Olá, leitor! Olá, leitora! Olá, leitore! O Cyber Backstage está no ar e traz entrevistas especiais em clima de Casa dos Autores. Vamos lá!

 


 

 

A Casa dos Autores terminou na última segunda-feira (16), com a vitória de Douglas Aganetti após um pouco mais de um mês de competição. Aproveitei para fazer umas perguntas para os três primeiros colocados e também para o apresentador, Tales Dias. Veja só o que eles reponderam:

 

ALLAN FERNANDES
3º colocado

1) O que fez você se inscrever para a Casa dos Autores? Como você soube do reality?
ALLAN: Eu já conhecia o reality e sempre tive curiosidade para participar e saber mais como tudo lá dentro funcionava.

2) Que experiências e lições você tira da participação no programa?
ALLAN: Participar de um reality virtual foi uma experiência única. Tive grandes lições que serviram de aprendizado pra mim como escritor. Críticas construtivas, amava receber sobre os textos na hora de alguma prova e conselhos de outros bons autores ali, fez uma diferença.

3) Qual foi a prova que você considerou a mais divertida e qual foi a mais difícil?
ALLAN: Acho que a mais divertida foi justamente a que tínhamos em que criar uma sinopse em dupla, ainda era o início do programa, e valeu a pena ter conhecido a escrita do Leonardo com quem realizei a prova. Naquela semana, estava com um curto tempo e ele realizou tudo de forma bem bacana. A mais difícil sem dúvidas foi uma em que tínhamos que tratar de escrever um conto de terror. Eles geralmente precisam ser escritos muito bem elaborados. Não é tão fácil quanto parece, ainda que eu goste.

4) Como foi a convivência com o Tales e com os colegas? Com quem você teve mais afinidade e com quem teve menos?
ALLAN: Adorei conhecer o Tales sempre foi muito atencioso e comandou bem o programa. João Paulo certamente foi quem eu tive menos afinidade. Pensei em procurar depois de uma discussão no início… mas não segui adiante. Foi bom por um lado. Douglas, César e o Leonardo, acho que eram os que eu mais tinha afinidade e até conversava mais.

5) O que você pensa sobre as desistências dos colegas em meio ao programa, como foi o caso do Leonardo Lima, do Nathan Freitas e da Luna Araújo, por não concordarem com algumas circunstâncias no programa?
ALLAN: Queria entender também pra poder formatar algum argumento em cima da situação. Não soube de nenhum motivo dos casos.

6) Conte um pouco sobre os próximos projetos.
ALLAN: Até o final do ano finalizo um projeto de uma minissérie “Drama criminal” intitulada de “Sete Noites de Um Crime” e depois começo a preparar os capítulos iniciais de Paraíso Mulher, uma trama realista que casa bastante com a nossa atualidade, porém com um olhar mais feliz e esperançoso, diferente desse Brasil cinza de 2021… promete emocionar… mas ambas não têm previsão de serem publicadas em nenhuma emissora ainda.

7) Deixe seu recado para os leitores do Cyber Backstage.
ALLAN: Meus querides, obrigado por terem acompanhado a gente até aqui, adorei saber que se divertiram com o programa e ficaram atentos a cada treta da casa (hehehe). Beijos de luz pra todos!

 

CÉSAR PÉSTALOZZI
2º colocado

1) O que fez você se inscrever para a Casa dos Autores? Como você soube do reality?
CÉSAR: Eu amo escrever, então vi no reality a chance de me aperfeiçoar na escrita, de mostrar um pouco do meu talento. Conheci o reality através de um convite feito pelo Tales.

2) Que experiências e lições você tira da participação no programa?
CÉSAR: A melhor das experiências, a melhor das lições. Foi algo incrível e inovador.

3) Qual foi a prova que você considerou a mais divertida e qual foi a mais difícil?
CÉSAR: A prova mais divertida de fato foi a prova final. Durante todo o reality, teve provas que foram excelentes. Só que a última tinha a minha identidade, a maneira que escrevo. A prova mais difícil foi a que eu tive de escrever um conto sobre zumbis. Sou péssimo com conto, tanto que acabei não cumprindo a mesma, que culminou na minha ida para a Figuração.

4) Como foi a convivência com o Tales e com os colegas? Com quem você teve mais afinidade e com quem teve menos?
CÉSAR: O Tales é um gênio, cara incrível que soube conduzir o programa com grande maestria como ninguém, por isso que digo que minha primeira participação em um reality virtual, foi uma experiência inesquecível. Durante o todo jogo fiz várias amizades, mas amigo de verdade, só fiz um, que é o Douglas, cara que teve comigo desde do início, uma pessoa extraordinária, tivemos uma sintonia incrível. Tive menos intimidade com a Selma, tivemos um desentendimento, prefiro não comentar em detalhes, o jogo del- era muito ácido e tóxico.

5) O que você pensa sobre as desistências dos colegas em meio ao programa, como foi o caso do Leonardo Lima e da Luna Araújo, por não concordarem com algumas circunstâncias no programa?
CÉSAR: Prefiro não comentar a respeito. Só acho que eles foram fracos, não possuem maturidade o suficiente para participar de um reality, quando você entra num jogo é pra jogar independente das circunstâncias.

6) Conte um pouco sobre os próximos projetos.
CÉSAR: A única coisa que posso adiantar é que estou fechando uma parceria, ainda em negociação, que, num futuro bem próximo, vem muita coisa boa. Aguardem (rsrs).

7) Deixe seu recado para os leitores do Cyber Backstage.
CÉSAR: Olá, Marcelo! Primeiramente gostaria de agradecer pelo convite. Quero dizer que foi uma honra poder participar dessa grande entrevista, enfim. Gente, a única mensagem aqui é gratidão, gratidão por tudo, muito obrigado de coração. Tem uma frase que levo como uma filosofia de vida, que é: “Perder se for preciso. Desistir jamais.“. Então, pessoal, jamais desista dos seus sonhos, seus objetivos, suas metas, e lembre-se sempre: o sol brilhar para aqueles que persistem em buscá-lo, e não para aqueles que desistem no caminho da trilha. Pois a verdadeira vitória chega para os verdadeiros vencedores. Grande abraço a todos!

 

DOUGLAS AGANETTI
vencedor

1) O que fez você se inscrever para a Casa dos Autores? Como você soube do reality?
DOUGLAS: Então, primeiramente eu fui convidado pelo Tales a me inscrever no reality. Logo, quando fui convidado, me interessei bastante, pois amo reality, e misturar um jogo com algo que eu amo fazer que é escrever eu achei incrível.

2) Que experiências e lições você tira da participação no programa?
DOUGLAS: Aprendi demais com esse reality e com os participantes. Acho que tive a oportunidade de sair um pouco da minha zona de conforto e escrever e coisas que eu não escreveria normalmente, bem como usar métodos que eu jamais usaria normalmente. Resumindo, a minha participação foi muito mais que um simples fato de escrever e competir, foi algo que me levou a um outro patamar de visão pra criação de novas histórias.

3) Logo na primeira semana, você ganhou o Protagonismo após mostrar a sinopse de Positanga. Como surgiu a ideia dessa trama? Pensa em um dia desenvolvê-la e exibi-la no Mundo Virtual?
DOUGLAS: Para minha surpresa, ganhei a primeira prova. Como eu disse na minha inscrição pro jogo, eu estou há muito tempo sem escrever e sem criar nenhuma história. Tentei retornar em 2016, mas não foi pra frente. Positanga é um termo que utilizo muito no serviço, e, no dia que eu tava escrevendo, só vinha esse termo na mente e, como queria inovar e chamar a atenção pelo título, optei por adaptar o termo e adotar como título da minha sinopse. Quanto ao desenvolvimento da história, foi algo muito aleatório. Gosto muito de ir escrevendo e jogando todas as minhas ideias no texto, sempre me deixando com enormes dúvidas, e depois volto colocando cada coisa em seu devido lugar. Considero que Positanga foi uma sinopse que ganhei de algum ser divino pois, em dois dias, escrevi sem ter dúvidas do que eu queria entregar.

4) Qual foi a prova que você considerou a mais divertida? E a mais difícil?
DOUGLAS: A prova de que mais gostei e que não foi fácil foi a escrita do conto “Em Busca da Felicidade”, pois escrever mediante a visão de um personagem que não tem nada a ver comigo foi desafiador e prazeroso. Eu sentia tudo o que o personagem sentia.. A mais difícil de todas foi a prova dos anos 50, principalmente porque eu não conhecia nada da época. Nada me remetia a uma história que pudesse cativar os jurados. Precisei pesquisar bastante para tentar entregar algo.

5) Como foi a atuação em parceria com Oswaldo Sthel durante uma das provas? O que você vê nele de mãos positivo e em que pontos acredita que ele possa e precise se aprimorar?
DOUGLAS: Quanto à parceria do o Oswaldo, ela começou errada desde o início. Escolhi ele como dupla achando ser um outro jogador. Durante a escrita, não trocamos ideias. Simplesmente ele me entregou algo faltando pouco pro fim da prova e, na medida do possível, precisei consertar algumas coisas, senão a catástrofe seria maior do que foi…
Acho o Oswaldo um autor com muito talento, consegue absorver qualquer tema proposto, porém é afobado, não planeja o que precisa ser escrito e acaba se perdendo em suas ideias.

6) Com qual dos colegas você teve mais afinidade? E com quem teve menos? Por quê?
DOUGLAS: Sem dúvidas, com quem eu tive mais contato e afinidade foi o César. Ele foi meu parceiro durante quase todo o jogo. Sempre trocávamos ideias sobre os temas e sobre o que cada um iria escrever… Me considero um cara que teve um bom relacionamento com todos. Bom, eu conversei com todo mundo menos com Nathan, que foi o primeiro a desistir do jogo.

7) Qual foi a sensação de ser o vencedor da Casa dos Autores com quase 90% dos votos em plena final?
DOUGLAS: A sensação foi a melhor de todas. Conseguir superar meu bloqueio com a escrita devido ao tempo que fiquei parado, então essa vitória foi muito significante pra mim… algo que não dá pra mensurar.

8) Conte um pouco sobre os próximos projetos como autor.
DOUGLAS: Tenho alguns projetos que estão arquivados há algum tempo. O primeiro é sobre a última sinopse que apresentei: “Quatro Semanas de Amor”. Há um bom tempo que sonho com essa história. Ela tem um lado que me instiga a escrever, que é a parte mais picante (um lado mais caliente e sexual). E um outro projeto seria uma outra novela, só que teen, aos moldes de Malhação, do qual eu escreveria uma primeira temporada e que outros autores dessem continuidade escrevendo outras temporadas…

9) O que pensa sobre as desistências que ocorreram no decorrer do programa, como a de Nathan Freitas?
DOUGLAS: Minha opinião é apenas uma… Acho um desrespeito com o apresentador, com os participantes e principalmente com o público. Se não aguenta participar ou se não tem comprometimento, o mais bonito é não aceitar o convite e muito menos se inscrever pra qualquer tipo de jogo.

10) Se o prêmio da Casa dos Autores fosse o direito de adaptar uma série e uma novela do Mundo Virtual, de qualquer autor, quais você escolheria e por quê?
DOUGLAS: Então, pergunta difícil essa! Não tenho em mente nenhuma que eu adaptaria. Sei que gosto bastante de “Insensatez” da Débora Costa, que é uma autora que admiro muito, e “Flashback” do Marcelo Delpkin, que é outro grande autor. Tem uma outra que me chama muito a atenção na forma da escrita. Não sei dizer o que mais me cativa, mas ela é “Dias de Dezembro”.

11) Deixe seu recado para os leitores do Cyber Backstage.
DOUGLAS: Gostaria primeiramente e agradecer o convite de estar aqui com você, Marcelo. E de agradecer ao público por me fazer campeão da Casa dos Autores, que é um reality sensacional e que, diferente de mim (que não acreditava em nada do meu potencial), que todos possam acreditar mais em si mesmos. Todos somos capazes de chegar aonde queremos chegar.

 

TALES DIAS
apresentador

1) Como surgiu a ideia de criar um reality sobre dramaturgia e implantar na Widcyber?
TALES: Confesso que sempre tenho ideias pro MV, é um mundo que desperta minha vontade de criar, não apenas na dramaturgia. Queria ter tempo pra desenvolver todas! A Casa dos Autores foi inspirada na dinâmica do BBB. Durante a exibição do reality na Globo me veio a vontade de fazer um formato parecido, com as provas envolvendo a escrita.

2) Como foi o processo de produção até entrar no ar?
TALES: Foi bem rápido. Talvez até rápido demais. Assim que desenvolvi a ideia, enviei pra avaliação e o projeto foi aprovado. Abrimos as inscrições e a maioria dos autores foi convidada. Aliás, foi uma tarefa bem difícil fechar o elenco de participantes. Acredito que com mais tempo e poderia planejar melhor o desenvolvimento do programa e evitar alguns erros desta primeira temporada. Só que o tempo é sempre algo que falta, devido aos compromissos que temos fora do MV. Mas acredito que no final, o saldo foi bem positivo!

3) Você comentou uma vez que a Casa dos Autores exigia mais disponibilidade de tempo do que uma webnovela. Quais foram as partes mais divertidas e os maiores desafios de colocar esse projeto no ar?
TALES: O reality exige mais tempo só que num período do curto. Foram dois meses, iniciando com as inscrições e depois com o a competição de fato. Mas foram dois meses intensos, e de muita responsabilidade para cumprir horários com as dinâmicas da competição. Uma novela, enquanto não está no ar, a gente pode desenvolver ela com calma durante vários meses… A parte mais divertida foi a interação com os autores, conferir a produção deles para as provas e a convivência deles no grupo. E o maior desafio, com certeza, foi ter que fazer alterações nas dinâmicas devido as desistências e não entrega de prova de alguns autores.

4) O que pensa das desistências de participantes que ocorreram e como elas afetaram a condução do programa?
TALES: Sobre a decisão dos autores que desistiram, não posso nem questionar… Achei que as motivações de alguns foram difíceis de entender, mas não eu não poderia interferir na vontade deles. Mas que afetou, afetou muito. Como disse acima, tive que mudar algumas dinâmicas e na minha visão, as desistências tiram um pouco da credibilidade do programa. Foram situações desanimadoras…

5) Como você analisa o fato de participantes terem questionado, por várias vezes, as críticas e as escolhas dos jurados, a ponto de saírem discussões entre os próprios concorrentes?
TALES: Foi um fato motivador de desistência também… O caso mais direto foi com Kax Silva, que entrou no grupo e falou diretamente com os autores. Porém ele contornou muito bem a situação e deu conselhos e orientações muito pertinentes sobre a prova e sobre a estrutura de cenas em roteiro. O chato foi o atrito entre Leonardo e João Paulo ter se intensificado depois dessa situação. No início era até “normal”, afinal, que reality não tem um desentendimento? Mas a discussão ficou exagerada e confesso que ela nem foi ao ar completamente.

6) A Casa dos Autores foi campeã de audiência por várias semanas, dividindo a liderança com a série Lembranças de Nós Dois, de Isa Miranda. Como você analisa o sucesso do reality? Esperava tamanha repercussão?
TALES: Confesso que esperava uma boa repercussão já que realities são muito bem aceitos no MV, mas não imaginada índices tão altos. Só tenho a agradecer!

7) Conte um pouco sobre os próximos projetos.
TALES: Bom, estou com duas novelas em produção, sendo uma delas, em parceria com o Ramon Silva e que deve estrear esse ano ainda. Sobre uma próxima temporada da Casa dos Autores, ainda não tenho certeza…

8) Deixe seu recado para os leitores do Cyber Backstage.
TALES: Quero agradecer a todos os leitores do Backstage que acompanharam essa temporada de Casa dos Autores, foi uma ótima experiência! Obrigado, Marcelo, pelo espaço aqui no programa e até a próxima!

 

Muito obrigado pela participação de vocês e parabéns pelo programa. Que venha muito sucesso na vida de vocês, além de muitas histórias daqui pra frente.

P.S.: fico contente pela citação do Douglas ao meu filhote “Flashback”.

 


 

 

Nas duas últimas semanas, deixei uma enquete perguntando aos leitores do que eles mais gostam e menos gostam no Mundo Virtual. Seguem as respostas:

 

 

A edição do A Cyber que Amamos não será postada hoje, conforme anunciado, e ficará para a volta do Backstage após o hiatus. Peço desculpas pelo imprevisto.

 


O Cyber Backstage fica por aqui e retorna no segundo semestre de outubro. O Observatório da Escrita segue normalmente.

Tenha uma ótima semana com muita leitura. Um abraço!

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