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Programa 100

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apresentação
MARCELO DELPKIN

direção artística
WELLYNGTON VIANNA

convidados
ANDERSON SILVA, CARLOS MOTA, CRISTINA RAVELA, DÉBORA COSTA,
DIOGO SILVA, FAILON TEIXEIRA, FRANCISCO SIQUEIRA, ISA MIRANDA,
LEON, MARCOS VINICIUS, MELQUI RODRIGUES, SAMUEL BRITO,
SELMA DUMONT, TALES DIAS e WELLYNGTON VIANNA

 

 

Olá, leitor, leitora, leitore, leitorx, leitor@ ou com a forma que te represente. Como vai?

Hoje, 25 de julho, é o Dia do Escritor. Meus parabéns a quem vive a tão linda arte de expressar mundos internos e externos com imaginação e palavras! O programa de hoje é dedicado a você.

Agora apresento, pela centésima vez, o Cyber Backstage, com muito carinho e dedicação a você e ao Mundo Virtual. Com isso, decidi fazer uma edição comemorativa com a presença de vários convidados, os quais você vai descobrir no decorrer desta página. Uns mais talentosos e marcantes que os outros.

Entre os destaques, estão: entrevistas com Diogo Silva e Selma Dumont, os dois primeiros eliminados da Casa dos Autores; as homenagens a quatro personagens da cyberdramaturgia em A Cyber que Amamos; a história a ganhar resenha na volta do Observatório da Escrita, na semana que vem; a obra da qual os leitores sentem mais saudades na Widcyber; e a presença do cãozinho mais amado do MV, aqui junto com sua dona; além de um pequeno retrô com a história do Backstage.

Vamos em frente!

 


 

 

Como disse, o Cyber Backstage celebra hoje a 100ª edição sob meu comando, após a estreia no fim de 2018. Nessa época, eu já havia publicado a primeira novela, O Leão; iniciava os trabalhos da próxima, Flashback, que estreou em janeiro de 2019; participava do quadro de resenhas do Cyber Show e fechava o conto A Boneca da Maldição para 00:00.

Mas você sabia que CB teve algumas edições no início de 2017? Com apresentação de Wellyngton Vianna e Charlotte Marx, o programa focava mais nas atrações da casa, através de entrevistas, lançamentos e pequenas resenhas. Ainda naquele ano, entrou em hiatus.

O Cyber Backstage nasceu junto com a Widcyber em 2017, na época Cyber Séries. O programa tinha o propósito de postar novidades e projetos que o site planejava lançar. Apenas eu postava e as vezes contava com a ajuda da Charlotte Marx, porém naquele ano o programa não tinha uma estrutura tão bem desenvolvida como hoje em dia, as postagens não eram tão regulares como são sob o comando de Marcelo Delpkin com quadros variados e interativos”, relembrou Wellyngton.

Quase um ano depois, Wellyngton me fez um convite para retomar o programa, e cá estou até hoje.

Você lembra o que passou no programa desde a minha vinda? Se não, vamos dar uma espiadinha em algumas edições. Clique nos subtítulos para reler na íntegra:

 

PROGRAMA 1 – 13/10/2018
O primeiro quadro da retomada do Backstage foi o Bastidores. Entre as fofocas, estavam os próximos lançamentos de Débora Costa, Henzo Viturino, Eduardo Moretti e também alguns programas. Na época, Wellyngton estava reativando o entretenimento da então Cyber TV. No Entrevista, Alberto Sant’Anna foi o convidado. Saudade de você! No ClassifiCyber, anunciei um canal do Youtube em que, literalmente, se tocam discos de vinil. Todos do bom e do melhor.

 

PROGRAMA 10 – 22/12/2018
Na última edição do ano, eram anunciados os primeiros lançamentos de 2019, como Família por Acaso e o último episódio de Belo Litoral, assim como as atrações de outras plataformas, como o Megapro, a WebTV e a Web Mundi. Édy Dutra foi o entrevistado da semana e destacou, entre outras coisas, a importância da representatividade dos atores negros nas escalações de elenco. No quadro Amo & Odeio, João Paulo Ritter comentou que adora especiais de Natal e comida com alho, mas que odeia Fiuk — eita! (risos)

 

PROGRAMA 20 – 30/03/2019
A edição relembrou o sucesso Insensatez, de Débora Costa, e divulgou-se parte da trilha sonora de Flashback, então no ar.

 

PROGRAMA 30 – 15/06/2019
Alex Torres, da novela Assim Retorna o Amor, foi o entrevistado da vez. Entre as fofocas, a vinda de Excelsior. Um Top 10 de vilões das webnovelas da casa também marcou presença no programa — pestes como Franco Bittencourt (Hierarquia), Marion (Dois Destinos) e Eugênia (Coroa de Diamantes).

 

PROGRAMA 40 – 15/09/2019
Dose tripla: entrevistas com Anderson Silva, Failon Teixeira e Weslley Fuchs. Entre as poucas fofocas do dia, destaque para Nós & Ela, de Wagner Jales.

 

PROGRAMA 50 – 01/12/2019
Edição dedicada às fofocas. Um perrengue envolvendo as votações para o Troféu Imprensa da WebTV: as parciais eram exibidas sempre que alguém votava. Histórias do Povo, de Raquel Machado, ganhava forma. Gabriell vencia a segunda edição do Raça.

 

PROGRAMA 60 – 29/03/2020
“Olá, leitor(a) do meu agrado, como diz minha amiga Ceiça.”… assim começava mais um programa. Os vencedores do primeiro Destaques Backstage foram anunciados em grande estilo. Xero, Ceiça! Te adoro!

 

PROGRAMA 70 – 21/06/2020
Uma edição curtíssima, mas cheia de polêmicas. A Widcyber, a Rajax e a DNA TV haviam sofrido ataques e denúncias de spam em seus sites e nas redes sociais, o que rendeu muito tititi — aliás, rende até hoje — e até um desabafo de Débora Costa no Facebook.

 

PROGRAMA 80 – 28/02/2021
Alessandro Fonseca soltou a língua no quadro 3×4. Disse ser contra a censura imposta pelo politicamente correto e pelos militantes contra a produção literária e estranhou a proporção dada a um problema envolvendo Lucas Luciano, do Megapro. No Bastidores, destaque para as premiações da época, como o evento do Four Elements.

 

PROGRAMA 90 – 16/05/2021
A novela Incondicional voltava ao ar no Megapro, e o Bastidores trazia um spoiler sobre uma das personagens. Anderson Silva apresentou a sinopse de Rótulos, a nova série da Widcyber. Francisco Siqueira foi o entrevistado da semana e relembrou seus “filhos”, como Kadu e Lucas. Ganhou até um comentário especial do Well Vianna.

 

O Plantão Backstage foi exibido três vezes por semana, pela manhã, durante os primeiros meses da pandemia da COVID e o isolamento social, num projeto que levava mais opções de programação aos leitores, assim como ocorreu com o Vale a Pena Ler de Novo, que, na sexta edição, ocupou toda a tarde com 3 novelas e 3 séries.

E é só o começo. Que venham muitas e muitas edições do Backstage pela frente. Espero você sempre.

Alguns convidados deixaram mensagens para o programa. Espia só:

 

Quero deixar meu comentário de orgulho e Satisfação em ver o programa alcançar o número de 100 edições. Parabenizar o Marcelo Delpkin por conduzir tão bem e reformular o formato de maneira tão espetacular nos últimos anos. (Wellyngton Vianna)

Já se tornou, há muito, imprescindível dentro do universo do MV. E, claro, todo o sucesso e reconhecimento se devem à solidez que o programa adquiriu sob sua batuta. E que venha mais uma centena de Backstage pela frente, porque os leitores merecem! (Francisco Siqueira)

Quero parabenizar o Delpkin pela 100ª edição do Cyber Backstage e também a Widcyber por apoiar esse projeto. Eu sei bem o que é fazer algo por paixão e tentar conciliar com outras paixões e obrigações, mas tudo se ajeita. Que venham outras edições, com mais fofocas edificantes e muito burburinho. Parabéns! (Cristina Ravela)

O Cyber Backstage nos informa, nos alegra e nos transmite o que de melhor existe no MV. Um programa único e exemplar que possui a capacidade de levar ao seu público fiel tudo aquilo que ele mais deseja saber. Tudo isso de uma forma simples, bem-feita, sem firulas, ou seja, na dose certa para não se tornar cansativo e repetitivo. (Marcos Vinicius)

O que falar do Backstage? Um ótimo programa apresentado pelo Marcelo Delpkin. É informativo, divertido e cheio de notícias que todos adoram saber. Chega na edição de número 100 de muitas mais que virão. Desejo sucesso sempre para o programa!! (Failon Teixeira)

Amo programas de bastidores, acho que depois do Mundo Mix da extinta TV Mix nenhum outro programa parecido me chamou tanto a atenção quanto o Backstage. O Marcelo sempre muito bem informado consegue aguçar nossa curiosidade com informações importantes sobre as tramas, sobre as personalidades do MV e acho isso muito bom. Backstage cumpre seu papel em entreter e informar ao mesmo tempo. Eu amo! (Samuel Brito)

100! Para a matemática, é apenas um número qualquer entre outros infinitos que existem por aí. Para a ciência, é a distância equivalente do solo até o espaço (em quilômetros, claro). Para um humano, alcançar os 100 anos de idade é uma dádiva. Para um programa de televisão, 100 edições é uma conquista. Para um programa do mundo virtual então, 100 vai bem além isso.
O Backstage é aquele programa semanal que te deixa na expectativa em cada nova edição. Seja pra acompanhar uma fofoca aqui, uma curiosidade ali ou até mesmo alguma grande treta entre os bastidores.
Como autor, você pode se questionar: será que terá algo sobre mim? Como leitor, você se pergunta: o que o programa trará de novidade? Como dono(a) de alguma emissora, talvez se questione: o que meu ‘concorrente’ está trazendo de diferencial pro Mundo Virtual? O Backstage reúne tudo isso e mais um pouco.
Logicamente, meu caro, manter 100 edições sobre um mesmo programa e não se reinventar, é praticamente ter que dizer ‘
olá’ à sua companheira pro resto da vida: a mesmice. É necessário reinvenção, mudanças, explorar o que ainda não se foi explorado, algo que o maestro das letras,
Marcelo Delpkin, tem feito com sucesso. Cada novo programa, você pode esperar qualquer coisa.
Então, parabéns pela centésima edição do Backstage, Marcelo! E que este número só venha a crescer cada vez mais. (Anderson Silva)

O “Cyber Backstage”, produzido por Marcelo Delpkin, é grande na forma e no conteúdo, conseguindo alcançar todo tipo de público. Um programa leve, descontraído, que nos presenteia a cada semana com os bastidores do MV, além de comentários pertinentes sobre as produções que estejam no ar, não importando a emissora. Essa pluralidade engrandece o programa, tornando-o referência àqueles que apreciam uma produção de qualidade, que não se inclina à audiência fácil, aos comentários rasteiros, muito menos às bocas insanas, que, por vezes, margeiam o MV, fazendo-nos acreditar que os leitores são meros espectadores, destituídos de senso crítico e vontade própria. Marcelo faz diferente. Não subestima o leitor; instiga-o. E o faz por meio de um programa inteligente, repleto de novidades, com os alicerces fixados em uma linguagem objetiva, coesa e de muito bom gosto. Que venham outros 100 programas, porque às 19 horas, de todos os domingos, estarei à frente do celular, pronto para degustar o que de melhor há no mundo nem sempre encantado do MV. (Carlos Mota)

Backstage é um grande programa, informa e atrai com conteúdo envolvente e necessário. Chegar ao 100 é uma vitória, já que tocar nos temas abordados com muito profissionalismo é de bater palmas em pé. Marcelo é impecável em seu trabalho e hoje desejo que chegue a 1000 programas!!! Parabéns!!! (Isa Miranda)

Sem nenhuma falsa modéstia ou demagogia, eu acho o melhor programa de variedades do MV. Porque temos nossa própria revista eletrônica, acho que é o único programa do MV inteiro que eu faço questão de ler cada edição. (Melqui Rodrigues)

O Cyber Backstage é, com certeza, meu programa preferido no site. É só ver a notificação de que foi publicado que corro para conferir. Além das notícias do Mundo Virtual, ele está sempre inovando e e trazendo quadros novos e interessantes. Só desejo mais e mais sucesso nesse centésimo programa e que venham mais 100 edições! (Tales Dias)

 

No fim do programa, deixo os agradecimentos aos convidados pelas lindas mensagens e pela participação nesta edição especial.

 


 

 

Vamos conhecer um pouco do primeiro eliminado da Casa dos Autores? Diogo Silva, xará do autor da recém-finalizada Animais Racionais, contou um pouco de sua trajetória no reality e também na TV Líder. Confira:

 

1) O que deixou você mais interessado em participar da Casa dos Autores, na época das inscrições?
DIOGO SILVA: Então, eu amo reality, né? Então quando ouve a oportunidade eu logo agarrei, porque amo escrever e amo jogos.

2) Como foi a relação com o apresentador, Tales, e com os outros participantes?
DIOGO SILVA: Ah, o Tales sempre foi um querido, sempre me tratou com muita educação. Com os autores a mesma coisa. Cada um tem um espaço no meu coração e que levarei pra vida.

3) Na prova da primeira semana, você deixou de enviar a sinopse proposta pelo Tales e acabou indo direto para a Figuração. O que aconteceu pra não cumprir a prova?
DIOGO SILVA: Então, caiu justamente na semana que eu tive alguns contratempos pessoais e infelizmente ocasionou minha saída.

4) Teve algum participante com quem você não simpatizou de jeito nenhum? Se sim, com quem e por quê?
DIOGO SILVA: Então, eu acho que não. Como já disse todos são uns queridos, e, por ser o primeiro a sair, acho que nem tenho como apontar alguém.

5) Para quem vai sua torcida daqui pra frente?
DIOGO SILVA: Difícil essa pergunta, mais por ser uma pessoa que já conheço e foi muito simpático comigo o Douglas, mas isso não quer dizer que não torço pelos outros. Deixo aqui minha torcida pra cada um rsrs.

6) Você chegou a publicar histórias na TV Líder. Conta um pouco sobre elas.
DIOGO SILVA: Sim, fiquei 4 anos na TV Líder e foi onde me descobri como autor/roteirista. Minhas obras como “A Missionária” , “Destinos da Vida” e “Judite” foram um grande sucesso.

7) Qual foi a trama que você mais gostou de escrever ou que tenha marcado mais? Por quê?
DIOGO SILVA: Na minha opinião, “A Missionária” foi a maior e mais intensa obra e teve 3 temporadas de muito sucesso.

8) Deixe seu recado para os leitores do Cyber Backstage.
DIOGO SILVA: Então, caros, deixo aqui minha admiração e respeito por cada um de vocês. Queria parabenizar essa equipe massa, e deixar minha gratidão para as pessoas que torcem e torceram por mim. Agradeço de coração!

 

Muito obrigado pela presença, Diogo! Desejo sucesso pra você daqui pra frente!

 


 

 

Chegou a hora! Vamos descobrir de qual programa os leitores sentem mais saudade na programação da Widcyber? Vamos lá!

  • 1º LUGAR: a série 00:00 definitivamente marcou. Exibida entre 2018 e 2019, muita gente torce por uma nova temporada da antologia de Isa Miranda com a presença de muitos escritores convidados. Na primeira temporada, teve de tudo: retratos assustadores, espelhos malditos, bonecas assassinas e até passeios em serras macabras. Tudo isso exatamente à meia-noite. (3 votos)

  • 2º LUGAR: no segundo semestre de 2018, o programa Cyber Show marcou as noites de domingo. Havia entrevistas, resenhas, música, séries, novelas mexicanas e até animadas imitações do Sílvio Santos. Apresentação de Débora Costa, Lyvia Peroba, Melqui Rodrigues, Henzo Viturino, Ozi Júnior, Marcelo Delpkin e outros. A série Saber Amar, outra antologia de Isa Miranda, também foi relembrada. Ao contrário de 00:00, essa contava histórias de todo tipo de amor e afeto. Exibida em 2019. (2 votos)

  • 3º LUGAR: com um voto, empataram Cyber Trends, Jornal da Cyber e Plantão Backstage.

 


 

 

Selma Dumont, a segunda eliminada da Casa dos Autores, também está aqui para uma entrevista. Confira o que ela respondeu:

 

1) O que despertou mais interesse em participar da Casa dos Autores?
SELMA DUMONT:
Bom, eu gostaria de trocar ideias com outros autores, experiências, além de aprender e também ensinar.

2) Como você avalia sua participação no reality?
SELMA DUMONT:
Achei regular. Sem grandes emoções. Acho que nem dava pra ser muito marcante.

3) Como foi a sua relação com o Tales Dias e com os colegas?
SELMA DUMONT:
O Tales sempre foi educado e atencioso. Já os demais, alguns conversei, outros são indiferentes.

4) Teve algum participante com quem você teve menos afinidade? Se sim, por quê?
SELMA DUMONT:
Sim, a Luna. Foi a pessoa que eu mais conversei e mais achei legal. Não é à toa que fomos dupla.

5) Como foi criar a trajetória de um(a) protagonista junto com a Luna Araújo? O que você achou dos comentários da jurada Isa Miranda sobre a tarefa de vocês e também da saída de Luna do programa?
SELMA DUMONT:
Foi muito prazeroso criar essa história. A Luna veio com a ideia principal, eu dei alguns retoques e acrescentei algumas tramas. Pra falar a verdade, achei bem injustos os comentários dela. Visto que a nossa sinopse foi meio que a única a ter levado a proposta do casal ao pé da letra. E eu achei uma pena a Luna ter saído. Era um dos participantes mais promissores. Mas eu entendi a saída dela. A parcialidade ali tava muito alta.

6) Para quem você torce para vencer a Casa dos Autores e por quê?
SELMA DUMONT:
Eu não torço por ninguém. Ninguém me cativou ao total.

7) Você tem algum projeto de novela ou série para o futuro? Conta um pouco sobre isso.
SELMA DUMONT:
Tenho sim rsrs. Quero trazer uma novela que é ambientada numa boate badalada, mas que a dona é misteriosamente assassinada. Além disso quero trazer temas como a cafetinagem, ninfomania, preconceitos e muito mais.

8) Recentemente fiz uma resenha do primeiro capítulo de uma obra de sua autoria, Ouro Blindado. Como surgiu a ideia da novela e como foi escrevê-la?
SELMA DUMONT: Inicialmente eu tive a ideia de fazer uma novela que abordasse o aborto. Daí me veio a primeira personagem: A Paola. Depois, me veio a ideia de uma garota que é tratada com desprezo pelos pais (a Rafaela). Daí pensei: porque não juntar tudo isso e ambientar numa joalheria? Daí surgiu Ouro Blindado.

9) Qual foi a novela que mais marcou você enquanto escrevia e/ou publicava?
SELMA DUMONT:
A novela que eu mais gostei de escrever, embora a escrita dela não seja das melhores, foi Lei da Colheita (2018). As situações eram muito boas, se tivesse uma escrita e um desenvolvimento melhor, seria um primor. Mas eu era uma autora ainda inexperiente, não tinha técnicas. No mais essa foi a web que eu mais me diverti fazendo.

10) Que história(s) do MV você gostaria de adaptar ou fazer um remake e por quê?
SELMA DUMONT:
Eu faria um remake da minha própria Lei da Colheita misturada com outras webs minhas como A Inveja Mata rsrs. Sairia um farofão dos bons, agora que eu tenho mais experiência de escrita.

11) Deixe um recado para os leitores do Cyber Backstage.
SELMA DUMONT:
Beijo pra vocês amores. Espero que tenham gostado da entrevista. O que passou, passou. Agora é seguir em frente. Me sigam no twitter @selminhadumont.

 

Obrigado pela participação, Selma. Muito sucesso pra você também!

 


 

 

O Observatório da Escrita volta na semana que vem. Vamos à primeira obra da nova fase do programa?

Laranjal é a eleita, com 4 votos. Não perca! Aproveite para votar na resenha do dia 8:

 

 

A votação fica aberta até o dia 03/08, às 20h. A revelação da próxima resenha será feita na quarta, na chamada do programa do dia 08.

 


 

 

Leon é o cãozinho mais amado do Mundo Virtual. Entre caras, bocas e poses, ele conquista os fãs da autora Débora Costa, que é simplesmente a sua dona. Troquei umas palavras com ela para saber um pouco mais da relação entre eles.

 

1) Conta pra gente como você conheceu o Leon e como se apaixonou por ele.
DÉBORA COSTA:
Eu ganhei o Leon. Foi presente da minha mãe, porque, três meses antes, o meu cachorro, Pretucho, tinha morrido, mas eu não queria outro cachorro porque fiquei muito triste. Quando eu vi o Leon, não quis ele, mas uma hora depois eu já tava apaixonada.

2) De onde veio o nome Leon?
DÉBORA COSTA:
O nome veio da novela Meu Coração é Teu. Eu assistia, e lá tinha um Leon kkkkk. A gente gostou e ficou esse nome.

3) O que ele mais gosta de fazer?
DÉBORA COSTA:
O Leon gosta de brincar com criança e com os brinquedos dele.

4) Como ele costuma receber as visitas? Ele é bem manso e carinhoso ou late desconfiado?
DÉBORA COSTA:
Ele recebe as visitas com muito latido kkkk. Ele fica agitado, mas ele não morde. Só é escandaloso, e, quando ele conhece a pessoa, ele recebe mostrando um dos brinquedos dele.

5) Conta uma mania que ele tem.
DÉBORA COSTA:
Ele pega meia, sapato, pega coisas que não pode, só para ter algo de comer em troca, porque ele não solta se a gente mandar. Tem que ter um petisco.

6) Ele é bastante fotogênico e deixa seus fãs apaixonados por ele. O que você mais ama no seu pet?
DÉBORA COSTA:
Eu amo tudo nele. O Leon é muito companheiro e carinhoso.

7) Leon dá muito trabalho? Qual foi o momento em que ele te deixou mais tensa, se é que houve?
DÉBORA COSTA:
Ele não dá trabalho, mas eu fico tensa quando chega alguém que ele não conhece porque ele late muito. Dá a impressão que ele está incomodando, mas, fora isso, ele é tranquilo.

 

Que bom conhecer um pouco mais dessa fofura! Parabéns pelo amigo que você tem, Débora! Qualquer dia, chamo o Leon pra participar do Backstage como fiz com o Castiel do Marcos. Aqui tem muito petisco e muita meia pra ele se divertir.

 


 

 

Nas últimas semanas, deixei uma enquete na qual você poderia escolher três dos oito indicados. Acabou que dois empataram na terceira colocação, e a homenagem se estende agora a quatro nomes. São dois vilões, uma heroína e um mocinho apaixonante. Vamos relembrá-los? Vários autores deixaram depoimentos para esses seres tão marcantes e inesquecíveis.

 

MAZINHO, de Gato Preto

 

Foi o campeão absoluto na votação, com mais de 60%. Nem a autora, Cristina Ravela, acreditava que ele tivesse tanto carisma no coração dos leitores e que fosse tão popular quanto Avelino, irmão mais velho e o chefão da bandidagem na série.

Mazinho variava entre um ser manipulador e um bandidinho impulsivo e estúpido, daquele que resolve tudo no “teco”. Queria tomar o poder e o dinheiro de Avelino a todo custo, com a ajuda de Alessandro. Protagonizou algumas das melhores tiradas de Gato Preto e foi um dos mais humanos e críveis. Graças a isso, foi premiado diversas vezes no Mundo Virtual.

Ravela contou como foi criar o tão rico personagem “interpretado” por Oswaldo Mil:

Mazinho foi pensado desde o início para ser aquele cúmplice que faz as coisas a pedido do vilão, mas só faz merda. Quase todo vilão tem um cúmplice que segue um desses clichês: mata o vilão para se dar bem; faz merda e complica o vilão; mata o vilão para defender alguém; e é morto pelo vilão.
Mazinho é o que faz merda, um típico malandro que só quer se dar bem e não pensa nas consequências. Ele é a personificação da misoginia na minissérie, e de como sua atitude influenciou seu sobrinho Alessandro. Sobre sucesso, to impactada pelo número de votos. Achava que o Avelino tinha feito mais sucesso, enfim. Agradeço ao povo que votou
.

 

Melqui Rodrigues também falou dele:

Aff, um ranço sem reservas. O Avelino a gente ainda amava odiar, o Mazinho não dá, ranço eterno desse ser.

 

CARMEN SANCHEZ, de En Las Cercanías de Alcatraz

 

Uma estranha onda de assassinatos vem a ocorrer em Alcatraz. Carmen, a principal detetive da região, prende o serial killer João Acácio. Porém, ele consegue fugir do presídio durante uma rebelião e passa a persegui-la por toda a temporada. Enquanto protege a si mesma e às pessoas queridas, a heroína investiga os intrigantes fatos do passado daquele homem solitário e obscuro e se envolve em situações de tirar o fôlego.

Marcos Vinicius, o autor, conta sobre a construção dela:

“Carmen Sanchez é uma das minhas personagens femininas favoritas. Mulher de uma personalidade forte, com uma vida pregressa conturbada e problemas que a tornam “normal” como qualquer um. Estou desenvolvendo um desfecho para sua história, algo que, com certeza, vai mexer muito com os fãs da trama. Carmen Sanchez foi, é e sempre será a “mulher ideal”, determinada e aguerrida para enfrentar as adversidades deste mundo.
Devo agradecer muito ao autor Melqui Rodrigues, pois foi através de uma história dele, de um grande personagem misterioso de uma trama dele, que eu tive a feliz ideia de construir En las Cercanías de Alcatraz e, consequentemente, o desenvolvimento de Carmen Sanchez. Pensei em toda a história e vi que precisaria de uma personagem que me desse bagagem suficiente para carregar a trama adiante. E assim nasceu Carmen Sanchez. Vejo seu sucesso como consequência de toda a sua personalidade e do seu envolvimento com cada passo da história.”

 

Outros autores também comentaram sobre ela:

Uma mulher forte que na minha opinião fez papel de trouxa no final da segunda temporada, ela tava com a faca e o queijo na mão e perdeu tudo por causa de macho escroto opressor. Espero que ela dê a volta por cima na terceira temporada. (Melqui Rodrigues)

Sabe quando você pensa que a sua vida não pode mudar e do nada ela vira de ponta a cabeça? Pois, é meu amigo, ela pode mudar sim e tem uma personagem que sabe muito bem disso. Essa personagem viu sua vida mudar da água pro vinho, do açúcar pro sal, do óleo pro azeite, diversas vezes. Em todos os setores de sua vida, ido do profissional ao pessoal, tudo se tornou um turbilhão de coisas. Se fosse uma personagem fraca, teria sucumbindo na primeira temporada.
Mas vem cá, mudanças não são bem-vindas? Às vezes, sim. Elas nos tornam melhores de alguma forma, no entanto, é necessário ter garra e força para continuar seguindo em frente, algo que Carmen Sanchez tem de sobra. E aliás, personagens femininas fortes e determinadas, é especialidade do autor, diga-se de passagem. Mas Carmen apresenta o seu diferencial. Ela é perspicaz, inteligente, corajosa e surpreendente. Fazer o que fez, agir como agiu, se tornar o que se tornou, tem que ser muito “linha dura” pra suportar.
Aguardo ansiosamente o autor anunciar a próxima temporada, pra acompanhar quais mudanças virão pra vida da Carmen, em um novo arco que se aproxima. Até lá, deixo aqui minhas considerações.
(Anderson Silva)

 

KADU, de Eu, Kadu

 

20 de maio de 2018. Nascia para o mundo o personagem mais famoso e amado escrito por Francisco Siqueira, pelo menos até hoje. Em pouco tempo, Kadu já tinha até uma madrinha — Isa Miranda. Não à toa, a série dividia com Incognoscível a primeira colocação na audiência em todas as semanas de exibição. Por vezes, até acima das novelas.

Kadu é um adolescente como outro qualquer, em altas descobertas sobre si mesmo e sobre sua sexualidade. Tudo fica mais intenso ao conhecer o colega de escola, Matheus, e se descobrir a fim dele. Além de enrrar em dúvida quanto à possibilidade de se declarar e à possível reação da mãe, a aristocrática e dominadora Marcela, ainda teve que ajudar Brenda a conquistar o bonitão.

Francisco conta mais sobre seu “filho” literário interpretado por Thimotée Chalamet:

Atualmente está em voga ser gay”. Esse foi o ponto de partida para “Eu, Kadu”. Contudo, o caminho a ser percorrido a partir daí — de forma proposital — foi o de mostrar o outro lado da moeda. Revelar que nem todos os adolescentes se sentem à vontade em expor sua (homos)sexualidade, muitas das vezes de maneira exacerbada e sem saber ao certo o que quer provar.
A respeito da repercussão do personagem, devo à identificação de muitos que enxergam em Kadu as mesmas questões que permeiam suas vidas e/ou a de alguém próximo. Fico extremamente feliz com esse alcance. E também por constatar que um texto apoiado 100% em uma narrativa intrínseca e sem grandes plot twists, possa, também, ter o seu lugar ao sol no Panteão das tramas do MV.

 

Outros autores também deixaram depoimentos:

Eu tenho que dizer que Kadu é uma obra que todo adolescente deveria ler, independente de sua sexualidade. É sensível e toca em problemas típicos dessa fase de descobertas e que tudo se torna enorme e complicado. Kadu me faz lembrar o tempo de escola, dos amores juvenis e, em simultâneo, questionar a postura de pais, adultos e responsáveis que focados em seus próprios problemas esquecem dos jovens que precisam de uma palavra ou mesmo atenção.
Eu, Kadu é sensível e fala de forma clara sobre a sexualidade sem didatismo. Encanto-me com essa narrativa sempre que releio. Já li duas vezes! Parabéns a Francisco Siqueira, sou fã de sua visão e narrativa literária. Maestral das palavras e dominador da arte de contar histórias.
(Isa Miranda, a madrinha)

Um sonho, né, gente? Se bobear o personagem mais amado de todo o MV. Até os haters do Francisco precisam reconhecer isso. (Melqui Rodrigues)

Kadu está em muitos lugares do mundo real. Personagem de uma personalidade ímpar e que cativa o leitor e conquista o público de maneira extraordinária. Sua performance nesta obra é magnífica e o seu desenvolvimento atravessa patamares inigualáveis. Será para sempre lembrado no MV. (Marcos Vinicius)

Apesar de não ter acompanhado todos os episódios de Kadu, é impossível não lembrar do personagem e como ele foi construído com zelo pelo autor. Arrisco a dizer, inclusive, que tivemos mais histórias LGBTQIA+ depois desse sucesso, porque as pessoas se sentem mais à vontade para escrever histórias com profundo caráter emocional, tendo o tema LGBTQIA+ no centro da trama, quando vê autores fazendo isso de forma séria e responsável. É isso, pessoas. (Cristina Ravela)

Kadu é um personagem importantíssimo na história do MV. Não me recordo de outro personagem LGBTQI+ tão bem construído quanto ele, pelo menos antes dele nunca houve algo parecido. O Francisco Siqueira é muito hábil na construção de personagens, ele consegue imprimir um carisma único e uma identidade para cada um, inclusive não consigo olhar para o Thimotée sem me lembrar de imediato do Kadu. Me marcou muito! (Samuel Brito)

 

SOLANGE, de O Leão

 

20 dias antes de Kadu, nascia na selva humana esta hiena destemida e capaz de enfrentar e de matar qualquer espécie, até mesmo um leão. Em nome da ambição, ela fazia tudo que estivesse a seu alcance: esvaziar contas bancárias com ajuda de um hacker, pôr a culpa no noivo e causar a morte dele, dar o golpe do baú e o da barriga em cima de uma família rica, destruir lares, eliminar quem cruzasse seu caminho e usar muitos amantes. Envolveu-se até mesmo com o pai do noivo, justamente o “rei leão”, que veio para se vingar dela. Fingida, vulgar e fria.

Coloquei nela toda a maldade que poderia surgir de uma vilã de novela, tentando equilibrar o mistério de uma malvada brasileira com os exageros de uma mexicana, com a figura de Grazzi Massafera. Agradeço de coração àqueles que acreditaram na trajetória da co-protagonista da minha primeira novela.

 

Sim, tem depoimentos sobre ela:

A Solange é um tipo de vilã que eu adoro, aquela que não tem limites para conseguir o que quer. É ordinária, ambiciosa e teve o final que merecia. Uma personagem muito bem construída. (Débora Costa)

Solange se tornou uma vilã icônica no MV. Má, sem qualquer sombra de dúvida, e dentre o seu “pacote de sordidez” não podemos deixar de citar: dissimulada, ambiciosa e preconceituosa; porém, ainda que mergulhada em armadilhas e trapaças, transformando a vida dos que cruzam o seu caminho num verdadeiro inferno, é cheia de carisma, como uma eximia antagonista precisa ser.
Acredito piamente que Odete Roitman, Maria de Fátima, Nazaré Tedesco, Lady Macbeth, Milady de Winter, Marquesa de Merteuil e tantas outras “fofas” que abrilhantam o firmamento vilanesco, se orgulham de ter Solange — e seu itinerário tenebroso — como companheira.
Aproveito a oportunidade para ofertar à Solange uma citação da autora de “Objetos cortantes”, Gillian Flynn: “já me cansei das heroínas determinadas, das corajosas vítimas de estupro e das fashionistas à procura de autoconhecimento. As mulheres passaram tantos anos lutando por direitos que não sobrou espaço para reconhecer nosso lado obscuro. Lados obscuros são importantes. Eles devem ser cultivados como repugnantes orquídeas negras”.
(Francisco Siqueira)

Uma megera! Mas o pior é que amamos odiar essa mulher, é tipo a Paola Bracho, Soraya Montenegro ou Nazaré Tedesco. Odiamos elas? Sim! Mas também nós a amamos? Sim também, então Solange não fica por fora. (Melqui Rodrigues)

Solange é uma daquelas vilãs que todo leitor de novelas ama, mesmo sendo uma personagem cruel e ardilosa. Com direito a muitas maldades e algumas tiradas que chegam a nos arrancar risos de tão sem papas na língua, Solange chama todas as atenções e movimenta a trama. E ainda tem um final impressionante e à altura da vilã. Ela rouba a cena em “O Leão”! (Tales Dias)

 

Quais desses personagens te marcaram mais e por quê? Deixe suas impressões aí embaixo nos comentários e participe do nosso querido Backstage. Pode sugerir outros personagens para as próximas edições de A Cyber Que Amamos.

 


 

Gostaria de agradecer a participação e ao carinho de vocês que trouxeram os depoimentos sobre o programa. Agradeço também a participação do Diogo e da Selma, representantes da Casa dos Autores, e já os convido para publicarem suas histórias aqui na Widcyber e fazerem parte desta grande família virtual. E também a todos que leem o Backstage. É pra vocês e por vocês que faço as edições com carinho. É por mim também, porque adoro fazer parte da Widcyber e de contribuir, nem que seja um pouquinho, para o Mundo Virtual.

 

O Cyber Backstage 100 fica por aqui, mas na próxima semana tem mais. Aliás, em novo horário: ao meio-dia, junto com o Observatório da Escrita. Um abração!

Atenção: A Widcyber tem a autorização do autor para publicar este conteúdo.

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