querida, sou igual a você.

Marion – Observa a senhora da cabeça aos pés e diz: – Não mesmo. E nunca será.

Dona Biju – Eu sinto uma péssima energia, bem pesada, negativa sabe. E é sua!

Marion – Eu adoro viver nesse clima pesado mesmo. […] Cadê a merda desse Elevador.

Dona Biju – Realmente eu não lhe conheço, mas ouço vozes moça, e elas dizem que todo mal que você anda fazendo vai voltar a você, tudo, mais tudo mesmo terá volta.

Marion – Com raiva e se estressa com a senhora – Nojenta, some daqui antes que eu enfie a mão na sua cara sua mãe de santo safada.

Dona Biju – Eu tenho Pena de você moça. Pois na mesma escada que você conseguiu subir na vida, você vai descer. Uma pena que não será com classe, mais sim empurrada, e com muita mais muita força. Fica muito esperta viu, sua vida pode mudar. […] Você acusou a pessoa errada, matou e mentiu. Eu vejo isso nos seus olhos.

Marion, assustada com o que houve da senhora logo diz:

Marion – Vai jogar praga em outro sua macumbeira safada.

Elevador chega no estacionamento e abre a porta, Marion entra e aperta o botão do andar que desejar subir quando a Senhora vai adentrar o mesmo ambiente que a mesma ela logo diz:

Marion – Você não querida, não quero você ao meu lado. Você fica OK!. – Elevador fecha a porta e sobre.

 

Cena 09 – Sala da Presidência/ Cont. / INT.

Marion passa como um raio, ardendo de ódio, diz a sua secretária.

Marion – Eu não quero ninguém na minha sala Ok? Entendido?

Secretária – Sim. – Assustada.

Marion, desesperada começa a quebrar tudo na sala, e ouvem-se de longe os gritos e berros da mesma. Assustado Marcelo aparece correndo.

Marcelo – O que está havendo lá dentro?

Secretária – Não sei senhor. Ela passou nervosa, disse que não queria ninguém lá dentro, e se trancou, eu ouvi o barulho da chave.

Marcelo – Cada vez mais doida essa Marion.

Dentro da sala, continua jogando as coisas.

Marion – gritando – Eu odeio todo mundo, eu odeio tudo.

[CLOSE EM TUDO QUEBRADO NA SALA]

Marion levanta-se e vai em direção a parta, abrindo-a e logo avista todos do lado de fora.

Marion – Gostaram do meu show?

Marcelo – Porque você fez isso Marion? Havia necessidade desse show?

Marion – Se eu fosse vocês, voltariam cada um para sua sala. Sou capaz de fazer coisas piores.

Marcelo – Ok.

Todos saem andando, cada um seguindo seu caminho, até Marion dizer.

Marion – E você secretária, limpe minha sala! Ok?

Secretária – assustada – Sim senhora.

Marion – Perfeito! – Entra no elevador.

Secretária – Tinha que sobrar pra mim né.

 

Cena 10 – Tarde/ Fórum da Cidade/ Int./ Sala.

 

Todos sentados, inclusive Elis que neste momento sente-se péssima devido a denuncia que prendeu Perso, mesmo sabendo que ele não foi seu agressor. A mesma chora muito

[OFF – Começa o julgamento/ Movimentação]

Juiz – Já tenho a minha sentença. Dê acordo com as leis, e levando em conta todos os acontecimento chegamos a seguinte conclusão. O réu Perso Mohamed Alih, será condenado pelo crime contra estupro, e pagará DEZ anos em regime fechado. – bate o martelo duas vezes.

Todos começam a sussurrar, chorando muito Elis, observa a atitude de Perso, que se mostra forte, porém está totalmente sem chão e diz a ele apenas mexendo os lábios.

Elis – Eu estou contigo.

Perso – JUSTIÇA. – Chorando.

 

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