Sob o Domínio do Rei – Episódio 10

 

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Sob o Domínio do Rei Temporada 1:  Ep. 10 Morir o Vivir

EMBOSCADA/DIA

Ferido na cabeça, Silas, tenta levantar do chão segurando na porta do carro, pega seu celular e liga para, Jean: 

Silas – Jean, sofremos uma emboscada na estrada, sequestraram a D. Ivone e a Ritinha.

No escritório da fábrica, Bartô, tenta acalmar um, Jean, desesperado. Aroldo, chega para controlar a situação: 

Bartô – É hora de pensar com a cabeça fria, Jean, desespero não vai resolver nada.

Jean – E o que quer eu faça caralho? Elas estão correndo risco e tudo por minha culpa.

Aroldo – Jean, O que houve?

Jean – Levaram minha mãe e a Ritinha, Aroldo, o que eu vou fazer agora?

Chorando, se apoia na mesa, e Aroldo, o segura  com firmeza, e diz:

Aroldo – Jean, você me fez te respeitar, e nesse mundo há poucas pessoas que eu respeito. Você é um líder! Comporte-se como tal!

Jean – Desesperado, chorando muito – Não posso!

Aroldo – Pode e deve. Vamos!

Jean, tira forças de dentro de si, seca as lágrimas e diz:

Jean – O que preciso fazer?

Aroldo – Walter e Júlio Pernas, estão com a sua família, precisa negociar com eles, eu sei que você consegue controlar a situação. É um plano muito arriscado, mas ou é isso, ou vai enterrar seus entes queridos.

CATIVEIRO/DIA

Amarradas e trancadas, Ritinha e D. Ivone, acreditam que, Jean virá salvá-las: 

Ritinha – (desesperada) Eu não quero morrer aqui, D. Ivone, eu não quero.

D. Ivone – Calma, isso não vai acontecer, Jean, vem nos buscar, só precisamos fazer o que esses desgraçados quiserem.

Ritinha – A senhora, acha mesmo que sabe com quem está lidando D. Ivone? A senhora não tem ideia do porque isso tá acontecendo com a gente.

D. Ivone – Não Rita, não sei porque, e não sei nem quem são, mas ele nunca iria nos abandonar, disso eu sei, Jean, nunca descumpriu a sua palavra com a mãe dele.

REI DO FUMO/CATIVEIRO/DIA

Jean, liga para, Júlio, e começa a negociação mais importante da sua vida: 

Jean – Júlio, quem fala é, Jean Ribeiro, quero negociar a liberação da minha mãe da minha amiga.

Júlio – Pensei que ia arregar, Jean Ribeiro, estou com os tesouros mais valiosos pra ti, não é verdade?

Jean – Sim é verdade, são os meus mais valiosos tesouros, por isso estou te contatando, o que tenho que fazer?

Júlio – Vem sozinho, Jean Ribeiro, e sem armas, a negociação é simples sua vida pela vida de seus tesourinhos, e por falar de tesouros, muito bonita essa cachorrinha, Ritinha não é, quantas vezes já comeu? Ah! não se faça de rogado, Jean Ribeiro.

Jean – Desgraçado, não se atreva a encostar um dedo nela, está me ouvindo?

Aroldo, chama a atenção de Jean, para não discutir com Júlio: 

Aroldo – Jean, não…

Júlio – Aroldo está com você, Jean, já te adverti venha sozinho ou não há trato.

Jean – Estou sozinho nessa, Aroldo, não quer se meter em problemas.

Júlio – Melhor que seja assim, não estou nem um pouco a fim de matar mais gente. Te espero para nosso acerto de contas, Jean Ribeiro.

Jean, abre a porta de acesso para a piscina, e na beirada ajoelha-se, chorando. Bartô, vai com ele: 

Bartô – Não deveria ir sozinho, e se eu for com você?

Jean – Não, o problema é meu.

Bartô, ensaia alguma palavra, mas é interrompido pela chegada de Aroldo: 

Aroldo – Vamos, Jean.

Jean, se levanta, e sai com Aroldo.

Bartô – Não me deixem sem notícias, por favor.

DELEGACIA DE POLÍCIA FEDERAL/DIA

Na delegacia de Polícia Federal, Irlana, sub delegada de Polícia, entra na sala de Luiz, com informações do carro abandonado à caminho do aeroporto: 

Irlana – Luís, aqui tenho as informações do carro abandonado no caminho do aeroporto.

Luis –  E a quem pertence?

Irlana – Está no nome de Rei do Fumo Ltda.

Luiz – A fábrica de fumos que pertencia ao Armando Cardona. Acerto de contas entre máfias, me consiga informações de quem dirigia, e quantas pessoas haviam nele. Eu vou dar uma saída nos vemos em duas horas.

Luis, sai, e Irlana, olha para o mural da “Operação Arthur”, que investiga os negócios ilícitos da fábrica de Armando Cardona, e diz:

Irlana – Ninguém conseguiu pegar você, Dom Armando, mas a cabeça do seu protegido será meu prêmio de consolação.

Bruna Vitoria, agente de Polícia mais nova na corporação, entra na sala: 

Bruna Vitoria – O Luis, saiu apressado.

Irlana – Quatro anos, Bruna, quatro anos de investigação e a impressão que tenho é que ainda não saímos do chão.

Bruna – Talvez nem todos estejam empenhados como a doutora.

Irlana – Feche a porta.

Bruna, fecha a porta e Irlana, senta-se na cadeira de Luís: 

Irlana – Tenho percebido que muitas coisas não se encaixam, quando temos algo que possa incriminar essa organização, não sei vem uma avalanche e tudo vai por água abaixo, Bruna.

Bruna – Uma organização como do Cardona, tem muitos informantes, muita gente poderosa envolvida, inclusive da própria polícia.

Irlana – Há algo que eu não saiba, ou não tenha percebido?

Bruna – Ligações suspeitas, saídas misteriosas te dizem algo?

Irlana – Não, o Luis, não seria capaz.

Bruna – Irlana, eu estou aqui pra ser seu braço direito, e eu sei que essa operação só terá êxito nas suas mãos. Bruna muda ajeita-se confortavelmente na cadeira – investigue a fundo, garanto que não vai se arrepender.

ESCRITÓRIO DE AROLDO/DIA

Aroldo, bate na mesa, e diz ao delegado, Luís:

Aroldo – Droga, Jean, não podia ser se descuidado agora.

Luís – É meu caro, sinto que as coisas ultimamente não vão nada bem, Irlana, é muito hábil no que faz, e conta com a ajuda de uma investigadora promissora, maldita hora que ascendeu na Polícia Federal.

Aroldo – Não podemos ficar de mãos atadas, compre-as, todos tem um preço. – olha para o celular.

Luís – Ligação importante?

Aroldo –  É a prova de fogo.

PROVA DE FOGO/DIA

Jean, chega no cativeiro de D. Ivone, e Ritinha, há homens armados por todos os lados, os homens de Aroldo, se posicionam em lugares estratégicos, para não serem vistos; Júlio, aparece na porta do cativeiro, e de uma distância segura, Jean, negocia pelas vidas de Rita, e D. Ivone: 

Jean – Já estou aqui, Júlio, sozinho como combinado, agora diga-me o que tenho que fazer?

Júlio – Pensei que tinha sido claro com você, Jean. Sua vida pela de seus tesouros mais valiosos.

Jean – Não precisamos chegar a isso, Júlio, libera as duas, e hoje mesmo me ponho pra fora desse país, ninguém mais terá notícias minhas.

Júlio – Acha mesmo que confio em você? Tínhamos um trato com o Cardona, ele não se metia nos nossos negócios, e tampouco nós nos dele, todos saímos ganhando. Mas você fez totalmente o contrário, Jean Ribeiro, abriu uma empresa de transportes marítimos é veja só os Pernas estão perdendo dinheiro como água.

Jean – Eu não tinha acordo com os Pernas, Júlio, e além do mais tentaram me matar quando nem pensava em meter-me nos seus negócios.

Júlio – Está acabando seu tempo, Ribeiro, entre e liberamos sua mãe, e a pretinha, Rita.

CASA DE BARTÔ/ESCRITÓRIO DE AROLDO/ DIA

Preocupado com, Jean, Bartô liga para Aroldo, que está nervoso: 

Bartô – Alguma novidade, Aroldo?

Aroldo – Novidade nenhuma, Bartô, e já te disse não ocupes a linha estou esperando notícias de Jean. É questão de vida ou morte, caralho.

Aroldo, desliga, e em seguida liga para um de seus homens: 

Aroldo – Se algo der errado elimine a todos.

CATIVEIRO/DIA

E a negociação entre, Júlio e Jean, continua.

Jean – Acha mesmo que sou imbecil, Júlio? Só me entrego a ti quando minha mãe e Ritinha, estiverem bem longe deste lugar.

Júlio, olha para um de seus capangas, e ordena: 

Júlio – Tragam-nas.

Dentro do cativeiro, dois capangas desamarram, Ritinha e D. Ivone e as levam para fora: 

Ritinha – O que está acontecendo? Pra onde estão nos levando?

Ao ver, Jean, Ritinha, grita e sai correndo em sua direção. Júlio, grita e atira em, Ritinha: 

Ritinha – Jean, é uma armadilha vão matar todos nós.

Jean – Rita, não.

Júlio – Desgraçada.

A troca de tiros começa, D. Ivone, é atingida pelos capangas de Júlio, e cai próximo de Ritinha, já morta.

D. Ivone – Jean, meu filho.

Júlio, é morto com um tiro na cabeça, Jean, protege-se da rajada de balas, jogando-se atrás de um contêiner. Todos os homens de Júlio, são mortos no confronto. Jean, levanta-se tira o casado e os explosivos que trazia no corpo e se joga diante do corpo de Ritinha.

Jean – Rita, Rita, levanta, você não pode morrer agora.

Chorando, segura D. Ivone, que morrendo em seus braços, diz:

Jean – Mãe, mãezinha, não pode morrer, não me deixe sozinho, por favor.

D. Ivone – Me perdoa se não fui uma boa mãe, meu filho.

Jean – Eu é que não fui um bom filho para a senhora. – Acariciando o rosto da mãe.

DEIXANDO MORTOS PARA TRÁS/DIA

Aroldo, atende a chamada de um de seus homens, que diz:

Aroldo – O que aconteceu?

Capanga – Estão todos mortos.

Aroldo – A mãe e a Rita?

Capanga – Todos mortos, só conseguimos salvar o chefe.

Aroldo – Tire-o daí antes que a polícia chegue.

Debruçado, sobre o corpo da mãe, Jean é retirado do local pelos homens de Aroldo: 

Capanga – Senhor, precisamos sair daqui agora.

Jean – Me solta, eu não vou a nenhum lugar.

Capanga – Vamos senhor, não há mais nada que fazer, estão mortas. – o segura firme.

A vida joga mais uma vez contra, Jean, que enfrenta a maior dor que já sentira, seus sonhos morrem com a mãe e Ritinha, em seu semblante a pergunta que o martiriza: “quantos mais Jean Ribeiro? Quantos mais vão pagar com a própria vida pelos seus erros?”

DELEGACIA DE POLÍCIA FEDERAL/DIA

Bruna Vitória, surpreende Irlana, com uma notícia sobre o caso do carro do Rei do Fumo: 

Bruna Vitória – Doutora, a guerra entre as máfias do tráfico começou, e os mortos já estão aparecendo.

Irlana – O que aconteceu?

ESCRITÓRIO DE MARLA/DIA

Fera, entra na sala de Marla, e mostra-lhe as notícias de Cuiabá:

Fera – Marla, tem que ver as notícias.

Marla – Ligue, ligue do que se trata? – manda ligar a TV

No noticiário, Marla e Fera assistem sobre a suposta guerra entre as máfias de drogas na fronteira com a Bolívia: 

Repórter – Doze mortos no total, todos homens, e entre eles o conhecido empresário de transportes marítimos, Júlio Pernas, a Polícia Federal não descarta a possibilidade de se tratar de um acerto de contas entre as máfias do tráfico de drogas na fronteira do Brasil.

Marla, levanta-se da cadeira admirada:

Marla – Ele acabou com todos, Fera. – Caminha pela sala, ainda atônica – Jean Ribeiro, está mais poderoso que nunca.

Seu celular toca, é Walter Pernas na linha: 

Marla – Walter, sim já estou sabendo de tudo, mas o que quer que eu faça meu querido? Esse rapaz está ficando cada vez mais poderoso, tão poderoso que nada poderá acabar com ele.

Sentado, numa sala escura de luto, Pernas, diz a Marla: 

Walter – Perdi a pessoa mais importante da minha vida hoje, Marla, e não vou deixar impune, e hora de cumprires com a sua palavra, Jean Ribeiro, não pode seguir vivo.

CASA DE BARTÔ/NOITE

No sofá da sala, Jean, vive sua dor, e recorda seu começo nas organizações de Armando Cardona: 

Dom Armando, explica as funções e obrigações de Jean: 

Dom Armando – Serás meu motorista exclusivo. Vai me acompanhar em todos os momentos, Jean Ribeiro. Ouvirá muitos segredos sobre meus negócios.

Jean concorda com Dom Armando, que prossegue: 

Dom Armando – Necessita ser atento e fiel, principalmente fiel. A partir deste momento quem decide quando você sai e como sai sou eu. Entendes castelhano?

Jean – Muito pouco, Dom Armando.

Dom Armando – Entonces comienza a estudiar. Não gosto de trabalhar com quem não entende o que digo.

Dom Armando, entrega uma chave e um papel com um endereço a Jean: 

Dom Armando – Estas chaves são de um apartamento meu, vais morar lá. E aqui o endereço. O aluguel será descontado do seu salário.

Jean, levanta-se pega as chaves e ouve de Dom Armando:

Dom Armando – Bienvenido, Jean Ribeiro.

Jogando cartas com, Dom Armando, Jean, aprende regras de sobrevivência:

Dom Armando – La vida, en este negocio es como un juego de cartas, si no sabe jugar ni empieza, la regla es clara morir o vivir.

E numa cartada final, Jean, vence, Cardona, que comemora:

Dom Armando – Muy bien, está aprendiendo bien la lección, Jean!

Bartô, se aproxima de Jean, e lhe oferece uma xícara de café: 

Bartô – Jean meu bem, já está há muitas horas sem comer nada, tome pelo menos um café.

Jean – Eu quero estar sozinho.

Bartô, toma um gole de café, e sai. Jean, permanece em seu lamento.

DELEGACIA DE POLÍCIA/ NOITE

Bruna Vitória, entra na sala de Irlana, para anunciar a chegada de Silas, acompanhado de Nathan, o advogado de Jean: 

Bruna – Doutora, aí fora está o motorista da fábrica de fumos, e seu advogado.

Irlana – E o Luís?

Bruna Vitória – Não está.

Irlana – Mande-os entrar.

CASA DE BARTO/NOITE

Bartô, abre a porta para, Aroldo, que traz as cinzas de D. Ivone, e Ritinha, numa urna:

Aroldo – Como ele está?

Bartô – Há horas sentado naquele sofá sem dizer uma única palavra.

Aroldo – Jean, as cinzas da sua mãe, e Ritinha, como te prometi, já pode dar o último adeus a seus entes queridos.

Jean, levanta-se segura a urna, e diz:

Jean – Obrigado, Aroldo, não sabes como é importante para mim contar com a sua amizade neste momento.

Aroldo – Neste momento, seu motorista, e seu advogado estão na superintendência da Polícia Federal, tudo vai ficar bem, pelo menos para nossos negócios. Vou deixá-lo sozinho, agora, use esse tempo para pensar, coloque as ideias em ordem, e siga em frente como tem que ser.

Um mês depois

ESCRITÓRIO DE MARLA/DIA

Em seu escritório, Marla, recebe, Walter Pernas, que deseja fazer justiça a morte de, Júlio:

Marla – Walter, bem-vindo.

Walter – Finalmente estou frente a frente com a única pessoa que pode me ajudar a acabar com a raça de Jean Ribeiro.

Marla – Sinto muito pelo que aconteceu com seu filho.

Marla e Walter, tomam acento, e dão continuidade na conversa:

Walter – Maldita hora que, Jean Ribeiro, atravessou meu caminho. Marla, só posso contar com você agora, meus aliados, todos abandonaram o barco, Jean, está cada vez mais forte, desde a morte de Júlio, as coisas não vão bem, meus negócios vão de mal a pior, esse desgraçado se meteu a transportar sua própria mercadoria, e a cada dia tem mais admiradores, e não pensa duas vezes para eliminar seus inimigos.

Marla – Mas, definitivamente esse não é o mesmo Jean Ribeiro, que eu conheço, acha mesmo que estamos falando da mesma pessoa?

Walter – Sim, com toda a certeza.

Marla – Veja bem, Walter, eu já te ajudei uma vez, investiguei a fundo a vida dos familiares de Jean Ribeiro, eu não tenho culpa que não tenha conseguido.

Walter – Eu sei que você é a responsável por ter enviado, Jean Ribeiro, para o Cardona, e sei também que aqui em São Paulo, ele não pode voltar, está fugindo de seu passado.

Marla – Pois lhe garanto que, Jean, não está fugindo de nada, eu seria incapaz de fazer mal a ele, era um garçom de uma boate de velhas conhecidas minhas, até onde eu sei só fiz o favor de indicar uma pessoa de confiança ao Cardona, que Deus o tenha. – Dissimulada.

Walter – Não, eu não estou pedindo nada, só quero que me coloque em contato com seus inimigos, e do resto me encargo eu.

Fera, entra na sala de Marla, que levanta-se, e diz:

Marla – Fera.

Fera – Marla, estou voltando para os negócios.

Marla – Que oportuno, quero que conheça, Walter Pernas, ele quer conhecer o passado de Jean Ribeiro.

Fera – Entusiasmado –  Eu o levo.

Walter – Obrigado mais uma vez – Cumprimenta, Marla, e sai junto de Fera: 

Marla – Vá tranquilo, está em boas mãos, Fera, cuide bem dele.

Fera – Pode deixar, chefa.

NOVAS IDEIAS, MAIS LUCRO/DIA

Aroldo, espera por Jean, que chega em sua camionete dirigida por Silas, ainda mais sedento por poder: 

Aroldo – Finalmente, atendeu as minhas ligações, o que queria?

Jean – Estou morto por dentro, Aroldo, mas a vida tem que seguir, só penso no trabalho, é a única coisa que me mantém vivo, é a única coisa que me resta.

Aroldo – Me diga o que passa nessa engenhosa cabecinha?

Jean – Aviõezinhos, pequenos, desses de inseticidas.

Aroldo – Não me parece nada mal. Continue […]

Jean – A Carga seria jogada de cima no mar, em contêineres com ar para que flutuem por horas. Tempo suficiente para que cheguem nossos pilotos. Mas tem que ser de um material bem leve, fibra de vidro, talvez. Ninguém o fez antes Aroldo, não assim.

Aroldo, sorri admirado com a ideia do novo rei, e de longe, alguém os fotográfa juntos.

DRUG ENFORCEMENT ADMINISTRATION (DEA)/DIA

No escritório do DEA no Brasil, Jonas Gaspar, agente responsável pela investigação do tráfico de drogas na fronteira do Brasil que tem 17 mil km de extensão e a faz divisa de 11 estados com 10 países, recebe as fotos tiradas de Jean e Aroldo, e leva para outra sala onde as dispõe sobre a mesa, e com o dedo apontado para foto de Jean, pergunta:

Jonas – Quem é essa pessoa?

Armando Cardona – Jean Ribeiro.

CONTINUA…

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