Destiinos Cruzados
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DESTINOS CRUZADOS

NOVELA DE

UELITON ABBREU

ESCRITA POR

UELITON ABREU

CENA. 1. BARRACO DE CÉSAR. SALA. INT. DIA 

ABRE EM CÉSAR DIANTE DE FABIO E O OUTRO RAPAZ 

CÉSAR                 a famosa frase clichê: “não é nada disso que você está pensando!” Ah! Me poupa dessa, cara! Eu não sou nenhuma mulher traída, não 

O RAPAZ SE VESTE APRESSADAMENTE, ASSUSTADO 

FABIO                 olha, eu… eu… ele… 

CÉSAR                 nem tenta, Fabio. Você não me deve explicação. Entre mim e você, não existe nada, é apenas sexo, sem compromisso, sem amor! Os dois, vazem daqui! 

FABIO                 é isso mesmo? Tá me mandando ir embora? 

CÉSAR                 sim, é a minha maneira carinhosa de lhe convidar a sair da minha casa! Hum? Vai embora! 

FABIO                 tudo bem. Eu vou. Você deve estar de cabeça quente, vou te deixar pensar 

CÉSAR                 não, eu não estou de cabeça quente, estou pleno, calmo, como um anjo. Some da minha frente, antes que eu dê um tiro no meio dessa tua testa! 

FABIO                 ok. Já entendi. Adeus! 

FABIO SAI ACOMPANHADO PELO RAPAZ

CÉSAR                 imbecis! 

CORTE PARA 

CENA. 2. APART DE PEDRO. SALA. INT. DIA 

NATHI REAGINDO DIANTE DE PEDRO E LÍDIA. SAMUEL À PARTE

NATHI                 que porra é essa, Pedro? Como é que tu me aparece com essa jumenta grávida? Hã? Conhece camisinha mais não? Hein? Responde!

PEDRO                Nathi, assim como você, eu também estou surpreso, tá, não me cobre satisfação, por favor 

NATHI                 ah, não sabe? Vai dizer também que não transou com essa biscate aí?

PEDRO                eu… 

LÍDIA                   querida, por favor, não vamos baixar o nível! 

NATHI                 querida é o caralho! Nem vem de confiança, sua biscate, que eu não te dei abertura para essa intimidade, não!

PEDRO                Nathi, por favor! (A LÍDIA) Você está com quantas semanas?

LÍDIA                   quatro semanas e meia 

PEDRO                ok. Eu… eu vou assumir essa criança, não se preocupe 

NATHI                 isso é sério, Pedro? 

PEDRO                eu fiz, não fiz? Agora arcarei com as consequências!

SAMUEL             só o que faltava…

LÍDIA                   oi, você falou o quê, fofo?

SAMUEL             eu? Nada. Falei nada! 

NATHI                 pois eu não aceito essa quenga aqui em casa!

PEDRO                você não tem que aceitar nada, o filho é meu, o apê também é meu! 

NATHI                 se ela entrar aqui, eu saio na mesma hora 

PEDRO                e vai morar onde? Posso saber? 

NATHI                 não sei. Só sei que no mesmo teto que essa daí, eu não fico. Prefiro viver debaixo da ponte a ter que conviver com essa lambisgoia 

SAMUEL             na minha casa, ela pode ficar lá, sempre que quiser, amiga! Será muito bem-vinda por mim e pela minha mãe

LÍDIA                   gente, por favor, não vim até aqui pra criar intrigas. Poxa, vocês são irmãos. Não briguem. Eu não quero morar aqui, já tenho meu apartamen-
to, só vim mesmo para informa-lo da gravidez, apenas

NATHI                 que ótimo! Obrigada meu Deus! 

PEDRO                ok. Saiba que arcarei com todos os custos do pré e pós natal. Quero acompanhar de perto cada instante dessa gestação 

LÍDIA                   obrigada! Fico muito feliz em saber que não estarei sozinha nessa jornada 

PEDRO                eu também. Afinal, serei papai novamente 

NATHI                 não aguento vê isso, meu pai. Vou pro meu quarto. Você vem, Samu? 

SAMUEL             claro, vou sim. Não quero ser a vela do casal…

SAMUEL E NATHI VÃO PARA O INTERIOR DO CENÁRIO 

LÍDIA                   acho melhor eu ir andando, amor! Fica bem, tá? (BEIJO) Te mando notícias! 

PEDRO                certo. Te levo até a porta! 

VÃO RUMO À PORTA 

LÍDIA                   tchau! 

LÍDIA SAI. PEDRO FECHA A PORTA. ANDA PENSATIVO 

CORTE PARA 

CENA. 3. CONDOMINIO. INT. DIA 

NATHI ALI A ESPERA DE UM ELEVADOR. ACIONA O BOTÃO VÁRIAS VEZES. INSTANTES. CANSADA DE ESPERAR, ELA ENTÃO DECIDE PEGAR AS ESCADAS 

CORTE PARA 

CENA. 4. CONDOMINIO. ESCADARIA. INT. DIA 

NATHI CHEGANDO POR ALI. VÊ A QUANTIDADE DE DEGRAUAS PRA DESCER. HESITA. RESOLVE ENTÃO VOLTAR ATRÁS. E ASSIM QUE SE VIRA PRA VOLTAR, DEPARA-SE COM O FANTASMA DE HUGO A SUA FRENTE. CLIMA DE TENSÃO 

LÍDIA                        Ahhh! 

SONOPLASTIA: EFEITO ECOANTE DO GRITO DELA 

NATHI SE DESEQUILIBRA E CAI ROLANDO ESCADA ABAIXO. SEU CORPO PARA AO CHEGAR NO ÚLTIMO DEGRAU. FECHA EM LÍDIA ALI CAÍDA NO CHÃO, DESACORDADA E COM UM SANGRAMENTO 

CORTE PARA

CENA. 5. MANSÃO. ESC DE SAFIRA. INT. DIA 

SAFIRA TRABALHANDO EM SUA MESA. CLEUDO ENTRA COM O CAFÉ 

CLEUDO             (SERVE) seu café, madame! 

SAFIRA               uhm, que delicia de café, hein! 

CLEUDO             Eu que fiz exclusivo pra madame!

SAFIRA               uhm! (FITA-O) Ah, foi é? 

CLEUDO             uhum. Coado aqui ó, nessa cueca… (MOSTRA A CUEQUINHA PRA ELA) 

SAFIRA               (LEVANTA) Safado! 

CLEUDO             (SORRI) sempre! E eu sei que a madame gosta! 

SAFIRA SE APROXIMA, PARA A SUA FRENTE. BEIJA-O

SAFIRA               eu quero te chupar 

CLEUDO             fica à vontade! 

SEU ZÍPER É ABERTO… NA HORA QUE ELA VAI SE PREPARANDO PARA CHUPA-LO. ÁTILA APARECE NA PORTA. ELA DISFARÇA. DE QUATRO NO CHÃO EM BUSCA DE UM BRINCO

SAFIRA               droga! Cadê?

ÁTILA                  tá procurando o quê? 

SAFIRA               meu brinco!

ÁTILA                  ué, mas seus dois brincos estão nas suas orelhas! 

SAFIRA               não são esses, é um outro. Aliás, o que você quer aqui?

ÁTILA                  vim saber do Caio. Você sabe onde ele está? 

SAFIRA               não, e nem quero saber. Deve ter saído com aquele demônio, que o influenciou a ser esse desviado!

ÁTILA                  não sei porque eu perco meu tempo contigo. Não sei mesmo. Poço de arrogância; você. Eu, hein! 

ÁTILA SAI BATENDO A PORTA 

SAFIRA               tchau-tchau!

CLEUDO             ufa. Foi por pouco, caralho!

SAFIRA               pois é, sorte que eu disfarcei bem. Sou uma atriz digna de um óscar 

CLEUDO             com licença, tenho que voltar ao meu trabalho 

SAFIRA               toda. Ah. Hoje à noite eu dou uma passada no teu quarto, tá, me espera lá, daquele jeito, do jeito que a mamãe gosta! (PISCA) 

CLEUDO             vou estar, cachorra! 

CLEUDO DÁ UM RISINHO E SAI. SAFIRA VOLTA A TRABALHAR 

CORTE PARA  

CENA. 6. STOCK-SHOTS. DIURNOS. EXT. DIA 

CENA. 7. PARQUE. EXT. DIA 

SONOPLASTIA: MÚSICA WIDE EYED – BILLY LOCKETT 

NUM BELO CLIPE, BRUNO PASSEIA COM CAIO PELO PARQUE. OS DOIS BEM ENTROSADOS. CLIMA DE DIVERSÃO. BRINCAM. DÃO RISADAS. CONVERSAM. TOMAM SORVETE. COMEM ALGODÃO DOCE 

CORTE PARA 

CENA. 8. STOCK- SHOTS. EXT. DIA 

FINAL DE TARDE. UM LINDO PÔR DO SOL SE FORMANDO 

CORTE PARA

CENA. 9. PARQUE. EXT. DIA – FINAL DE TARDE 

CAIO E BRUNO DEITADOS NA GRAMA A OSERVAREM O PÔR DO SOL 

CAIO                    como é lindo esse pôr do sol! 

BRUNO               não mais que você! Isso aqui que estamos presenciando é lindo, mas você… é mais! 

CAIO                    (RI) eu sei, eu sou lindo! 

ELES VIRAM DE FRENTE UM PRO OUTRO 

BRUNO               (OLHANDO NOS OLHOS) eu te amo!

CAIO                    Bruno… eu…

BRUNO               não diga nada! Só… curte o momento, eu e você aqui, só nós dois… 

BRUNO O BEIJA. UM BEIJO APAIXONADO QUE CAIO RETRIBUI. SONOPLASTIA: MÚSICA SAFE INSIDE – JAMES ARTHUR. TEMPO NO BEIJO DOS DOIS

CORTE PARA

CENA. 10. HOTEL. INT. DIA – FINAL DE TARDE 

LEONARDO VINDO DA RUA. DEPARA-SE COM LUIZA CAÍDA NO CHÃO. VAI ATÉ ELA. TESTA SUA PULSAÇÃO E ACIONA SOCORRO. CORTE DESCONTÍNUO EM LUIZA JÁ SENDO LEVADA EM UMA MACA PELOS SOCORRISTAS 

CORTE PARA 

CENA. 11. APTO DE ALAN. SALA. INT. DIA. – FINAL DE TARDE 

ALAN ABRINDO A PORTA PARA PEDRO 

PEDRO                viu minha mensagem?

ALAN                   Vi, vi sim! eu tô pronto pra pôr aquele canalha na cadeia! 

PEDRO                então já é! vamos nessa! é hoje que a gente bota aquele corrupto atrás das grades

ALAN                   com certeza! 

E SAEM PRA RUA 

CORTA PARA 

CENA. 12. CAMPO. EXT. DIA – FINAL DE TARDE 

DOIS CARROS PRETOS CHEGANDO POR ALI. PARAM LADO A LADO. DE DENTRO SALTAM: PEDRO E ALAN MAIS UMA EQUIPE POLCIAL. PEDRO PASSA ALGUMAS COORDENADAS AOS AGENTES QUE OUVEM TUDO ATENTAMENTE. EM SEGUIDA COMEÇAM A DISPERSAR. OS CARROS SAEM DALI. PEDRO E SUA EQUIPE SE ESCONDEM EM LUGARES ESTRATÉGICOS. CORTA PARA. APROXIMAÇÃO DE UM CARRO VELHO. DE DENTRO, SAI UM HOMEM MAL ENCARANDO QUE ARRANCA UM CIGARRO DO BOLSO, ACENDE E COMEÇA A TRAGAR ESCORADO NO CAPÔ DO CARRO. TEMPO. TUDO SENDO VISTO POR PEDRO E ALAN E OS OUTROS AGENTES QUE ALI ESTÃO A ESPREITA. PAREDE VEM SE APROXIMANDO EM SEU CARRO. PARA PRÓXIMO AO CARRO DO HOMEM MAL ENCARADO. PAREDE SALTA DO VEÍCULO E VAI ATÉ O TAL HOMEM

PAREDE             e aí? 

O TAL CARA JOGA SEU CIGARRO FORA

HOMEM             cadê a minha parada? 

PAREDE             está no carro, vem buscar!

HOMEM             tem certeza de que ninguém te seguiu? 

PAREDE             absoluta. Sou bem discreto em meus negócios 

HOMEM             é bom mesmo que seja. Bora lá pegar a parada que eu quero meter o pé daqui… 

PAREDE ABRE SEU PORTA MALAS, VÁRIOS MALOTES DE DROGAS

PEDRO FAZ SINAL PARA SUA EQUIPE SE PREPARAR PARA ATACAR 

PAREDE E O TAL CARA, SÃO CERCADOS PELOS POLICIAIS

PEDRO                fim da linha, delegado! 

PAREDE             que isso, não é nada disso que vocês estão pensando. Isso não é meu, foi ele que malocou isso no meu carro, cara! 

PEDRO                ah, tá bom. (ESTENDE A ALGEMA PRA ALAN) Alan, faça as honras! 

ALAN                   eu?

PEDRO                é, cara, você que sempre desconfiou, investigou e descobriu as tramoias do delegado, essa missão é sua, irmão 

ALAN PEGA AS ALGEMAS DA MÃO DELE 

ALAN                   tudo bem. Tem razão 

SE APROXIMA DE PAREDE

ALAN                   você está preso, delegado. (ALGEMANDO-O) Corrupção e por tráfico de drogas. Você tem o direito de permanecer calado, tudo que disser poderá ser usado contra você em tribunal! 

O OUTRO TAMBÉM É ALGEMADO. AMBOS SÃO LEVADOS ATÉ A VIATURA E CONDUZIDOS A DELEGACIA 

CORTE PARA 

CENA. 13. STOCK – SHOTS. ANOITECER. EXT. NOITE 

CENA. 14. BARRACO DE CÉSAR. FRENTE. EXT. NOITE 

ABRE EM LOBÃO QUE SE APROXIMA E BATE À PORTA. CÉSAR ATENDE DE SACO CHEIO 

CÉSAR                 que foi? 

LOBÃO                isso é jeito de falar? Que foi, digo eu. O que houve? 

LOBÃO ENTRA SEM SER CONVIDADO 

CORTE RÁPIDO 

CENA. 15. BARRACO DE CÉSAR. SALA. INT. NOITE 

ABRE EM CÉSAR VINDO ATRÁS DE LOBÃO JÁ FALANDO 

CÉSAR                 fala logo, Lobo. Eu não tive um dia bom, estou sem paciência 

LOBÃO                é, até imagino, aliás, já fiquei sabendo que você chutou aquele seu irmão daqui… 

CÉSAR                 ele não é meu irmão, já falei! E chutei sim, mas isso não convém falar 

LOBÃO                Está estressadinho demais, você. Está precisando relaxar… 

CÉSAR                 ah, eu tô mesmo, viu, me sugere aí algo que seja relaxante pra eu fazer! 

LOBÃO                isso! (BEIJA-O) 

UM BEIJO CALMO, PORÉM, NÃO MUITO DEMORADO, POIS LOBÃO SE AFASTA DELE APÓS O BEIJO, VISIVELMENTE ARREPENDIDO 

LOBÃO                desculpa. Eu… eu tenho que ir. Fica de boa. Falou! 

LOBÃO SAI. CÉSAR FICA ALI SEM ENTENDER NADA

CÉSAR                 eu dormi, sonhei e acordei. Só pode! Eu, hein!

CELULAR DE CÉSAR TOCA. ELE LOGO ATENDE

CÉSAR                 sim, é ele… (REAGE) quê? tá, tá bom! já estou a caminho! Tchau (DESLIGA) 

CÉSAR SE APRESSA. PEGA CARTEIRA, CHAVES DO CARRO E SAI 

CORTE PARA

CENA. 16. HOSPITAL. RECEPÇÃO. INT. NOITE 

ABRE NO MÉDICO QUE ATENDERA LÍDIA DIANTE DE CÉSAR 

MÉDICO             sua amiga está bem, só…

CÉSAR                 só o quê, doutor? Ela perdeu o bebê, foi isso? 

MÉDICO             sim. Ela teve um aborto espontâneo 

CÉSAR                 caralho! Eu… será que posso vê-la?

MÉDICO             claro. Me acompanhe, por favor! 

MÉDICO SAI ANDANDO. CÉSAR VAI ATRÁS 

CORTE PARA 

CENA. 17. HOSPITAL. QUARTO. INT. NOITE

CÉSAR E O MÉDICO ENTRAM. LÍDIA JÁ CONSCIENTE 

LÍDIA                   César! 

CÉSAR                 só fiquei sabendo agora do ocorrido… 

LÍDIA                   foi horrível, César, eu… eu ia pegar o elevador, só que ele não funcionou. Daí eu resolvi descer pelas escadas, só que lá eu vi…

CÉSAR                 viu o quê, criatura?

LÍDIA                   o fantasma do Hugo 

O MÉDICO FAZ UMA EXPRESSÃO DE: “ESSA DAÍ SÓ PODE SER LOUCA”

CÉSAR                 é… ela é um pouco paranoica, doutor. ela acha que vê o ex que morreu há um tempo atrás 

LÍDIA                   ei, eu não sou paranoica. Para! 

CÉSAR                 tá, tá. O… o doutor, Lídia, tem algo pra te informar…

LÍDIA                   que é? O que foi? 

MÉDICO             infelizmente com a queda, você perdeu seu bebê! 

LÍDIA                   quê? Não, não, não. Meu filhinho, nãoooo! Isso não pode. Filho! 

CÉSAR                 ei, para. se acalma. Você tá muito nervosa, mano! 

LÍDIA                   Não… meu filho… 

CÉSAR                 Doutor, aplique um sedativo nela, tem minha permissão

MÉDICO             ok

UM ENFERMEIRO PREPARA O SEDATIVO E O MÉDICO APLICA EM LÍDIA, QUE VAI LENTAMENTE FICANDO SONOLENTA 

MÉDICO             pronto. Está sedada! 

CÉSAR                 ótimo. Agora, tenho que visitar alguém. Até mais, doutor 

MÉDICO             até

CORTE PARA 

CENA. 18. STOCK- SHOTS. EXT. NOITE 

CLIMA DE SUSPENSE

CENA. 19. QUARTO DE HOTEL. INT. NOITE 

CÉSAR ENTRA, NA PENUMBRA. PARA DIANTE DE ALGUÉM 

CÉSAR                 vim até aqui, porque eu não gostei nada do que você fez com a Lídia, Hugo! 

E É REVELADO HUGO ALI DIANTE DE CÉSAR 

HUGO                  isso foi o mínimo, isso é só o começo da minha vingança! 

CORTE PARA 

FINAL DO CAPÍTULO

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NAVEGAR

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