Destiinos Cruzados
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DESTINOS CRUZADOS

NOVELA DE:

UELITON ABREU

ESCRITA POR:

UELITON ABREU

SUPERVISÃO DE TEXTOS:

MARCELO DELPKIN

DIREÇÃO DE NÚCLEO:

ANDERSON SILVA

CENA. 1. APTO DE HUGO. SALA. INT. DIA 

CONTINUAÇÃO DA ÚLTIMA CENA 

CÉSAR                 (RI, NERVOSO) isso é piada, não é?  

LÍDIA                   confesso que quando ela me contou, também achei que fosse, mas não, é a pura realidade!

CÉSAR                 que porra é essa? Eu gosto de homem, caralho! Como que eu posso ter… comido…? Eca! Que nojo! 

LÍDIA                   em sã consciência, não, mas bêbado sim. Lembra daquela noite do baile na gaiola, que nós bebemos muito? 

CÉSAR                 lembro, mas pouca coisa…

LÍDIA                   pois foi nessa noite que vocês ficaram, os dois bêbados, mal sabiam o que estavam fazendo. Notei que vocês haviam sumido! Logo, constatei essa possibilidade. Tempos depois ela descobriu estar grávida 

CÉSAR                 vagabunda! Se aproveitou da minha inocência! 

LÍDIA                   é, mas o senhor também fez, não se exima da culpa! 

CÉSAR                 fiz, mas bêbado, porque em sã consciência isso nunca teria acontecido! Nunca! 

LÍDIA                   essa e a realidade dos fatos!

CÉSAR                 que horror! Eu, pai? Eu devo ter pecado muito na minha vida passada, só pode! Eu, hein!

LÍDIA                   vai ver foi… 

CÉSAR                 juro que nunca mais ponho uma gota de álcool na boca

LÍDIDA               é melhor mesmo, porque bêbado, cê costuma jogar no campo certo! (RI) Haha!

CÉSAR                 idiota! Agora falando sério: isso aqui morre aqui. Beleza? Ninguém pode saber disso, ninguém. Principalmente o Lobo, está ouvindo?

LÍDIA                   ok. Eu não vou contar nada! Mas e aí? O que você pretende fazer em relação a sua filha? 

CÉSAR                 nada! Eu não quero filha! Odeio crianças. Que fique lá com o pai que a criou!

LÍDIA                   tudo bem. Se você diz…

CÉSAR                 agora deixa eu ir, que tenho que visitar uma amiga!

LÍDIA                   (BRINCA, RINDO) cuidado, hein! Vê se não toma algo que contenha álcool, pois corre o risco dessa sua “amiga” engravidar! 

CÉSAR                 (FAZ RISINHO) sem graça! Tchau! 

CÉSAR VAI EMBORA. LÍDIA CONTINUA A RIR

CORTE PARA 

CENA. 2. CASA DE SAMUEL. INT. DIA

ABRE EM ROSA 

ROSA                   por favor, queiram entrar! 

BRUNO ADENTRA EMPURRANDO CAIO EM SUA CADEIRA DE RODAS. SAMUEL A ESPERA DE UMA EXPLICAÇÃO DE ROSA 

SAMUEL             que história é essa, mãe? O Caio é seu filho? Esse cara? Era ele que vivia a me insultar na faculdade! 

ROSA                   calma, filho! Eu vou explicar

SAMUEL             estou calmo. Só estou surpreso, né, com essa informação… 

CAIO                    eu também estou se te serve de consolo! 

BRUNO               Caio, por favor, não comece 

ROSA                   desculpa. Vocês querem beber algo? 

BRUNO               não. Obrigado! 

CAIO                    eu aceito uma água, por favor! 

ROSA                   claro. Eu vou buscar na cozinha, já volto 

ROSA SAI PRA COZINA 

SAMUEL             vem cá, Bruno, você sabia dessa história? 

BRUNO               não, amigo, só vim trazer ele aqui! Mas ela vai te contar quando voltar 

SAMUEL             uhm. E vocês dois? Vocês…?

CAIO                    não! Ele só veio me trazer, apenas. Isso não quer dizer nada!

ROSA VOLTA DA COZINHA COM A ÁGUA DE CAIO, QUE RECEBE DELA E TOMA.

ROSA                   bom, o Caio é sim meu filho, Samu. Eu trabalhava na casa do pai dele, o senhor Átila, um homem bom, que me ajudou quando eu mais precisava, nesse tempo ele namorava a cobra da Safira, com todo respeito, Caio, mas ela era uma cobra. Sempre me destratou, ela se achava superior a todos em sua volta. Eu e seu pai, tivemos um lance, e desse lance, eu acabei engravidando de você. Safira descobriu tudo, armou maior escândalo, me humilhou em frente a toda a família. E como se não bastasse a humilhação, ela armou contra mim, pôs uma joia sua em minhas coisas e fez com que eu fosse a culpada. Fui escorraçada daquela casa, como se fosse um animal qualquer… doeu muito tudo aquilo: a humilhação, calúnias… tudo 

SAMUEL             essa mulher é um monstro! Que horror! 

CAIO                    você não imagina o quanto! Ela é louca! 

ROSA                   mais tarde, eu acabei dando à luz a você Caio, foi o dia mais feliz da minha vida, só que… aquela vadia, foi disfarçada de enfermeira até a ala onde ficam os bebês e te levou de mim. Sumiu do mapa! Eu fui atrás, só que foi tudo em vão. Ela arquitetou tudo. Quando fui até a mansão, vocês já não moravam mais lá, já haviam mudado de cidade. (EMOCIONADA) Só quem é mãe consegue imaginar o quão ruim é a dor de se perder um filho, é como se um pedaço da gente fosse arrancado, sabe? 

SAMUEL             (ABRAÇA-A) oh, minha mãe! 

CAIO                    sinto muito, Rosa, pelas barbaridades que a Safira fez com você!

ROSA                   não sinta! Você não tem culpa de nada. A única responsável por tudo isso foi ela! 

SAMUEL             verdade. Ela que foi a causadora de tudo isso 

CAIO                    e, Samuel, eu… eu quero te pedir desculpas, do fundo do meu coração, por todos os momentos que eu te importunei, de verdade 

SAMUEL             ok. Eu te desculpo. Até porque agora, nós somos irmãos, né? Temos que viver em perfeita harmonia. Posso te dá um abraço?

CAIO                    claro, irmão! 

SAMUEL VAI ATÉ ELE E O ABRAÇA FORTE

ROSA                   (EMOCIONADA) como é bom ver meus dois meninos juntos, meu Deus, muito obrigada! 

BRUNO               isso, chore de alegria! –

SAMUEL             e o que houve? Por que você está nessa cadeira de rodas? 

CAIO                    um louco me atropelou, e me deixou nesse estado: aleijado! 

ROSA                   ô meu filho…

SAMUEL             sinto muito! 

CAIO                    acontece… vai ver, essa é a minha penitência por ter feito tanto mal às pessoas 

SAMUEL             que isso! logo, logo, tu volta a andar, cara. Relaxa!

CAIO                    não, eu não vou. O médico disse que nunca mais eu vou poder andar!

BRUNO               mas eu já disse que eu quero ser tuas pernas, basta você aceitar…

SAMUEL             que lindo, Bruno. Olhe, Caio. Valorize, viu, porque homens assim, são poucos 

CAIO                    bem. Vou ter que ir, pois mais tarde tenho sessão de fisioterapia lá em casa. A gente se fala depois, tá?

ROSA                   claro, filho. Vá com Deus!

CAIO                    amém 

SAMUEL             cuidem-se. Tchau-tchau! 

BRUNO               tchau, pra vocês! 

BRUNO SAI EMPURRANDO CAIO. ROSA E SAMUEL OS OBSERVAM IREM EMBORA 

SAMUEL             tadinho, né? Tão novo…

ROSA                   pois é, que Deus o conforte… meu menininho 

CORTE PARA

CENA. 3. AEROPORTO GALEÃO. INT. DIA 

JUNIOR VINDO DO DESEMBARQUE. ÁTILA A SUA ESPERA. JUNIOR LARGA A MALA E CORRE PRA ABRAÇAR O PAI

JUNIOR               e aí, paizão? Senti saudades tuas! Como tu estás? 

ÁTILA                  bem, graças a Deus! E contigo?

JUNIOR               estou bem, também! 

ÁTILA                  vamos? 

JUNIRO               vamos. Deixa-me só buscar minha malinha! Ops. Vamos!

E VÃO INDO RUMO À SAÍDA

CORTE PARA

CENA. 4. MANSÃO. SALA. INT. DIA 

SAFIRA A ESPERA DE JUNIOR. ÁTILA E JUNIOR CHEGAM DA RUA 

SAFIRA               (ABRAÇO, BEIJINHO) filho! 

JUNIOR               então, mãe! E o Caio, onde estás? 

SAFIRA               não sei. Quero saber de você… vem cá, como foi a viagem? 

JUNIOR               foi tudo bem…

ÁTILA                  seu irmão deve estar no quarto. Vai lá vê-lo! 

JUNIOR               ah, vou sim. Minha mãe, depois conversamos, tá? Beijinhos! 

SOBE AS ESCADAS CORRENDO

SAFIRA               (RESMUNGA) beijos. Idiota…

ÁTILA                  vou subir e levar essas malas…

ÁTILA SAI COM A MALA DE JUNIOR RUMO AS ESCADAS

SAFIRA               vai, vai. Inútil! 

CORTE PARA

CENA. 5. MANSÃO. QUARTO DE CAIO. INT. DIA

CAIO E SEU FISIOTERAPEUTA. JUNIOR ENTRA TODO SORRIDENTE 

JUNIOR               olá, irmãozinho! 

CAIO                    Junior?! Cara, que bom te ver! Vem cá, me dá um abraço!

JUNIOR VAI ATÉ ELE QUE ESTÁ EM SUA CADEIRA DE RODAS, O ABRAÇA FORTE

JUNIOR               fiquei a saber do teu acidente, mano. Sinto muito! 

CAIO                    faz parte… e me conta, veio de vez, pra ficar?

JUNIOR               gostaria, mas não, só vim de férias mesmo. E este gajo quem é? 

CAIO                    esse é o Patrick, meu fisioterapeuta!

JUNIOR               ah, bom. Prazer. Junior! 

PATRICK            prazer! 

JUNIOR               vou deixá-los a sós. Estou a precisar de um banho. Falamo-nos depois. Com licença! (SAI) 

CAIO                    tá

PATRICK            simpático seu irmão!

CAIO                    isso ele é mesmo, um amor!

PATRICK            podemos iniciar nossa sessão de fisio? 

CAIO                    claro. Mas antes, posso te fazer uma pergunta? 

PATRICK SENTA À BEIRA DA CAMA

PATRICK            claro!

CAIO SEM JEITO PRA FALAR

CAIO                    é que assim… desde que eu fiz a cirurgia, eu… eu fico tentando e… não acontece, entendeu?

PATRICK            a famosa pergunta: ereção! É isso? 

CAIO                    é. Eu vou conseguir transar com alguém ainda? 

PATRICK            vou te explicar de uma forma simples e resumida, tá certo?

CAIO                    tá

PATRICK            tua vida sexual continuará normalmente, porém com estimulo diferente

CAIO                    ou seja, mais dificuldade, né?

PATRICK            dificuldade que você pode vencer!

CAIO                    ah, tá bom… 

PATRUCK          você não está sozinho nessa, Caio. Você tem sua família: seu pai, sua mãe. E outra, eu conheço pessoas que fazem coisas maravilhosas em cadeira de rodas 

CAIO                    ah. Tudo bem! Mas como que elas fazem sexo? É isso que eu quero saber! 

PATRICK            tem mais alguma pergunta? Você tem namorado? 

CAIO                    isso já é outra questão… mais complicada ainda… enfim. Podemos iniciar a sessão já

PATRICK            ok. Vem deixa eu te ajudar… 

CAIO INICIA SUA SESSÃO DE FISIOTERAPIA 

CORTE PARA

CENA. 6. APART DE PEDRO. QUARTO. INT. DIA 

PEDRO DIANTE DO COMPUTADOR. DIGITA UM DOCUMENTO. PARA DE ESCREVER UM POUCO. LEMBRA-SE DE SAMUEL

FUSÃO PARA 

CENA. 7. FLASH-BACK RÁPIDO: APART. SALA  

MOMENTO EM QUE PEDRO PUXA E BEIJA SAMUEL 

SAMUEL             (EMPURRA-O) para, para! O que cê tá fazendo? Me respeita, respeita a sua namorada!

PEDRO                vai dizer que não gosta de um proibido? Hum? 

SAMUEL             babaca! 

SAMUEL SAI BATENDO A PORTA. PEDRO RI, MORDE SEU LÁBIO INFERIOR 

FUSÃO PARA 

CENA. 8. APART DE PEDRO. QUARTO. INT. DIA 

ABRE EM PEDRO SORRIDENTE. NATHI ALI NA PORTA. O TIRA DE SEUS DEVANEIOS 

NATHI                 olha ele, está com uma carinha de apaixonado 

PEDRO                quem está com cara de apaixonado aqui, sua doida? 

NATHI                 você! Está todo aí, sorridente. Está pensando no Samuel? 

PEDRO                hã? E por que eu estaria a pensar nele? 

NATHI                 ah, não. Até você vai fazer a egípcia? Eu já sei, tá bom? Que vocês dois estão em Love! Eu vi naquele dia que vocês se beijaram 

PEDRO                ah… viu, é?

NATHI                 uhum. E quero dizer que super aprovo os dois

PEDRO                eu já tenho namorada!

NATHI                 aquela vadia lá pode ser chamada de namorada! Eu, hein! 

PEDRO                eu… (HESITA) nada! Esquece!

NATHI                 ok. Quando quiser falar é só me procurar, lindo. Sou toda ouvidos! Principalmente se for falar do meu casal: #Pedroel 

PEDRO                tá, tá. Agora eu preciso de silêncio, tenho que digitar esse documento aqui, tá? Obrigado 

NATHI                 Tá, de nada! 

NATHI SAI. PEDRO VOLTA A DIGITAR

CORTE PARA 

CENA. 9. STOCK-SHOTS. EXT. DIA 

CENA. 10. MANSÃO. SALA. INT. DIA

ÁTILA VEM DAS ESCADAS. CAMPAINHA TOCA. ELE VAI ATENDER

ÁTILA                  (ABRE A PORTA) olá? O que deseja? 

CÉSAR                 eu sou técnico em computadores, sua esposa me contratou. Ela está? 

ÁTILA                  está, está sim. Pode entrar 

CÉSAR                 (ADENTRA) com licença!

ÁTILA                  toda. (FECHA A PORTA) Bom, ela está no escritório. É só seguir aqui direto, porta á direita 

CÉSAR                 ok. Obrigado, senhor! 

ÁTILA                  disponha!

CÉSAR VAI RUMO AO ESCRITÓRIO 

CORTE PARA 

CENA. 10. MANSÃO. ESC DE SAFIRA. INT. DIA 

CÉSAR ENTRA APÓS BATER. SAFIRA SURPRESA AO VÊ-LO

CÉSAR                 (FECHANDO A PORTA) ora de acertarmos nossas contas! 

SAFIRA LEVANTA-SE RAPIDAMENTE DE SUA CADEIRA, PEGA O TELEFONE…

CÉSAR                 nem pensar, desliga o telefone, senta!

SAFIRA O OBEDECE

SAFIRA               vai embora daqui! (ASSUSTADA) Como tu conseguiu me encontrar? 

CÉSAR                 (SE APROXIMA) não importa, madame! 

SAFIRA               socorro/

CÉSAR                 cala a boca! (DÁ UM SOCO NELA) Achou mesmo que poderia me enfrentar é muita empáfia a sua. Eu te avisei, não foi? Não mexe comigo!

SAFIRA               desgraçado! 

CÉSAR                 agradeço o elogio… 

A MÃO DE SAFIRA ESTÁ SOBRE A MESA, CÉSAR VÊ UMA CANETA EM UM PORTA CANETAS, RAPIDAMENTE PEGA UMA DE PONTA FINA, ENFIA CONTRA A MÃO DELA 

SAFIRA               (GRITO BAIXO) ahhh! 

CÉSAR                 isso é bom mesmo não gritar! Vaca. Eu estou até sendo bonzinho. Eu bem que podia te eliminar aqui e agora, mas não vou fazer não! Quero te ver sofrer, sua piranha! 

SAFIRA               para! Está doendo! 

CÉSAR                 está? Jura? (RISADA) 

CÉSAR PUXA A CANETA QUE ESTAVA CRAVADA NA MÃO DE SAFIRA, A JOGA CONTRA A MESA

SAFIRA               aí, seu louco! Meu Deus! 

CÉSAR                 pronto. Agora pensa bem antes de querer vir me afrontar, viu, cadela da terceira idade! Tchau-tchau! 

CÉSAR SAI. FECHA NA MÃO DE SAFIRA SANGRANDO 

CORTE PARA

CENA. 12. APART DE PEDRO. SALA. INT. DIA

PEDRO SÓ DE SHORTS ABRINDO A PORTA PARA SAMUEL

SAMUEL             (FITA-O, DISFARSANDO) a Nathi taí? 

PEDRO                deu uma saída, mas já deve estar voltando. Quiser esperar…

SAMUEL             ok. Eu espero. (ADENTRA) Com licença! 

PEDRO                (FECHA A PORTA) fica à vontade, veadinho! 

SAMUEL             já falei que eu tenho nome, idiota, e gosto de ser chamado por ele 

PEDRO                (ENCARA) é mesmo? 

SAMUEL             que foi? Vai ficar me encarando? É isso mesmo? 

PEDRO                não…

SAMUEL             então, por favor, com licença! 

PEDRO O PUXA PRA SI, FORTE. COLANDO SEU CORPO AO DELE. FITA SEU OLHOS. HÁ UM CLIMA. AMBOS SE BEIJAM 

CAMPAINHA TOCA 

PEDRO                droga! 

VAI ABRIR A PORTA. LÍDIA JÁ VAI ENTRANDO

LÍDIA                   (SELINHO) olá, meu lindo! 

SAMUEL SENTA-SE NO SOFÁ, AINDA ATÔNITO

PEDRO                Lídia? O que você veio fazer aqui? 

LÍDIA                   tenho uma boa notícia pra te dar

PEDRO                então, você pode dizer

LÍDIA                   na frente dele?

PEDRO                ele só está à espera da Nathi! Pode dizer. Do que se trata a notícia? 

LÍDIA                   ok. Bom. Eu estou grávida, Pedro! 

NATHI                 (O.S) como é que é? 

FECHA NA REAÇÃO DE NATHI RECÉM CHEGADA ALI NA PORTA 

CORTE PARA

CENA.11. MANGUEZAL. EXT. DIA 

CLIMA DE TENSÃO. CÉSAR AVANÇANDO RUMO AO SEU BARRACO 

CORTE RÁPIDO

CENA. 12. BARRACO DE CÉSAR. SALA. INT. DIA 

FABIO PEGANDO UM CARINHA NO SOFÁ. CÉSAR ENTRA E OS FLAGRA 

FABIO                 (ASSUSTADO) César?! Não é nada disso, eu posso explicar!

CLOSE NA SEREIDADE DE CÉSAR

CORTE PARA 

FINAL DO CAPÍTULO

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NAVEGAR

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